Home

Perícia Elétrica 
Orientações

Dicas e orientações, antes de acionar a assistência do Perito em Elétrica.

  • Danos Elétricos;
  • Consumo Irregular;
  • Furto / Desvio de Energia;
  • Irregularidades com TOI.
Eficiência Energética
  • Dicas de Consumo;
  • Produtos com maior eficiência;
  • Informações e conselhos para a melhor eficiência energética.
Energia Renovável
Artigos e notícias referente ao crescimento exponencial da energia:
  • Solar;
  • Eólica;
  • Hidráulica;
  • Entre outras energias alternativas
Automação

Aliado da Eficiência Energética, seus principais usabilidade são:

  • Automação Industrial
  • Automação Residencial
  • Automação Predial
Novas Tecnologias

Produções de novas tecnologias que já existem ou estão em estudos e revolucionarão o mundo que conhecemos.

  • Carros Elétricos;
  • Drones;
  • Tecnologia 5G;
  • Internet das Coisas.
Sustentabilidade
  • Modelos de ambiente sustentável;
  • Importância da conscientização da conservação / reciclagem;
  • Saúde e Bem Estar.
Perícia Elétrica
Judicial / Extrajudicial
Disponibilização para serviços de perícias elétricas.
  • Judicial;
  • Extrajudicial;
  • Assistência Técnica;
  • Tanto para vistorias, quanto para laudos.
Cursos &
Treinamentos
  • Energia Solar Fotovoltaica;
  • Energia Eólica;
  • Veículos Elétricos / Híbridos.
E Muito Mais

Sejam bem-vindos ao site e fiquem a vontade para conhecer mais sobre mim e tudo que é relacionado a energia elétrica com eficiência e perícia.

Últimas Postagens

  • On-Grid vs. Off-Grid: A Linha que Divide a Autonomia da Obrigação Regulatória

    27 maio, 2026

    Introdução — Quando a independência energética encontra a regulação do setor elétrico O crescimento da energia solar no Brasil trouxe não apenas avanços tecnológicos e econômicos, mas também debates importantes envolvendo regulamentação, segurança elétrica e responsabilidade técnica. Nos últimos anos, surgiram discussões públicas associando instalações solares irregulares a práticas clandestinas

    [...]
  • Além do Campo de Visão: O Uso de Drones Redefinem as Perícias em Subestações e Linhas de Energia

    22 maio, 2026

    Introdução - O Novo Horizonte da Engenharia Diagnóstica no Setor Elétrico A engenharia elétrica vive um momento de grande transformação tecnológica. Em um setor onde segurança, confiabilidade operacional e rapidez na tomada de decisão são fundamentais, o uso de drones, desde as susbestações até as linhas de energia, vem ganhando

    [...]
  • ⚖️⚡ O Papel da Perícia Elétrica nas Disputas entre Consumidor, Seguradora e Concessionária

    14 maio, 2026

    Em um cenário cada vez mais dependente de tecnologia, automação e equipamentos eletrônicos sensíveis, uma simples oscilação de energia pode desencadear prejuízos significativos. Servidores queimados, placas eletrônicas danificadas, sistemas industriais paralisados, equipamentos hospitalares comprometidos e linhas de produção interrompidas já fazem parte da realidade de muitas empresas e consumidores. Mas

    [...]
  • ICMS sobre energia: onde a análise técnica pode mudar o resultado da ação

    30 abril, 2026

    ⚡ Um tema jurídico que começa na fatura Em disputas envolvendo contas de energia elétrica — sobretudo de consumidores atendidos em média e alta tensão — é comum que o debate se concentre na incidência de ICMS sobre os valores cobrados. À primeira vista, trata-se de uma questão essencialmente jurídica.

    [...]
  • Apagões em Copacabana em 2026: Sobrecarga, Geradores e o Custo da Imagem Urbana

    25 fevereiro, 2026

    Os apagões em Copacabana no verão de 2026 reacenderam um debate relevante sobre planejamento da rede elétrica, crescimento da demanda e responsabilidade das concessionárias de energia diante da nova realidade urbana. Em menos de 60 dias, dois eventos de grande impacto expuseram fragilidades do sistema de distribuição: 4 de janeiro

    [...]
  • Quando Ignorar Laudos Técnicos Custa Vidas

    11 janeiro, 2026

    Introdução – Um alerta que não foi ouvido Em muitos casos, tragédias não começam no dia do acidente. Elas começam antes, em relatórios técnicos, em vistorias, em alertas que passam despercebidos ou são ignorados. O incêndio ocorrido no Shopping Tijuca é um desses casos que nos obriga a parar, respirar

    [...]
  • Retrospectiva Eficiente 2025 – 5 Fatos que Mais Impactaram a Perícia Elétrica no Brasil

    29 dezembro, 2025

    2025 foi marcado por mudanças regulatórias, eventos climáticos extremos e maior judicialização no setor elétrico. O ano de 2025 consolidou-se como um período de transição profunda para o setor energético brasileiro. A relação entre consumidores, concessionárias e o Poder Judiciário atingiu um novo patamar de complexidade, exigindo que a engenharia

    [...]
  • Lei nº 15.269/2025 e a Abertura do Mercado Livre de Energia no Brasil

    14 dezembro, 2025

    Por que essa lei merece sua atenção A Lei nº 15.269/2025 não é apenas mais uma norma do setor elétrico. Ela representa uma mudança prática na forma como a energia será contratada e paga no Brasil, com reflexos diretos na gestão de custos, nos contratos empresariais e até em disputas

    [...]
  • Super Baterias: a revolução no uso da energia

    1 junho, 2025

    Baterias estão em tudo hoje em dia. Estão nos nossos celulares, nos carros elétricos, nas casas com energia solar e até nas grandes usinas que aproveitam o vento para gerar eletricidade. Mas você já ouviu falar das super baterias? Elas vêm ganhando espaço como uma promessa real de transformação: mais

    [...]
  • Como Evitar Danos Elétricos Durante Tempestades ⚡

    25 maio, 2025

    O Brasil é um país de contrastes: ao mesmo tempo em que oferece paisagens naturais deslumbrantes, também enfrenta tempestades intensas e frequentes. E quando a natureza resolve mostrar sua força, os aparelhos eletrônicos costumam ser os primeiros a sofrer as consequências. Neste artigo, vamos te mostrar como proteger seus equipamentos

    [...]
  • Preparado para o Novo Mundo do Trabalho? A Automação Chegou pra Ficar

    18 maio, 2025

    O mercado de trabalho tá passando por uma baita transformação, e a culpa (ou seria o mérito?) é da automação. Robôs, inteligência artificial e softwares espertos tão fazendo um monte de tarefas que antes eram feita por nós, humanos. Mas e aí, como é que a gente fica nessa história?

    [...]
  • 🚁 Tecnologias Avançadas em Drones: O Futuro Já Está no Ar

    12 maio, 2025

    Os drones estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia — e não apenas como brinquedos ou ferramentas de filmagem. Eles estão ganhando espaço em setores como agricultura, segurança, logística, meio ambiente e muito mais. Mas o que está por trás dessa transformação? Neste artigo, você vai conhecer

    [...]
  • ☀️ Descubra as Últimas Novidades da Energia Solar 💡

    4 maio, 2025

    Já parou para imaginar um amanhã onde a energia jorra limpa, farta e ao alcance de todos? Um futuro com cidades mais respiráveis e um planeta mais verde? Pois essa visão não é mais utopia. Com as últimas novidades referente a energia solar, essa visão utópica está cada vez mais

    [...]
  • O Futuro sobre Rodas: A Saga dos Carros Elétricos 🚗⚡

    26 abril, 2025

    Hoje, a gente vai mergulhar de cabeça no universo dos carros elétricos. Sim, aqueles carros "modernos" e silenciosos, mas que prometem um futuro mais limpo e sustentável. 😉 A gente vê uns modelos estilosos rodando por aí, a galera comentando sobre a "energia limpa", mas a real é que essa

    [...]
  • Cidades Inteligentes e Sustentáveis: O Futuro Já Chegou

    18 abril, 2025

    Já parou pra pensar em como seriam as cidades do futuro? Imagina um lugar onde a tecnologia e a natureza dão as mãos pra criar um ambiente mais saudável, eficiente e que a gente realmente curta viver. Pois é, pode ir se acostumando com essa ideia, porque esse é o

    [...]
  • Drones no Céu para Auxiliar na Perícia Elétrica

    13 abril, 2025

    O mundo da perícia elétrica, que sempre prezou pela precisão cirúrgica e pela segurança total, ganhou um reforço de peso (ou melhor, de leveza!): os drones. Aqueles "brinquedos" voadores que a gente via mais em filmes e em fotos aéreas agora estão invadindo o setor elétrico, trazendo uma visão totalmente

    [...]
  • Mitos e Verdades sobre a Energia Solar

    30 março, 2025

    Quando o assunto é energia solar, é natural que surjam dúvidas e, muitas vezes, mitos que acabam confundindo a gente. Será que é cara? Será que só funciona em dias ensolarados? E o lance de atrair raios? Calma, vamos esclarecer tudo isso agora de forma simples e descontraída. Vamos juntos

    [...]
  • Introdução aos CLPs: O Coração da Automação Industrial

    16 março, 2025

    Se você já se perguntou como as fábricas modernas funcionam como um relógio, com linhas de produção intrincadas e máquinas trabalhando em perfeita sincronia, prepare-se para conhecer um dos seus segredos: os Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Esses caras são verdadeiros maestros da automação industrial, dispositivos robustos e inteligentes que controlam

    [...]
  • Automação de Processos Administrativos: O Futuro da Eficiência

    13 março, 2025

    A Virada da Chave: Como a Automação Deu um Up na Nossa Rotina Administrativa Hoje em dia, pensar em empresa de qualquer tamanho tocando o dia a dia sem uma boa dose de automação administrativa é quase impensável. Com a correria dos negócios e a gente sempre buscando um jeito

    [...]
  • Automação e IoT: Como Dispositivos Conectados Estão Mudando Nossas Vidas

    15 novembro, 2024

    Tanto a automação quanto a Internet das Coisas (IoT) já não são mais papo de filme de ficção científica. Elas estão aí, no nosso cotidiano, transformando a maneira como a gente vive, trabalha e até como a gente interage com o mundo ao redor. Esses aparelhos espertos e conectados estão

    [...]
  • O Prontuário de Instalações Elétricas não é para qualquer Pessoa

    25 outubro, 2021

    A cada ano, por incentivos fiscais ocasionados pelos tipos jurídicos como MEI (Micro Empreendedor Individual) e até mais recente Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), forte concorrente do EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), demonstra não só a receptividade do governo em facilitar na criação de pequenas empresas, como também na tendência

    [...]
  • Irregularidades no TOI – Termo de Ocorrência e Inspeção

    29 setembro, 2021

    Você chega em casa após um dia cansativo e verifica na sua caixa de correio um aviso da sua concessionária referente ao TOI, ou na fatura da sua concessionária esteja debitando uma cobrança de multa ou mora do mesmo TOI. Se por acaso nem você e nem ninguém da sua

    [...]
  • Ressarcimento de Danos Elétricos – Que os Raios Não os Partam

    30 junho, 2021

    O Brasil é campeão mundial de incidência de raios. Não à toa, uma vez que vivemos num país tropical, com climas propícios a chuvas e trovoadas, incide mais de 80 milhões de raios anuais. Imaginando que todo o sistema elétrico brasileiro é uma manta de eletricidade, como uma superfície de

    [...]
  • Energia Eólica de Vento em Popa

    31 outubro, 2020

    Além do Nordeste, Empresas Multinacionais estão investindo em diversos Energia Eólica em outros Estados do Brasil. Descubra e Surpreenda. https://youtu.be/ZbvwTtmy27A Segue o link livros recomendados referentes a Energia Eólica para uma boa leitura. https://www.canaleficiente.com/livros/livros-energia-eolica/ Incluo também link de cursos com professores renomados ao tema. https://www.canaleficiente.com/cursos-treinamentos/cursos-e-treinamentos-energia

    [...]
  • Bons Ventos no Nordeste

    30 setembro, 2020

    https://youtu.be/_EJfRMMlxvs Ótimas notícias da Aneel e da Engie sobre os parques eólicos no nordeste, tanto os que já estão em operação quanto os que estão nos projetos. Mais informações relevantes a energia eólica, seguem os links: - Cursos e Treinamentos - Livros https://www.canaleficiente.com/cursos-treinamentos/cursos-e-treinamentos-energia-eolica/ https://www.canaleficiente.com/livros/livros-energi

    [...]
  • Não Tenho Energia Solar e a Conta de Luz Chegou

    31 agosto, 2020

    Se você é um dos que sofreu um aumento de mais de 50% na conta de luz e não tem energia solar em sua residência, elaborei esse vídeo que dá 5 grandes dicas para economizar no consumo e reduzir na conta de luz, sem que seja necessário interferir na sua

    [...]
  • Chegada da Internet 5G no Brasil

    23 julho, 2020

    Depois de tantos anos de adiamentos, finalmente foi lançado a tão aguardada internet 5G no Brasil. A Claro deu o ponta pé inicial na liberação da Internet 5G no dia 14 de julho. E antes mesmo do Leilão da Agência Nacional de Telecomunicações, mais conhecida como ANATEL. As operadoras não

    [...]
  • O Ciclo Vicioso entre Postos e Carros Elétricos

    29 junho, 2020

    O Brasil ainda engatinha quanto a produção de carros elétricos. Se perguntarmos aos especialistas e executivos, uma das razões será dita referente aos abastecimentos escassos por toda as rodovias por esse país. E se perguntássemos porque não temos postos de abastecimentos de veículos elétricos, adivinha a resposta. Isso aí! Por

    [...]
  • O Futuro da Energia Solar pós Pandemia

    31 maio, 2020

    Para quem não sabe, dia 29 de maio é marcado no calendário como o Dia Mundial da Energia. Essa data foi criada para que a população mundial lembre de minimizar a emissão de gases carbônicos na atmosfera e se conscientizar em economizar o consumo da energia elétrica com eficiência. Ironicamente,

    [...]
  • Internet 5G – Rápido

    4 abril, 2020

    Antes de adentrarmos no tema de internet 5G, comentarei o que ocorreu comigo, alertando que usara internet 4G. Num desses dias mandei um "zap" e fiquei sabendo que levou em torno de meia hora para chegar ao seu destino. Muito estranho a tamanha demora. Notei também que os vídeos do

    [...]
  • Triplicam Instalações de Energia Solar a cada Ano

    17 março, 2020

    Sabemos que a procura por energia solar cresce anualmente. Até o ano 2016 a procura era pequena. No entanto, diversos analistas previam que o crescimento exponencial iria ocorrer em breve. E ocorreu! Em 2019, de acordo com os dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), os registros de instalações

    [...]
  • 2020 – O Marco Legal da Energia Solar

    20 fevereiro, 2020

    Quem vem acompanhando as notícias nos últimos meses de 2019, com certeza ficou estarrecido e ao mesmo tempo preocupado com a possibilidade, mesmo que remota, de o Brasil parar de avançar e engatar na marcha ré na questão de "subsidiar" ou não os encargos referentes a energia solar. Para aqueles

    [...]
  • Retrospectiva Eficiente 2019

    26 dezembro, 2019

    O ano está acabando. Muitas noticias boas e más ocorreram ao longo de 2019. Vamos listar as principais notícias que impactaram tanto Brasil quanto o mundo. Refletiremos o que aconteceu em 2019 e prepararmos (torcermos) para 2020 cheio de boas novas. Primeiros meses do Ministro Marcos Pontes Este artigo tratou

    [...]
  • Top 5 MW das Usinas de Energia Solar no Brasil

    22 novembro, 2019

    Depois da crise nos abastecimentos das hidrelétricas que culminaram nos blecautes de 1999 e 2009, conforme visto no artigo abaixo, o governo daquela época havia acordado para a necessidade de buscar novas fontes alternativas. https://www.canaleficiente.com/eficiencia-energetica/energia-solar-a-luz-no-fim-do-apagao/ Com sucesso da energia solar em países não tão abundantes de irradiação como a Alemanha,

    [...]
  • Energia Solar sem Taxa, Aneel

    26 outubro, 2019

    Em 1999 fomos surpreendidos com o maior apagão da história. E como infelizmente só damos valor quando houver a falta, o governo percebeu que há décadas diversos especialistas já alertavam sobre o apagão. Fizeram o possível para que a conta fechasse, inclusive multavam pessoas que ultrapassassem as suas "metas" de

    [...]
  • É da Bahia!! Primeira Usina de Energia Solar Flutuante do Brasil

    31 agosto, 2019

    No dia 05 de agosto foi dado um grande passo para a história da energia solar no Brasil. Foi inaugurada a 1ª etapa da Usina de Energia Solar Flutuante no reservatório de Sobradinho, na Bahia. São 3.792 módulos fotovoltaicos com capacidade de gerar uma demanda de 1 MW pico de

    [...]
  • Energia Solar? Cadê as placas?

    31 julho, 2019

    Não é de hoje que uma grande ideia se renova e atualiza dia a dia, no intuito de ficar mais cômodo e manuseável. E para aqueles que sempre remetem energia solar com as "placas solares", já vou dando spoilers. Já temos materiais saindo fresquinho do mercado que se alimentam e

    [...]
  • Carro Elétrico X Gasolina – A Luta dos Séculos

    6 maio, 2019

    A gente se depara com a empolgação que as empresas do setor automobilístico estão se empenhando em dominar o mercado do setor de carro elétrico, mas parou para se perguntar quando surgiu os primeiros veículos elétricos no mundo? Toyota Prius, 1997 Alguns podem lembrar e dizer que foi o Toyota

    [...]
  • Energia Solar em Prédios – A Grana do Vizinho é mais verde

    26 abril, 2019

    Você deve estar cansado de ver folders, outdoors, e até propagandas na internet e na TV de clientes felizes com seu painel de energia solar em sua casa, tanto montado no quintal quanto no telhado. E você se sente desanimado por morar em apartamento, achando que não tem possibilidade alguma

    [...]
  • Patinete Elétrico – Sustentabilidade e Segurança andando lado a lado

    22 abril, 2019

    Após o surgimento das bicicletas elétricas, estamos vivendo uma nova mania que está tomando as maiores cidades. Os patinetes elétricos. As pessoas podem estar andando na intenção de cativar a sustentabilidade, saudosismo, comodidade ou por pura moda. Não importa. O que importa é que estamos vivendo uma nova fase para

    [...]
  • Pedalando com Energia Solar

    28 março, 2019

    Em 2011, a Prefeitura do Rio unido com o Banco Itaú criaram a Bike Rio. Um projeto em que se espalham as bicicletas laranja (cor do Itaú e da Prefeitura do Rio) em vários cantos da cidade. Essa ideia não é nova. Ela se originou em projetos que haviam dado

    [...]
  • O Futuro da Eficiência Energética e Tecnologia em 10, 9, 8,…

    17 março, 2019

    Como se diz por aí, o ano começa depois do carnaval. E agora que já passou a virada do ano, a posse do Presidente da República Jair Bolsonaro, a escolha de seus ministros, o levantamento de informações e gastos no passado, entre outros, o governo poderá traçar melhor planos e

    [...]
  • Urna Eletrônica – Aperte a Fiscalização e Confirme

    28 setembro, 2018

    Com mais de 20 anos de existência, a urna eletrônica sempre foi o centro de discussões sobre a sua veracidade, principalmente nas suas duas últimas eleições presidenciais. Também, não é para menos. Ela define os rumos da nação. Por isso muitos se perguntam. Ela é segura? Há algum jeito de

    [...]
  • Energia Eólica – Ventos Sopram a Favor nos Mares do Brasil

    13 setembro, 2018

    Até pouco tempo atrás, estávamos construindo usinas de energia eólica no Brasil, não só para termos mais uma fonte alternativa de energia, como também no intuito de ajudar a suprir as hidrelétricas no período de seca (período de poucas chuvas, mas com bastante vento), uma vez que a força dos

    [...]
  • Energia Solar – A Luz no fim do Apagão

    31 agosto, 2018

    Eram 22 horas do dia 11 de março de 1999, dia típico de verão. Você se lembra onde estava e o que estava fazendo naquele exato momento? Acredito que vai me dizer que não se lembra nem do que almoçou ontem, quanto mais o que estava fazendo há 20 anos

    [...]
  • Grafeno – A Revolução do Século

    21 agosto, 2018

    Quem não lembra dos filmes de ficção científica, em que os personagens interagem com o espelho da mesma forma que nós interagimos com um celular ou tablet. De repente, ele “empurra” os dados que estava lendo para parede, e da parede à mesa para que o nosso personagem possa tomar

    [...]
  • Yes, Nós temos Nióbio

    17 agosto, 2018

    Quem não conhece a famosa marchinha de carnaval “Yes, nós temos banana”? Como na música, o Brasil tem nióbio de sobra. O que é o nióbio? Nióbio é um elemento descoberto em 1801 pelo químico inglês Charles Hatch. No início do século XX foi encontrado em Araxá, Minas Gerais, a

    [...]
  • Eficiência ou Eficácia?

    10 julho, 2018

    Como podemos ver, eficiência e eficácia não são a mesma coisa. Eficácia é quando atingimos um objetivo, uma meta, um propósito. Já a Eficiência vai além. Ela procura atingir a um objetivo da melhor forma possível, sendo mais rápido, menor custo, melhor benefício. Por isso que dizem quando uma pessoa

    [...]

On-Grid vs. Off-Grid: A Linha que Divide a Autonomia da Obrigação Regulatória

Introdução — Quando a independência energética encontra a regulação do setor elétrico

O crescimento da energia solar no Brasil trouxe não apenas avanços tecnológicos e econômicos, mas também debates importantes envolvendo regulamentação, segurança elétrica e responsabilidade técnica.

Nos últimos anos, surgiram discussões públicas associando instalações solares irregulares a práticas clandestinas ou até mesmo a “gato” de energia. Entretanto, essa comparação precisa ser feita com muito cuidado, principalmente porque existe uma diferença técnica e regulatória fundamental entre sistemas conectados à rede elétrica e sistemas totalmente independentes.

Nesse contexto, compreender a diferença entre sistemas On-Grid e Off-Grid deixou de ser apenas uma questão técnica. Hoje, essa escolha impacta diretamente:

  • obrigações regulatórias;
  • segurança operacional;
  • autonomia energética;
  • continuidade operacional;
  • custos;
  • viabilidade financeira;
  • e até responsabilidades jurídicas.

Embora ambos utilizem energia solar como fonte principal, eles possuem características, objetivos e exigências completamente diferentes.


Sistemas On-Grid — A Fortaleza da Integração com a Rede Elétrica

Os sistemas On-Grid são aqueles conectados diretamente à rede da concessionária de energia elétrica.

Nesse modelo, a energia gerada pelos painéis solares é utilizada instantaneamente pela instalação, e o excedente pode ser injetado na rede pública através do sistema de compensação de energia elétrica regulamentado no Brasil.

A grande fortaleza desse modelo está justamente na integração com o sistema elétrico nacional.

Entre suas principais vantagens estão:

  • menor custo inicial;
  • ausência obrigatória de bancos de baterias;
  • maior eficiência financeira;
  • melhor retorno sobre investimento;
  • compensação de créditos energéticos;
  • facilidade de expansão do sistema.

Além disso, o sistema On-Grid permite que residências, empresas e indústrias reduzam significativamente seus custos com energia elétrica sem perder a estabilidade do fornecimento da concessionária.

Contudo, exatamente por existir conexão com a rede pública, esse tipo de instalação precisa obrigatoriamente seguir:

  • normas técnicas;
  • procedimentos de homologação;
  • exigências da concessionária;
  • regulamentações da ANEEL;
  • requisitos de proteção elétrica e sincronismo.

Isso acontece porque qualquer sistema conectado à rede pode impactar:

  • qualidade da energia;
  • estabilidade do sistema;
  • segurança das equipes de manutenção;
  • níveis de tensão;
  • proteção do sistema elétrico.

Portanto, instalações On-Grid executadas sem aprovação, sem homologação ou fora das normas não podem ser tratadas como simples informalidade técnica. Nesse caso, há efetivamente descumprimento regulatório e riscos operacionais relevantes.

Entretanto, é importante destacar:
isso não significa que “energia solar é gato”.

A geração distribuída legalizada é regulamentada, reconhecida e incentivada pelo próprio setor elétrico brasileiro. O problema ocorre apenas quando sistemas conectados à rede operam sem atender aos requisitos técnicos e regulatórios obrigatórios.


Sistemas Off-Grid — A Fraqueza da Limitação Energética e Operacional

Diferentemente do modelo On-Grid, os sistemas Off-Grid operam totalmente desconectados da rede elétrica da concessionária.

Nesse caso, toda a energia consumida é produzida e armazenada localmente, normalmente através da combinação entre:

  • painéis solares;
  • controladores de carga;
  • inversores;
  • bancos de baterias.

Sua principal característica é a autonomia energética.

Por não existir qualquer conexão física com a rede pública, o sistema Off-Grid não injeta energia na concessionária e não interfere diretamente no sistema elétrico nacional.

Esse detalhe técnico é extremamente importante.

Ao contrário do que muitas vezes é divulgado de forma genérica, um sistema Off-Grid isolado não pode ser equiparado a furto de energia ou ligação clandestina, justamente porque não há utilização da infraestrutura elétrica da distribuidora.

Na prática, trata-se de um sistema autônomo de geração própria.

Esse modelo é amplamente utilizado em:

  • áreas rurais remotas;
  • fazendas;
  • sistemas de bombeamento;
  • telecomunicações;
  • locais sem acesso à rede elétrica;
  • aplicações críticas de continuidade operacional.

Entretanto, sua principal fraqueza está nas limitações operacionais e financeiras.

Entre os desafios mais comuns estão:

  • alto custo de baterias;
  • necessidade de armazenamento energético;
  • vida útil limitada dos bancos de baterias;
  • maior necessidade de manutenção;
  • limitação de carga disponível;
  • dependência das condições climáticas.

Além disso, sistemas mal dimensionados podem sofrer problemas de autonomia, principalmente em períodos prolongados de baixa geração solar.


Oportunidades da Energia Solar — Expansão, Segurança Energética e Independência Operacional

A energia solar continua sendo uma das tecnologias mais promissoras da matriz energética moderna.

Tanto sistemas On-Grid quanto Off-Grid oferecem oportunidades importantes para:

  • redução de custos energéticos;
  • diversificação da matriz elétrica;
  • sustentabilidade;
  • previsibilidade financeira;
  • segurança energética;
  • redução da dependência de combustíveis fósseis.

No setor empresarial e industrial, a geração própria também contribui para:

  • aumento da competitividade;
  • proteção contra aumentos tarifários;
  • melhoria de indicadores ESG;
  • maior controle operacional.

Já no modelo Off-Grid, existe ainda uma oportunidade estratégica extremamente relevante: a continuidade operacional em locais onde interrupções no fornecimento não são aceitáveis.

Hospitais, sistemas de telecomunicações, áreas rurais isoladas e operações críticas frequentemente utilizam soluções autônomas justamente para garantir funcionamento contínuo mesmo diante de falhas externas na rede elétrica.


As Ameaças — Irregularidades, Desinformação e Falta de Critério Técnico

Apesar do crescimento acelerado da energia solar, o setor ainda enfrenta desafios importantes relacionados à qualidade técnica das instalações e à disseminação de informações equivocadas.

Entre as principais ameaças estão:

  • instalações sem responsável técnico;
  • ausência de homologação em sistemas On-Grid;
  • dimensionamentos inadequados;
  • equipamentos fora das normas;
  • riscos elétricos;
  • promessas irreais de economia;
  • desinformação regulatória.

Outro problema relevante é a generalização equivocada que coloca qualquer sistema solar irregular como equivalente a furto de energia.

Essa interpretação ignora diferenças técnicas fundamentais entre sistemas conectados à rede e sistemas isolados.

Enquanto o On-Grid obrigatoriamente precisa seguir o rito regulatório por interagir diretamente com o sistema elétrico da concessionária, o Off-Grid opera de forma independente, sem utilização da infraestrutura pública de distribuição.

Por isso, discutir energia solar exige conhecimento técnico, regulatório e operacional — evitando simplificações que podem gerar interpretações incorretas sobre o funcionamento desses sistemas.


Conclusão — A escolha ideal depende da aplicação, da localização e da necessidade operacional

Não existe um modelo universalmente melhor entre On-Grid e Off-Grid.

A escolha mais adequada dependerá diretamente de fatores como:

  • localização da instalação;
  • disponibilidade da rede elétrica;
  • custo da energia;
  • necessidade de autonomia;
  • criticidade operacional;
  • perfil de consumo;
  • disponibilidade financeira;
  • necessidade de funcionamento contínuo.

Em áreas urbanas com rede estável, o modelo On-Grid normalmente oferece melhor viabilidade econômica e retorno financeiro.

Já em regiões remotas ou operações onde a continuidade energética é indispensável, sistemas Off-Grid podem representar maior segurança operacional e independência elétrica.

O mais importante é compreender que ambos os modelos possuem aplicações legítimas, vantagens específicas e exigências técnicas próprias.

Mais do que escolher entre autonomia ou integração à rede, o verdadeiro desafio está em desenvolver sistemas seguros, tecnicamente adequados e compatíveis com as necessidades reais de cada operação.

Além do Campo de Visão: O Uso de Drones Redefinem as Perícias em Subestações e Linhas de Energia

Introdução – O Novo Horizonte da Engenharia Diagnóstica no Setor Elétrico

A engenharia elétrica vive um momento de grande transformação tecnológica. Em um setor onde segurança, confiabilidade operacional e rapidez na tomada de decisão são fundamentais, o uso de drones, desde as susbestações até as linhas de energia, vem ganhando cada vez mais espaço em inspeções, vistorias e perícias técnicas.

O que antes exigia desligamentos, equipes em altura, estruturas de acesso complexas e elevado risco operacional, hoje pode ser realizado com mais agilidade, precisão e segurança através de aeronaves remotamente pilotadas equipadas com câmeras de alta resolução, sensores térmicos e sistemas inteligentes de captura de dados.

Nas perícias elétricas, os drones permitem acessar locais críticos sem exposição direta das equipes aos riscos elétricos, além de produzir registros técnicos detalhados que auxiliam na identificação de falhas, anomalias, degradações estruturais e evidências importantes para análises judiciais, manutenção e engenharia diagnóstica.

Essa tecnologia já vem sendo amplamente aplicada em subestações, linhas de transmissão e sistemas de distribuição de energia, elevando o padrão técnico das inspeções no setor elétrico.

Subestações – Maximizando a Segurança (NR10) e Detectando Falhas Invisíveis

As subestações concentram equipamentos estratégicos para o funcionamento do sistema elétrico, como transformadores, barramentos, disjuntores, seccionadoras, isoladores e sistemas de proteção.

Muitas dessas estruturas operam energizadas continuamente, o que torna as inspeções convencionais mais complexas e potencialmente perigosas.

Com o uso de drones, é possível realizar avaliações visuais detalhadas sem necessidade de aproximação física direta dos profissionais às áreas energizadas. Isso reduz significativamente os riscos relacionados à NR10, ao arco elétrico e ao trabalho em altura.

Além disso, os drones permitem:

  • inspeção de conexões e barramentos;
  • identificação de corrosão e oxidação;
  • análise de estruturas metálicas;
  • verificação de isoladores danificados;
  • registro fotográfico e filmagem técnica;
  • apoio em perícias de falhas e ocorrências elétricas.

Quando integrados à termografia, os drones conseguem ainda identificar pontos de aquecimento anormal, conexões defeituosas e sobrecargas invisíveis a olho nu, permitindo atuação preventiva antes que ocorram falhas mais graves ou interrupções no fornecimento.

Linhas de Transmissão (LT) – Mapeamento de Faixas de Servidão e Integridade Estrutural

As linhas de transmissão percorrem longas distâncias, atravessando regiões urbanas, rurais, montanhosas e áreas de difícil acesso.

Tradicionalmente, as inspeções dessas estruturas demandavam deslocamentos extensos, helicópteros ou equipes em campo expostas a condições climáticas e riscos operacionais elevados.

Com drones, esse processo se tornou muito mais eficiente.

As aeronaves conseguem percorrer trechos extensos capturando imagens detalhadas das torres, cabos condutores, para-raios, espaçadores, conexões e componentes estruturais.

Entre as principais vantagens estão:

  • redução de tempo de inspeção;
  • diminuição dos custos operacionais;
  • menor necessidade de desligamentos;
  • aumento da segurança das equipes;
  • maior capacidade de detecção preventiva de falhas.

Em perícias técnicas, os drones também auxiliam na documentação de:

  • rompimentos de cabos;
  • descargas atmosféricas;
  • invasões de faixa de servidão;
  • vegetação próxima à rede;
  • danos estruturais em torres;
  • ocorrências relacionadas a incêndios ou eventos climáticos.

O uso dessa tecnologia permite gerar evidências técnicas com elevado grau de detalhamento, fortalecendo análises periciais e relatórios de engenharia.

Redes de Distribuição: Auditoria Preventiva contra Perdas Comerciais e Danos à Rede

Nas redes de distribuição, os drones vêm se tornando ferramentas importantes tanto para concessionárias quanto para empresas de engenharia e perícia.

Em áreas urbanas e rurais, eles ajudam a localizar rapidamente:

  • conexões irregulares;
  • pontos de aquecimento;
  • cruzetas danificadas;
  • vegetação em contato com a rede;
  • estruturas comprometidas;
  • componentes deteriorados.

Após tempestades, acidentes ou interrupções no fornecimento, os drones permitem realizar inspeções rápidas sem necessidade de exposição imediata das equipes em áreas críticas.

Nas perícias elétricas, isso representa um ganho importante na preservação de evidências e na reconstrução técnica dos eventos.

Outro ponto relevante é a utilização de drones em análises relacionadas a:

  • incêndios de origem elétrica;
  • rompimento de rede;
  • acidentes com postes;
  • danos em transformadores;
  • irregularidades em instalações elétricas.

Com imagens aéreas detalhadas e registros georreferenciados, o trabalho pericial ganha mais precisão técnica e maior capacidade de documentação das condições reais encontradas no local.

Conclusão: A Verdade Técnica Traduzida em Resultado Operacional e Jurídico

O uso de drones já deixou de ser apenas uma inovação experimental para se tornar uma ferramenta estratégica dentro da engenharia elétrica moderna.

Em subestações, linhas de transmissão e redes de distribuição, essa tecnologia proporciona:

  • mais segurança;
  • maior eficiência operacional;
  • redução de custos;
  • agilidade nas inspeções;
  • melhoria na qualidade dos laudos e perícias técnicas.

Além disso, a integração entre drones, termografia, inteligência artificial e análise de dados tende a transformar ainda mais a forma como o setor elétrico realiza manutenção, monitoramento e engenharia diagnóstica nos próximos anos.

No contexto pericial, os drones representam não apenas uma evolução tecnológica, mas também um importante avanço na produção de provas técnicas mais precisas, confiáveis e seguras para processos judiciais, auditorias e análises de engenharia.

⚖️⚡ O Papel da Perícia Elétrica nas Disputas entre Consumidor, Seguradora e Concessionária

Em um cenário cada vez mais dependente de tecnologia, automação e equipamentos eletrônicos sensíveis, uma simples oscilação de energia pode desencadear prejuízos significativos. Servidores queimados, placas eletrônicas danificadas, sistemas industriais paralisados, equipamentos hospitalares comprometidos e linhas de produção interrompidas já fazem parte da realidade de muitas empresas e consumidores.

Mas quando ocorre um dano elétrico, surge uma pergunta inevitável:

👉 Quem realmente deve arcar com o prejuízo?

E é justamente nesse momento que a perícia técnica passa a ocupar um papel central na disputa entre consumidor, seguradora e concessionária de energia.


💸 Combinado Sai Caro

Imagine uma empresa que, após uma forte oscilação na rede elétrica, sofre a queima de diversos equipamentos eletrônicos. O prejuízo envolve desde computadores e nobreaks até inversores, placas de automação e sistemas industriais.

Sem conseguir operar normalmente, o consumidor busca imediatamente a seguradora para acionar a cobertura contratada.

A princípio, o caso parece simples:

  • ocorreu um dano;
  • existe um seguro;
  • e alguém precisa pagar a conta.

Contudo, no setor elétrico, raramente os fatos são tão lineares quanto aparentam.

A seguradora sabe que antes de indenizar — ou mesmo após indenizar — será necessário entender tecnicamente:

  • a origem do distúrbio elétrico;
  • o comportamento da instalação interna;
  • as condições da rede externa;
  • a existência de proteção adequada;
  • e principalmente o nexo causal entre o evento e o dano alegado.

É nesse momento que o caso deixa de ser apenas contratual e passa a exigir análise técnica aprofundada.


⚡ Não Vou Tomar Esse Prejuízo Sozinho

Após os primeiros levantamentos, a seguradora percebe que o prejuízo pode não ter surgido exclusivamente dentro da instalação do consumidor.

Relatórios operacionais, registros de interrupções, reclamações de vizinhos, eventos climáticos, oscilações de tensão e até manobras na rede podem indicar possíveis falhas relacionadas ao fornecimento de energia.

A partir daí, surge o chamado direito de regresso.

Ou seja:
👉 a seguradora indeniza o segurado, mas busca posteriormente recuperar os valores daquele que entende ter contribuído para o dano.

E então aparecem dois caminhos possíveis:

📑 Reclamação administrativa junto à concessionária

Em alguns casos, a seguradora ou o próprio consumidor tenta inicialmente resolver a questão de forma administrativa.

A concessionária realiza análises internas, verifica registros operacionais e avalia se houve anormalidade no fornecimento.

Entretanto, muitas vezes surgem divergências sobre:

  • origem do evento;
  • extensão do dano;
  • ausência de proteção elétrica;
  • condições da instalação interna;
  • ou compatibilidade técnica entre o distúrbio e os equipamentos atingidos.

⚖️ Judicialização da disputa

Quando não há consenso, a discussão naturalmente migra para o Judiciário.

E é exatamente nesse ponto que a prova técnica ganha protagonismo.

Porque não basta alegar:

  • que houve oscilação;
  • que ocorreu interrupção;
  • ou que o equipamento queimou.

É necessário demonstrar tecnicamente:

  • como ocorreu o evento;
  • qual sua intensidade;
  • quais equipamentos foram afetados;
  • se existiam dispositivos de proteção;
  • e se o dano é compatível com o fenômeno elétrico alegado.

🔎 A Verdade dos Fatos

Na prática, cada caso possui características próprias.

E pequenas diferenças técnicas podem alterar completamente o desfecho da discussão.


⚡ Quando a origem está na rede elétrica

Existem situações em que registros operacionais, eventos climáticos ou falhas de fornecimento demonstram fortes indícios de responsabilidade da concessionária.

Oscilações severas, sobretensões transitórias ou interrupções abruptas podem atingir equipamentos extremamente sensíveis, especialmente em ambientes industriais e corporativos.

Nesses casos, uma perícia bem conduzida pode comprovar:

  • coerência entre o evento e o dano;
  • compatibilidade técnica das avarias;
  • e a relação causal entre a falha externa e os prejuízos sofridos.

🏠 Quando a falha está na instalação interna

Por outro lado, também existem situações em que a origem do problema está dentro da própria unidade consumidora.

Instalações inadequadas, ausência de DPS, aterramento deficiente, sobrecarga interna, má conservação elétrica ou descumprimento de normas técnicas podem comprometer a proteção dos equipamentos.

Nesses cenários, a análise pericial pode demonstrar que:

  • o dano não decorreu diretamente da rede externa;
  • ou que a instalação contribuiu significativamente para o resultado.

🧠 Quando o problema envolve múltiplos fatores

Há ainda casos mais complexos, em que diferentes elementos contribuem simultaneamente para o dano.

Uma oscilação moderada na rede associada a uma instalação vulnerável, por exemplo, pode criar um cenário híbrido de responsabilidade.

E justamente por isso a perícia técnica precisa ser:

  • imparcial;
  • fundamentada;
  • metodológica;
  • e baseada em evidências técnicas concretas.

⚖️ Conclusão

Em disputas envolvendo consumidor, seguradora e concessionária, a discussão raramente se limita apenas ao equipamento queimado.

O verdadeiro debate costuma girar em torno da origem do evento, da cadeia de responsabilidade e da comprovação técnica do nexo causal.

E nesse contexto, a perícia técnica assume papel essencial para esclarecer:

  • as condições do fornecimento;
  • o comportamento da instalação elétrica;
  • a compatibilidade dos danos;
  • e os fatores que efetivamente contribuíram para o prejuízo.

Independentemente de quem tenha razão ao final da discussão, decisões técnicas mal fundamentadas podem gerar distorções financeiras relevantes, responsabilizações indevidas e insegurança jurídica para todas as partes envolvidas.

Por isso, a atuação coordenada entre perito judicial e assistentes técnicos se torna fundamental para transformar fenômenos elétricos complexos em elementos objetivos, compreensíveis e úteis à formação do convencimento judicial.

Porque, em muitos casos, a diferença entre uma simples alegação e uma conclusão sólida está justamente na qualidade da prova técnica produzida.

ICMS sobre energia: onde a análise técnica pode mudar o resultado da ação

⚡ Um tema jurídico que começa na fatura

Em disputas envolvendo contas de energia elétrica — sobretudo de consumidores atendidos em média e alta tensão — é comum que o debate se concentre na incidência de ICMS sobre os valores cobrados.

À primeira vista, trata-se de uma questão essencialmente jurídica. No entanto, na prática, o ponto de partida quase sempre está naquilo que poucos analisam com profundidade:

👉 a composição técnica da fatura de energia

É nesse detalhe que muitas ações ganham ou perdem consistência.


📊 A complexidade por trás da cobrança

A fatura de energia elétrica, especialmente no ambiente do Grupo A, não reflete apenas o consumo. Ela incorpora diferentes componentes tarifários, como:

  • uso da rede de distribuição e transmissão
  • demanda contratada
  • encargos setoriais
  • ajustes decorrentes de medições

A discussão surge quando esses elementos são tratados de forma indistinta na base de cálculo do imposto, sem a devida separação entre:

energia efetivamente consumida
🔌 uso da infraestrutura elétrica (rede)

Essa distinção, embora pareça simples no plano conceitual, exige leitura técnica para ser corretamente identificada na prática.


⚠️ Onde as divergências começam a surgir

Grande parte das controvérsias nasce da forma como os dados são medidos, registrados e posteriormente faturados.

Entre os pontos que frequentemente geram questionamentos, destacam-se:

  • inconsistências entre consumo medido e faturado
  • utilização de parâmetros estimados
  • aplicação incorreta de tarifas
  • falhas na classificação do consumidor
  • erros relacionados à medição indireta (TC/TP)

👉 Essas situações não são incomuns — e muitas vezes passam despercebidas quando a análise se limita ao aspecto jurídico.


🧠 A importância da leitura técnica no processo

Quando a discussão chega ao Judiciário, o que está em jogo não é apenas a interpretação da norma tributária, mas a compreensão correta daquilo que foi efetivamente cobrado.

É nesse momento que a análise técnica ganha protagonismo.

A perícia em engenharia elétrica permite:

✔ identificar a origem de cada componente da fatura
✔ verificar a confiabilidade dos dados de medição
✔ avaliar a correção da estrutura tarifária aplicada
✔ apontar eventuais distorções ou cobranças indevidas

Mais do que isso, ela transforma informações complexas em elementos claros e objetivos, capazes de sustentar ou refutar uma tese jurídica.


💰 Situações em que a análise faz diferença

Em demandas que envolvem valores elevados — comuns em contratos de fornecimento de energia para indústrias e grandes consumidores — pequenos desvios técnicos podem representar impactos financeiros significativos ao longo do tempo.

É justamente nesses cenários que a atuação técnica especializada se mostra mais relevante, seja para:

  • revisar cobranças passadas
  • embasar pedidos de restituição
  • esclarecer divergências entre as partes
  • ou subsidiar decisões com base em dados concretos

👉 Sem esse suporte, o risco é que a discussão se apoie em premissas incompletas.


🔗 A conexão entre engenharia e resultado jurídico

A experiência prática demonstra que muitas disputas envolvendo ICMS sobre energia não são resolvidas apenas com base em argumentos jurídicos abstratos.

Elas dependem, em grande medida, da capacidade de demonstrar, de forma objetiva:

  • como a energia foi medida
  • como os valores foram calculados
  • e como cada componente foi incorporado à fatura

👉 Essa ponte entre o técnico e o jurídico é o que permite uma análise mais precisa do caso concreto.


📉 Mais do que discussão tributária, uma questão de precisão

A revisão de cobranças de energia não deve ser vista apenas como uma oportunidade de questionamento fiscal, mas como um processo que exige rigor técnico.

Quando bem conduzida, a análise pode:

✔ evitar pagamentos indevidos
✔ reduzir custos operacionais
✔ corrigir distorções contratuais
✔ contribuir para decisões mais justas

Por outro lado, quando negligenciada, pode levar à manutenção de cobranças que não refletem com exatidão a realidade do consumo.


🏁 Considerações finais

Em um setor marcado por elevada complexidade técnica e regulatória, a discussão sobre ICMS na energia elétrica dificilmente se sustenta sem uma base técnica consistente.

A leitura adequada da fatura, a compreensão dos sistemas de medição e a correta identificação dos componentes tarifários são elementos que, embora muitas vezes invisíveis, têm papel decisivo no resultado da ação.

👉 Nesse contexto, a integração entre engenharia e direito deixa de ser complementar e passa a ser essencial — não apenas para discutir valores, mas para garantir que eles sejam corretamente compreendidos.

Apagões em Copacabana em 2026: Sobrecarga, Geradores e o Custo da Imagem Urbana

Os apagões em Copacabana no verão de 2026 reacenderam um debate relevante sobre planejamento da rede elétrica, crescimento da demanda e responsabilidade das concessionárias de energia diante da nova realidade urbana.

Em menos de 60 dias, dois eventos de grande impacto expuseram fragilidades do sistema de distribuição:

4 de janeiro – interrupção de aproximadamente 50 horas, atribuída inicialmente a roubo de cabos.
15 de fevereiro – nova interrupção de cerca de 14 horas durante o Carnaval, associada à demanda elevada e a falhas estruturais na rede.

Dois episódios em plena alta temporada.


Copacabana: quando a falha técnica vira questão de imagem

Copacabana é mais que um bairro residencial — é um ativo estratégico para o turismo brasileiro.

Interrupções prolongadas de energia durante Réveillon ou Carnaval não geram apenas prejuízo econômico. Elas impactam diretamente a imagem da cidade no Brasil e no exterior.

Hotéis, restaurantes e comércios passam a operar sob incerteza.
A percepção externa associa o evento à fragilidade da infraestrutura urbana.

Energia elétrica é invisível quando funciona.
Quando falha, torna-se símbolo de vulnerabilidade estrutural.


A mudança no perfil de consumo e a sobrecarga elétrica

O sistema elétrico de Copacabana foi dimensionado décadas atrás para uma realidade distinta.

Hoje, o cenário inclui:

  • Maior densidade populacional
  • Crescimento do uso de ar-condicionado
  • Ampliação do parque de equipamentos eletrônicos
  • Consolidação do home office

O consumo deixou de ter picos concentrados à noite e passou a ser elevado e contínuo ao longo do dia.

Sem atualização proporcional de transformadores, cabos subterrâneos e capacidade instalada, o risco de sobrecarga aumenta progressivamente.


Uso de geradores nas Ruas de Copacabana

A substituição de transformadores subterrâneos tem exigido o uso de múltiplos geradores em via pública.

A Resolução 1000 da Agência Nacional de Energia Elétrica determina que a concessionária deve garantir o fornecimento adequado e contínuo.

No caso do Rio de Janeiro, essa responsabilidade recai sobre a Light Serviços de Eletricidade S.A..

Entretanto, a dependência recorrente de geradores como solução provisória gera impactos relevantes:

  • Poluição sonora
  • Emissão de gases
  • Impacto visual no espaço urbano
  • Interferência na mobilidade
  • Aumento da queima de combustível fóssil

Em um bairro turístico e densamente povoado, esses efeitos extrapolam o aspecto técnico.


Gestão reativa ou planejamento preventivo?

A obrigação regulatória não se limita ao restabelecimento após falhas.

Ela envolve:

  • Monitoramento constante da carga
  • Planejamento de expansão
  • Investimentos compatíveis com o crescimento urbano
  • Modernização da infraestrutura

Em áreas de alta densidade e relevância econômica, confiabilidade energética precisa ser tratada como prioridade estratégica.

Apagões sucessivos em curto intervalo de tempo indicam a necessidade de avaliação estrutural, e não apenas respostas emergenciais.


Conclusão: infraestrutura elétrica e reputação urbana

Os apagões de janeiro e fevereiro de 2026, somados ao uso recorrente de geradores em plena alta temporada, reforçam uma questão central: a infraestrutura elétrica deve evoluir no mesmo ritmo da transformação digital e urbana.

Energia elétrica é serviço essencial.
Em centros consolidados, a confiabilidade deve ser padrão — não exceção.

Quando a infraestrutura falha no coração do Rio de Janeiro, a cidade sente.
E o mundo observa.

Quando Ignorar Laudos Técnicos Custa Vidas

Introdução – Um alerta que não foi ouvido

Em muitos casos, tragédias não começam no dia do acidente. Elas começam antes, em relatórios técnicos, em vistorias, em alertas que passam despercebidos ou são ignorados. O incêndio ocorrido no Shopping Tijuca é um desses casos que nos obriga a parar, respirar fundo e refletir.

Dias antes do incêndio, uma loja havia passado por uma perícia técnica que apontou risco real de incêndio. O laudo não foi genérico, não foi superficial. Era um documento técnico, fundamentado, emitido por profissionais capacitados. Mesmo assim, as recomendações não foram acatadas.

O desfecho foi devastador: duas mortes que poderiam ter sido evitadas.


Quem eram os profissionais envolvidos

As vítimas foram Anderson Aguiar do Prado, supervisor da brigada de incêndio, e Emily Silva Menezes, brigadista. Ambos atuavam diretamente na prevenção e no combate a emergências, pessoas treinadas exatamente para salvar vidas — inclusive a de terceiros.

É importante registrar um ponto essencial: o laudo técnico que alertava sobre o risco era de conhecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), que solicitou formalmente esse documento. O conteúdo analisado posteriormente era o mesmo laudo elaborado pelos dois profissionais que vieram a falecer.

Isso torna o caso ainda mais doloroso e simbólico.


A perícia técnica e o alerta de risco

Durante a vistoria na loja, Anderson e Emillyn identificaram falhas relevantes relacionadas à segurança contra incêndio. Situações como:

  • Condições inadequadas das instalações
  • Risco potencial de sobrecarga ou aquecimento
  • Não conformidades com normas de segurança

Esses apontamentos foram registrados em laudo técnico, com linguagem clara e objetiva, indicando a necessidade de correções.

A perícia cumpriu seu papel: avaliar, identificar riscos e alertar.


O comportamento da loja e a omissão

Aqui está o ponto mais sensível de toda a sequência de eventos.

Mesmo após o laudo, as recomendações não foram plenamente atendidas. Não houve, ao que tudo indica, uma ação imediata e efetiva para eliminar os riscos apontados. A negligência — seja por decisão, omissão ou priorização de outros interesses — manteve o ambiente vulnerável.

Em segurança, especialmente em ambientes de grande circulação como shopping centers, adiar correções é assumir riscos.


O incêndio e a atuação da brigada

Quando o incêndio ocorreu, Anderson e Emillyn estavam exatamente onde sempre estiveram: na linha de frente.

Eles atuaram para conter o avanço do fogo e, principalmente, para salvar vidas. Pessoas conseguiram sair do local graças à atuação da brigada. Esse é um ponto que precisa ser dito com clareza: vidas foram preservadas graças à ação deles.

Infelizmente, os dois não conseguiram sair.


A solicitação do laudo pelo CBMERJ

Após o ocorrido, o CBMERJ solicitou o laudo técnico relacionado à loja. O documento analisado era exatamente aquele elaborado por Anderson e Emillyn — o mesmo que já alertava sobre o risco iminente.

Isso reforça um fato incontestável: o incêndio não foi imprevisível.


Reflexão técnica e humana

Como engenheiros, peritos e profissionais da área técnica, somos treinados para analisar fatos. Mas há momentos em que a técnica se mistura com a dor.

Este caso deixa lições duras:

  • Perícia não é burocracia
  • Laudo técnico não é sugestão
  • Alerta de risco não pode ser ignorado

Ouvir o perito é importante. Acatar o perito é vital.


Conclusão – Um chamado à responsabilidade

O Canal Eficiente escreve este artigo com profunda tristeza e amargura. Não como acusação, não como exploração de uma tragédia, mas como um chamado à reflexão.

Anderson e Emillyn fizeram exatamente o que se espera de profissionais sérios: avaliaram, alertaram e, no momento crítico, colocaram a própria vida em risco para salvar outras.

Que este episódio sirva para mudar posturas.

Que gestores, empresários e responsáveis técnicos entendam que ignorar uma perícia pode custar vidas.

E que a memória desses profissionais seja honrada não apenas com homenagens, mas com atitudes concretas: ouvindo e, sobretudo, acatando os laudos técnicos.

Que tragédias assim não se repitam.

Retrospectiva Eficiente 2025 – 5 Fatos que Mais Impactaram a Perícia Elétrica no Brasil

2025 foi marcado por mudanças regulatórias, eventos climáticos extremos e maior judicialização no setor elétrico.

O ano de 2025 consolidou-se como um período de transição profunda para o setor energético brasileiro. A relação entre consumidores, concessionárias e o Poder Judiciário atingiu um novo patamar de complexidade, exigindo que a engenharia e o direito caminhem lado a lado.

Para quem atua na área de perícia elétrica, tanto judicial quanto extrajudicial, assistência técnica judicial e análise de danos elétricos, esses movimentos passaram a fazer parte do dia a dia dos laudos e pareceres.

Não podemos esquecer também, que a ascenção das leis e normas que envolvem o setor elétrico, como o mercado livre de energia e a geração distribuída, consolidam as mudanças regulatórias que virá para o ano 2026 em diante.


1️⃣ Abertura do Mercado Livre de Energia para o Consumidor Residencial

O mercado livre trouxe novos modelos de contratação e desafios técnicos para a perícia.

O que é

A ampliação do Mercado Livre de Energia (ACL) permitiu que novos perfis de consumidores passassem a contratar energia fora da distribuidora tradicional, escolhendo comercializadoras e condições contratuais.

Por que foi relevante em 2025

Em 2025 surgiram os primeiros conflitos envolvendo faturamento, medições, responsabilidades técnicas e qualidade do fornecimento, exigindo análise pericial mais aprofundada.

Impactos a partir de 2026

Prós: maior controle do consumo e valorização da análise técnica.
Contras: aumento de litígios e dificuldade do consumidor em compreender responsabilidades.


2️⃣ Aumento dos Eventos Climáticos Extremos e dos Danos Elétricos

Eventos climáticos extremos elevaram significativamente os casos de danos elétricos.

O que é

Tempestades severas, ondas de calor e instabilidades na rede elétrica se intensificaram ao longo de 2025.

Por que foi relevante em 2025

O número de equipamentos danificados cresceu, assim como pedidos de ressarcimento e ações judiciais relacionadas à qualidade do fornecimento.

Impactos a partir de 2026

Prós: maior preocupação com proteção elétrica e manutenção preventiva.
Contras: aumento da judicialização e dificuldade de comprovação do nexo causal sem laudo técnico.


3️⃣ Crescimento das Ações de Ressarcimento por Danos Elétricos (ANEEL)

Pedidos de ressarcimento cresceram, mas também as exigências técnicas.

O que é

A regulamentação da ANEEL garante ao consumidor o direito ao ressarcimento por danos causados por falhas na rede elétrica.

Por que foi relevante em 2025

Houve aumento expressivo de solicitações, mas muitos pedidos foram indeferidos por ausência de comprovação técnica adequada.

Impactos a partir de 2026

Prós: maior valorização do laudo técnico bem fundamentado.
Contras: conflitos entre análises das concessionárias e laudos particulares.


4️⃣ Expansão da Geração Distribuída e Conflitos Técnicos

O crescimento da energia solar trouxe novos desafios técnicos e periciais.

O que é

A geração distribuída, especialmente a solar fotovoltaica, continuou crescendo em residências e comércios.

Por que foi relevante em 2025

Falhas de instalação, ausência de proteção adequada e problemas de aterramento passaram a gerar disputas técnicas e judiciais.

Impactos a partir de 2026

Prós: projetos mais criteriosos e alinhados às normas.
Contras: aumento de sistemas mal executados judicializados.


5️⃣ Valorização da Prova Técnica em Processos Judiciais de Energia

Laudos técnicos passaram a ser decisivos para decisões judiciais.

O que é

A complexidade do setor elétrico reforçou a necessidade de provas técnicas claras e fundamentadas.

Por que foi relevante em 2025

Juízes e advogados passaram a depender mais da perícia para compreender questões técnicas envolvendo energia.

Impactos a partir de 2026

Prós: maior valorização do perito e do assistente técnico.
Contras: aumento da responsabilidade técnica e necessidade de atualização constante.


Conclusão

2025 deixou claro que eficiência energética e perícia caminham juntas.

A retrospectiva de 2025 mostra que a perícia de energia elétrica está cada vez mais ligada à gestão de riscos, qualidade do fornecimento, contratos e eventos externos.

De 2026 em diante, o cenário aponta para mais complexidade técnica, maior judicialização e valorização do profissional qualificado.

No site do Canal Eficiente, você encontra análises técnicas aprofundadas sobre esses e outros temas ligados à eficiência energética, perícia elétrica e segurança do setor elétrico.

Lei nº 15.269/2025 e a Abertura do Mercado Livre de Energia no Brasil

Por que essa lei merece sua atenção

A Lei nº 15.269/2025 não é apenas mais uma norma do setor elétrico. Ela representa uma mudança prática na forma como a energia será contratada e paga no Brasil, com reflexos diretos na gestão de custos, nos contratos empresariais e até em disputas judiciais futuras.

Originada da Medida Provisória nº 1.304/2025, essa lei foi criada para modernizar o mercado de energia, abrindo caminho para que, gradualmente, todos os consumidores — inclusive residenciais e pequenos negócios — possam escolher seu fornecedor de energia elétrica.

Em termos simples: no futuro, a energia deixará de ser um serviço totalmente “imposto” pela distribuidora local e passará a funcionar de forma mais parecida com outros serviços essenciais, como telefonia, internet ou planos corporativos.


O que muda na prática com a Lei 15.269/2025

Até hoje, a maior parte dos consumidores brasileiros está no chamado mercado regulado, no qual não existe liberdade de escolha. A distribuidora define o fornecedor, o preço e as condições, restando ao consumidor apenas pagar a fatura.

A Lei 15.269/2025 começa a mudar essa lógica ao criar as bases legais para:

  • mais concorrência entre fornecedores de energia;
  • maior transparência nos preços e contratos;
  • liberdade de negociação, especialmente para empresas;
  • redução gradual da dependência do modelo de contratação por leilões regulados.

Quem será impactado (e por quê isso importa)

A mudança atinge praticamente todos os agentes econômicos, ainda que em ritmos diferentes:

  • Empresários e gestores: passam a ter a possibilidade de tratar a energia como um item estratégico de custo, e não apenas como uma despesa fixa inevitável.
  • Pequenos e médios negócios: poderão negociar contratos mais adequados ao seu perfil de consumo, evitando desperdícios e surpresas tarifárias.
  • Indústrias: ganham mais alternativas de fornecimento, previsibilidade de custos e produtos personalizados.
  • Advogados: encontrarão um novo campo de atuação envolvendo contratos de energia, disputas regulatórias, análise de riscos e assessoramento preventivo.
  • Distribuidoras: tendem a se concentrar cada vez mais na qualidade do serviço, na rede elétrica e na eficiência operacional.

Onde entram os leilões de energia nessa história

Um ponto importante — e que costuma gerar confusão — é o papel dos leilões de energia.

A Lei 15.269/2025 não extingue os leilões. Eles continuam existindo, principalmente para:

  • atender o mercado cativo das distribuidoras;
  • contratar energia de longo prazo;
  • garantir segurança do sistema elétrico.

O que muda é que os leilões deixam de ser o único caminho para suprimento de energia, abrindo espaço para contratações livres, negociadas diretamente entre as partes, com condições mais flexíveis.


Como essa lei pode impactar no seu dia a dia

Os efeitos não são imediatos, mas são profundos.

Empresas e empresários

  • Maior controle sobre o custo da energia;
  • Possibilidade de contratos com preço fixo, indexado ou atrelado a fontes renováveis;
  • Redução de riscos financeiros ligados a oscilações tarifárias.

Consumidor em geral

  • Mais clareza sobre o que se paga;
  • Possibilidade futura de escolha do fornecedor;
  • Estímulo ao consumo consciente e planejado.

Setor jurídico

  • Crescimento da demanda por análise contratual, pareceres técnicos, mediação e atuação preventiva;
  • Necessidade de compreender conceitos técnicos básicos do setor elétrico para melhor assessorar clientes.

Ignorar essa lei pode sair caro

A Lei 15.269/2025 sinaliza uma mudança definitiva de mentalidade no setor elétrico. Energia passa a ser um tema de gestão estratégica, e não apenas operacional.

Não acompanhar essa transformação pode significar:

  • perda de oportunidades reais de economia;
  • assinatura de contratos mal estruturados;
  • exposição a riscos jurídicos e financeiros evitáveis.

Empresas e profissionais que se antecipam tendem a:

  • negociar melhor;
  • reduzir conflitos futuros;
  • tomar decisões mais seguras.

Próximos passos: o que esperar agora

Embora a Lei 15.269/2025 já esteja em vigor, sua aplicação depende de regulamentações que ainda serão publicadas pelos seguintes órgãos:

  • Ministério de Minas e Energia (MME);
  • Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL);
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Entre as próximas etapas esperadas estão:

  1. Definição de um cronograma oficial para a abertura total do mercado livre, por classes de consumo;
  2. Regulamentação do supridor de última instância;
  3. Ajustes nos sistemas de medição, faturamento e liquidação;
  4. Consolidação das regras para consumidores de baixa tensão.

Quando isso deve acontecer?

Ainda não há datas definitivas, mas a expectativa do setor é que a abertura ocorra de forma gradual nos próximos anos, começando pelos consumidores de maior porte e avançando, passo a passo, até alcançar residências e pequenos negócios.


Conclusão

A Lei 15.269/2025 inaugura uma nova fase do setor elétrico brasileiro. Para empresários, representa oportunidade de redução de custos e melhor gestão. Para advogados, abre um campo relevante de atuação preventiva e estratégica.

Acompanhar essa lei, entender seus impactos e se preparar desde já não é apenas prudente — é uma vantagem competitiva.

Super Baterias: a revolução no uso da energia

Baterias estão em tudo hoje em dia. Estão nos nossos celulares, nos carros elétricos, nas casas com energia solar e até nas grandes usinas que aproveitam o vento para gerar eletricidade. Mas você já ouviu falar das super baterias?

Elas vêm ganhando espaço como uma promessa real de transformação: mais duráveis, mais rápidas, mais eficientes. E não estamos falando de um futuro distante — essa revolução já começou, e materiais como o grafeno e o lítio estão puxando a fila dessa mudança.


Mas afinal, o que são as super baterias?

Super baterias são uma nova geração de baterias criadas para superar os limites das que usamos hoje. Enquanto as baterias comuns ainda sofrem com tempo de vida curto, recargas lentas e perda de desempenho, as super baterias chegam com uma proposta ousada: carregar em minutos, durar anos e armazenar muito mais energia em menos espaço.

Tudo isso é possível graças a avanços em materiais. O grafeno, por exemplo, é um material super leve, extremamente resistente e que conduz eletricidade de forma impressionante. Ele, junto com o lítio — que já é bem conhecido no mundo das baterias — forma a base dessas novas tecnologias que prometem mudar o jogo.


Super baterias: um leque de possibilidades

O que torna as super baterias ainda mais interessantes é que elas não servem apenas para um tipo de uso. Muito pelo contrário: elas se adaptam a diferentes aplicações com facilidade.

No setor de energia solar e eólica, por exemplo, elas conseguem armazenar energia de forma mais eficiente, garantindo fornecimento mesmo quando o sol não aparece ou o vento para de soprar.

Nos carros elétricos, são um avanço gigantesco. Imagine poder carregar seu carro em poucos minutos e rodar muito mais quilômetros sem precisar se preocupar com a próxima parada. É isso que essas baterias estão começando a oferecer.

Na automação industrial e nas redes inteligentes de energia (os famosos smart grids), elas trazem estabilidade e inteligência para o sistema, permitindo uma gestão mais eficiente da energia.

E claro, no nosso dia a dia, elas têm tudo para melhorar a autonomia de celulares, notebooks e até dos dispositivos vestíveis, como relógios e fones de ouvido. Tudo isso com menos recargas e mais durabilidade.


Como elas se comparam às baterias comuns?

A diferença entre uma super bateria e uma bateria convencional é gritante. Para começar, elas duram muito mais. Enquanto as baterias atuais começam a dar sinais de cansaço após alguns anos, as super baterias prometem continuar firmes por muito mais tempo.

Outro ponto que chama atenção é a velocidade de carregamento. Com tecnologias baseadas em grafeno, é possível atingir cargas completas em questão de minutos — algo que, até pouco tempo atrás, parecia coisa de ficção científica.

Além disso, são mais eficientes: ocupam menos espaço e armazenam mais energia. Isso é essencial principalmente para dispositivos portáteis e veículos, onde cada centímetro faz diferença.

Claro que ainda existem desafios. O custo de produção dessas baterias é mais alto e a produção em larga escala ainda está se desenvolvendo. Mas a boa notícia é que os avanços tecnológicos estão reduzindo essas barreiras rapidamente.


Um passo rumo a um futuro mais limpo e eficiente

As super baterias não são apenas uma melhoria pontual. Elas representam uma verdadeira mudança de paradigma. Com elas, a transição para fontes renováveis de energia se torna muito mais viável. A mobilidade elétrica avança com mais confiança. E a forma como usamos tecnologia no dia a dia se torna mais sustentável.

Estamos caminhando para um mundo onde a energia será mais acessível, mais limpa e muito mais eficiente. E tudo isso graças à combinação de ciência, inovação e materiais como o grafeno e o lítio.


Se você gosta de acompanhar essas novidades e quer continuar por dentro das principais tendências em energia, automação e sustentabilidade, já sabe: continue com a gente no Canal Eficiente.

Saudações a todos e tudo de bom!

Como Evitar Danos Elétricos Durante Tempestades ⚡

O Brasil é um país de contrastes: ao mesmo tempo em que oferece paisagens naturais deslumbrantes, também enfrenta tempestades intensas e frequentes. E quando a natureza resolve mostrar sua força, os aparelhos eletrônicos costumam ser os primeiros a sofrer as consequências.

Neste artigo, vamos te mostrar como proteger seus equipamentos eletrônicos durante tempestades, usando dados reais sobre a incidência de raios no Brasil e dicas práticas que podem evitar prejuízos. Preparado? Vamos lá!


🌩 Tempestades no Brasil: Um Campeão Mundial em Raios


Você sabia que o Brasil é líder mundial em incidência de raios? Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), cerca de 77,8 milhões de raios atingem o país todos os anos — principalmente nas regiões Sudeste e Sul, durante o verão.

Esses fenômenos naturais, além de impressionantes, causam danos consideráveis. Estima-se que mais de 500 mil aparelhos eletrônicos são danificados por tempestades anualmente, o que representa um prejuízo gigantesco para residências e empresas.


⚠️ Os Riscos para Seus Aparelhos


Quando um raio atinge a rede elétrica, ele pode provocar picos de tensão capazes de queimar componentes internos de eletrônicos e eletrodomésticos. O prejuízo pode ser alto, especialmente se forem equipamentos caros ou de uso profissional, como computadores, modems, TVs ou geladeiras.


🛡 Como Proteger Seus Equipamentos Durante Tempestades


Veja abaixo algumas dicas práticas para proteger sua casa:

  • Desconecte os aparelhos da tomada: Sempre que houver previsão de tempestade, retire da tomada TVs, notebooks, carregadores e outros aparelhos.
  • Use protetores de surto: Eles ajudam a absorver a energia excedente e proteger os dispositivos.
  • Instale um DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos): Deve ser instalado no quadro de luz para proteger toda a instalação elétrica.
  • Evite usar aparelhos durante tempestades: Mesmo com proteção, o uso durante raios ainda é arriscado.
  • Não tome banho durante a tempestade: Evite o uso de chuveiros elétricos, pois há risco de choque elétrico.
  • Faça manutenção elétrica regular: Uma instalação bem cuidada reduz os riscos de curto-circuito e queima de aparelhos.
  • Considere instalar um para-raios: Principalmente se você mora em uma região com alta incidência de tempestades.
  • Utilize nobreaks: Para equipamentos sensíveis, como computadores ou roteadores, nobreaks são uma excelente proteção contra quedas de energia e surtos.

🛠 O Que Fazer Se Seus Aparelhos Foram Danificados


Mesmo tomando todas as precauções, acidentes podem acontecer. Se algum dos seus aparelhos foi danificado por uma tempestade, há um caminho legal a seguir.

De acordo com a Resolução Normativa nº 1000/2021 da ANEEL, as concessionárias de energia são obrigadas a ressarcir consumidores em caso de dano por falhas na rede elétrica.

Veja o que fazer:

  1. Entre em contato com a distribuidora de energia o mais rápido possível.
  2. Registre uma reclamação formal, informando o dia e horário do problema.
  3. Solicite a inspeção técnica e apresente documentos como:
    • Laudo técnico de um eletricista ou perito,
    • Nota fiscal do aparelho (se possível),
    • Fotos do equipamento danificado.

Dica extra: mantenha um inventário dos seus eletrônicos com notas fiscais digitalizadas para agilizar esse processo.


✅ Conclusão: Melhor Prevenir do que Remediar

Como vimos, o Brasil tem uma das maiores incidências de raios do mundo, e os prejuízos causados por tempestades são muito comuns — mas evitáveis.

Com medidas simples, como desligar os aparelhos da tomada e investir em equipamentos de proteção, você pode evitar danos, proteger seu patrimônio e ainda garantir a segurança da sua família.

Preparado para o Novo Mundo do Trabalho? A Automação Chegou pra Ficar

O mercado de trabalho tá passando por uma baita transformação, e a culpa (ou seria o mérito?) é da automação. Robôs, inteligência artificial e softwares espertos tão fazendo um monte de tarefas que antes eram feita por nós, humanos. Mas e aí, como é que a gente fica nessa história? Quais profissões vão sumir do mapa e quais oportunidades novinhas em folha tão pintando por aí?

No artigo aqui no Canal Eficiente, a gente vai botar a lupa nessas mudanças e te dar um toque de como se preparar pra esse futuro que já tá batendo na porta. Fica ligado!

💀 Já Era Pra Elas: As Carreiras que a Automação Mandou Passear (e as Próximas da Fila!)

A real é que a automação já mudou muita coisa no mercado. Algumas profissões, que já foram super importantes, acabaram virando peça de museu com a chegada da tecnologia. Pra refrescar a memória:

  • Cobrador de Ônibus: Com o bilhete eletrônico, muita gente que cobrava passagem acabou ficando sem trampo.
  • Operador de Telemarketing: Robôs de atendimento e programas de conversa inteligente (chatbots) fizeram a vez de muita gente no telefone.
  • Datilógrafo: Com o computador e os programas de texto, quem só sabia digitar rapidão na máquina de escrever perdeu o espaço.
  • Agente de Viagens: Hoje em dia, a galera prefere planejar e comprar tudo online, diminuindo a procura por agências.
  • Operador de Caixa de Supermercado: As máquinas de autoatendimento tão se multiplicando, e menos gente precisa passar as compras no caixa.

🚁 Tecnologias Avançadas em Drones: O Futuro Já Está no Ar

Os drones estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia — e não apenas como brinquedos ou ferramentas de filmagem. Eles estão ganhando espaço em setores como agricultura, segurança, logística, meio ambiente e muito mais.

Mas o que está por trás dessa transformação? Neste artigo, você vai conhecer as tecnologias que estão impulsionando os drones para o futuro, tornando essas pequenas máquinas voadoras mais inteligentes, eficientes e indispensáveis.


✈️ A Evolução dos Drones

Lá no começo, os drones tinham uma função bem específica: uso militar. Eles eram utilizados principalmente para reconhecimento e, em alguns casos, para ataques.

Com o passar dos anos, a tecnologia se popularizou e começou a ser adaptada para outras áreas. Hoje, os drones são:

  • Ferramentas de trabalho agrícola, ajudando produtores a monitorar suas plantações;
  • Apoio em missões de resgate, alcançando locais perigosos;
  • Recursos para fotógrafos e cinegrafistas, registrando cenas incríveis;
  • Soluções para empresas de logística, que começam a testar entregas por via aérea.

E a grande virada? O surgimento dos drones autônomos, que voam, pensam e decidem — tudo sozinhos.


🔍 Sensores e Câmeras de Alta Precisão

Você já viu a qualidade das imagens captadas por drones profissionais? É impressionante! Isso é possível graças a sensores cada vez mais poderosos, como:

  • LiDAR (usado para mapeamento 3D);
  • Câmeras térmicas, que detectam variações de temperatura;
  • Sensores ópticos de alta resolução, perfeitos para inspeções técnicas.

Esses recursos são essenciais em áreas como a agricultura de precisão, onde cada detalhe importa. Um drone equipado com os sensores certos pode identificar uma planta com problemas antes mesmo que o olho humano perceba.


🧠 Inteligência Artificial e Machine Learning

Aqui a conversa começa a ficar ainda mais interessante. Com inteligência artificial (IA) embarcada, os drones são capazes de:

  • Identificar pessoas, objetos e obstáculos;
  • Acompanhar alvos automaticamente;
  • Tomar decisões com base no ambiente ao redor.

Já o machine learning entra em cena quando o drone começa a aprender com suas próprias experiências. Ele “entende” padrões, melhora sua rota, economiza bateria e aumenta sua eficiência a cada voo.

Na prática, isso significa que ele pode patrulhar uma área, identificar intrusos e até enviar alertas — tudo isso sem ninguém operando manualmente.


🌐 Conectividade 5G: O Drone Sempre Online

A chegada do 5G abriu um novo universo de possibilidades. Com essa tecnologia, os drones conseguem:

  • Transmissão de vídeos em tempo real, sem travamentos;
  • Controle remoto com latência quase zero (ótimo para operações delicadas);
  • Sincronização entre vários drones ao mesmo tempo, o que permite ações em grupo, como shows com drones ou inspeções simultâneas.

Imagine um drone fazendo uma entrega numa cidade grande e o operador acompanhando tudo com clareza, em tempo real, mesmo a quilômetros de distância. Isso já está acontecendo.


⚡ Energia de Alta Densidade: Mais Tempo no Ar

Um dos maiores desafios sempre foi a autonomia dos drones. As baterias tradicionais limitavam muito o tempo de voo.

Hoje, porém, estamos vendo avanços incríveis com:

  • Baterias de lítio-enxofre e lítio-ar, que oferecem mais energia com menos peso;
  • Sistemas de carregamento rápido;
  • E até recarga sem fio, para drones que trabalham em revezamento.

Tudo isso permite que os drones fiquem mais tempo no ar e façam mais com menos interrupções — algo fundamental em situações como resgates e monitoramentos ambientais.We Write Better+1Verticis+1


🌱 Aplicações Futuras Promissoras

O céu não é mais o limite — é o começo! Veja onde os drones ainda vão brilhar:

  • Entregas urbanas: Imagine receber sua compra em minutos, direto na sua janela.
  • Agricultura inteligente: Aplicação de insumos e monitoramento de lavouras com precisão milimétrica.
  • Preservação ambiental: Monitoramento de áreas de desmatamento, espécies em extinção e coleta de dados em áreas remotas.

O que antes parecia ficção científica, hoje está batendo à porta.


✨ Conclusão: O Céu Está Mais Inteligente

A soma de tecnologias como IA, sensores precisos, conectividade 5G e baterias de última geração está criando uma nova geração de drones — mais autônomos, eficientes e úteis do que nunca.

Seja no campo, na cidade ou no meio da floresta, os drones estão prontos para nos ajudar a viver melhor, trabalhar com mais eficiência e proteger o mundo em que vivemos.


Gostou do conteúdo?
Deixe seu comentário, compartilhe com quem curte tecnologia e continue acompanhando o Canal Eficiente para mais conteúdos incríveis como este!

Saudações a todos e tudo de bom!

☀️ Descubra as Últimas Novidades da Energia Solar 💡

Já parou para imaginar um amanhã onde a energia jorra limpa, farta e ao alcance de todos? Um futuro com cidades mais respiráveis e um planeta mais verde? Pois essa visão não é mais utopia. Com as últimas novidades referente a energia solar, essa visão utópica está cada vez mais perto de se concretizar, e o grande protagonista dessa transformação é o Sol!

Aqui no Canal Eficiente, a gente adora mergulhar em temas que realmente fazem a diferença, e hoje não será diferente. Vamos juntos explorar as últimas sacadas do setor solar, aquelas inovações que estão dando um chega pra lá nos modelos antigos e iluminando um novo caminho para o nosso mundo. Curioso para saber o que o futuro nos reserva sob o sol? Então, prepare-se, porque a viagem pelo universo da energia limpa acaba de começar!

🔆 O Sol ao Alcance de Todos: A Energia Solar Mais Acessível do Que Nunca 💰

Lembra de quando energia solar parecia coisa de filme de ficção científica ou artigo de revista especializada? Pois bem, essa realidade mudou! Graças a uma combinação poderosa de mentes brilhantes e produção em larga escala, o custo dos painéis solares despencou. Hoje, instalar um sistema fotovoltaico no telhado de casa ou na sua empresa está mais em conta do que nunca, e o tempo para ver o dinheiro investido voltar para o seu bolso está cada vez menor.

Mas a boa notícia não para por aí! A turma da tecnologia não ficou parada, e a eficiência dos painéis solares deu um salto gigante. Agora, conseguimos gerar muito mais energia ocupando menos espaço. É como se a gente tivesse domesticado o sol de uma forma ainda mais inteligente!

✨ Além dos Telhados: As Novas Fronteiras da Energia Solar 🗺️

A energia solar não se contenta mais em ficar quietinha nos telhados. A imaginação dos cientistas e engenheiros está rompendo barreiras e abrindo um leque de possibilidades que a gente nem sonhava.

Já pensou em drones voando sobre imensas usinas solares, como verdadeiros olhos no céu, monitorando cada detalhe e otimizando o desempenho? Pois essa tecnologia já é realidade! E os telhados? Estão ficando espertos, gerando sua própria energia e ainda guardando um “extra” para usar depois.

A integração da energia solar com a construção civil também está decolando. Fachadas de prédios que também são painéis solares, estacionamentos que geram energia para carregar carros elétricos… O sol está se tornando parte integrante do nosso dia a dia, de formas cada vez mais criativas e eficientes.

💚 O Impacto que Vai Além da Conta de Luz: Meio Ambiente 🤝 Economia de Mãos Dadas 💰

A energia solar não é só uma fonte limpa e que se renova a cada amanhecer. Ela é um investimento pesado no futuro do nosso planeta. Ao diminuir a nossa dependência dos combustíveis fósseis, estamos dando um respiro para a atmosfera, reduzindo a emissão de gases que causam o efeito estufa e combatendo as temidas mudanças climáticas.

E não para por aí! Essa revolução solar também está aquecendo a economia, gerando novos empregos, desde a fabricação e instalação dos sistemas até a pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. É um ciclo virtuoso onde o cuidado com o planeta e o crescimento econômico caminham lado a lado.

🌟 Um Horizonte Dourado: O Futuro Otimista da Energia Solar 🚀

Não tem jeito, o futuro da energia tem a cor do sol! Com a tecnologia avançando a passos largos, os custos caindo e uma consciência global cada vez maior sobre a importância de soluções sustentáveis, a energia solar está trilhando um caminho para se tornar a principal fonte de energia do nosso planeta.

Imagine só: um mundo onde a energia é abundante, limpa e acessível para cada pessoa. Cidades mais saudáveis, um ar mais puro para respirar e um planeta protegido para as próximas gerações. Esse futuro não é um sonho distante, ele está cada vez mais perto de se tornar a nossa realidade!

☀️ A Hora de Brilhar: Conclusão 🎬

O futuro da energia é solar. E a pergunta que fica é: você está pronto para fazer parte dessa revolução luminosa? Não espere mais! Comece hoje mesmo a sua jornada rumo a um futuro mais sustentável, seja adotando a energia solar na sua casa, na sua empresa ou simplesmente buscando mais informações sobre esse universo fascinante. Juntos, podemos construir um amanhã mais limpo, mais próspero e com muito mais sol para todos!

O Futuro sobre Rodas: A Saga dos Carros Elétricos 🚗⚡

Hoje, a gente vai mergulhar de cabeça no universo dos carros elétricos. Sim, aqueles carros “modernos” e silenciosos, mas que prometem um futuro mais limpo e sustentável. 😉

A gente vê uns modelos estilosos rodando por aí, a galera comentando sobre a “energia limpa”, mas a real é que essa mudança ainda tá engatinhando em muitos lugares. Quais são os problemas dessa evolução elétrica? Por que ainda não vemos uma invasão de elétricos nas nossas ruas? E, mais importante, quais são as ideias geniais que podem destravar esse futuro e fazer a gente finalmente dar um fim pros postos de gasolina?

Se você também tá nessa vibe de entender o que acontece nos bastidores da mobilidade elétrica, prepara o café e chega mais! O Canal Eficiente está conectado!

Capítulo 1: “Cadê a Tomada?” – O Drama da Infraestrutura de Carregamento 🔌 🤦‍♂️

Não adianta ter aquela máquina elétrica dos sonhos na garagem se, na hora do “vamo vê”, a gente não acha um lugar decente pra recarregar a bateria, né? Um dos maiores “sinistros” nessa história de carro elétrico é a tal da infraestrutura de carregamento. Pra ser sincero, em muitos cantos do Brasil e do mundo, achar um ponto de recarga é quase como procurar agulha no palheiro.

A Luz no Fim do Túnel: Mas a esperança é a última que morre. Mais estações de carregamento espalhadas por tudo quanto é canto: nas cidades, nas estradas, nos shoppings… E, claro, uma forcinha do governo pra incentivar a iniciativa privada a investir nessa infraestrutura é fundamental.

Pra Ver que Não é Balela: Lá na Noruega, os caras são “nível hard” em carro elétrico. E não é à toa! O governo botou a mão na massa e investiu pesado em criar uma rede de carregadores que funciona de verdade em todo o país. Resultado? Andar de elétrico por lá virou algo supertranquilo!

Capítulo 2: “Ai, Meu Bolso!” – O Custo Salgado dos Elétricos 💸 😭

Outro nó na garganta de muita gente é o preço dos carros elétricos. Convenhamos, eles ainda costumam ser mais “carinhos” que os nossos tradicionais “beberrões” de gasolina.

A Luz no Fim do Túnel: Mas a tendência é boa! Com mais gente comprando e as fábricas produzindo em maior escala, a lógica da economia entra em jogo e os preços tendem a cair. Além disso, uns incentivos fiscais aqui, uns subsídios ali, podem dar um alívio no bolso na hora de realizar o sonho do elétrico.

Pra Ver que Não é Miragem: Nos Estados Unidos, quem comprou carro elétrico e se encaixou em certos programas de incentivo do governo conseguiu um bom desconto na hora da compra. Uma ajudinha sempre é bem-vinda, né?

Capítulo 3: “Essa Bateria Aguenta a Ida e a Volta?” – A Tecnologia das Baterias em Evolução 🔋 🤔

As baterias são o coração e, às vezes, a dor de cabeça dos elétricos. A gente se pergunta: “Dá pra ir longe com uma carga só?”, “Vou ter que esperar uma eternidade pra carregar de novo?”, “Essa bateria vai durar até eu trocar de carro?”.

A Luz no Fim do Túnel (A Ciência Não Para!): A boa notícia é que a tecnologia das baterias tá evoluindo numa velocidade incrível! Os cientistas e as empresas estão quebrando a cabeça para criar baterias com mais autonomia, que carreguem mais rápido e que tenham uma vida útil cada vez maior. As famosas baterias de estado sólido prometem ser um game changer nessa história!

Pra Ver que a Coisa é Séria: Gigantes como Tesla e Panasonic estão investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento de baterias de última geração. A meta é clara: acabar com a “ansiedade de alcance” e tornar o elétrico uma opção ainda mais prática.

Capítulo 4: “Será que Eu Me Acostumo?” – A Aceitação da Galera pelos Elétricos 🤷‍♂️

Por fim, mas não menos importante, temos a gente, os consumidores! Muita gente ainda olha pro carro elétrico com desconfiança, cheio de dúvidas se ele vai dar conta do recado no dia a dia.

A Luz no Fim do Túnel (A Experiência é a Alma do Negócio!): A melhor forma de mudar essa percepção é através da informação e da experiência. Deixar as pessoas fazerem um test-drive, participar de campanhas de conscientização que mostrem os benefícios e ver empresas adotando frotas elétricas no dia a dia ajudam a quebrar o gelo e a mostrar que o elétrico não é nenhum bicho de sete cabeças.

Pra Ver que a Ideia Cola: Em São Francisco, nos Estados Unidos, rolaram uns eventos de test-drive bem legais que permitiram que as pessoas dirigissem carros elétricos e tirassem suas próprias conclusões. Depois de sentir a “pegada” e ver os benefícios, muita gente mudou de opinião!

Conclusão: O Futuro é Elétrico, Mas a Gente Ainda Tá Aprendendo a Dirigir! 🚦

Pra resumir a nossa conversa, vimos que a jornada dos carros elétricos ainda tem uns percalços no caminho: a falta de carregadores por toda parte, o preço que ainda assusta, a tecnologia das baterias que precisa evoluir mais e a nossa própria adaptação a essa nova realidade.

Mas, como vimos, a luz no fim do túnel é forte! A tecnologia tá avançando, os governos e as empresas estão se mexendo, e a gente, aos poucos, tá começando a entender que o futuro da mobilidade pode ser bem mais silencioso e limpo.

E aí, qual a sua opinião sobre essa “vibe” dos elétricos? Já pensou em ter um na garagem? Deixa seu comentário aqui embaixo!

Lembre-se: conhecimento é a nossa “gasolina” para um futuro mais inteligente e eficiente! 😉

Cidades Inteligentes e Sustentáveis: O Futuro Já Chegou

Já parou pra pensar em como seriam as cidades do futuro? Imagina um lugar onde a tecnologia e a natureza dão as mãos pra criar um ambiente mais saudável, eficiente e que a gente realmente curta viver. Pois é, pode ir se acostumando com essa ideia, porque esse é o mundo das cidades inteligentes e sustentáveis, e a transformação já começou!

Nesse artigo, vamos passar por essas inovações que estão dando um up nas nossas cidades, deixando tudo mais inteligente, mais verde e com a cara do futuro.

Preparem-se! O Canal Eficiente está conectado pra te mostrar as novidades que estão moldando as cidades do amanhã!

Desvendando a Mágica: O Que Torna uma Cidade “Inteligente”? 🤔

Mas, afinal, o que é uma cidade inteligente? É uma cidade que usa a tecnologia como ferramenta principal pra melhorar a vida da gente e cuidar dos recursos da cidade de um jeito esperto. Pensa no trânsito, na energia, na segurança… tudo conectado e funcionando direitinho com a ajuda de dados e da inteligência artificial. É quase como se a cidade ganhasse vida própria, aprendendo e se adaptando o tempo todo!

Mobilidade que Respira: Um Futuro Mais Verde nas Ruas 🚴🚌⚡

Se tem um problema que toda cidade grande enfrenta é o trânsito, né? Mas as cidades inteligentes estão chegando com soluções que são um respiro de ar fresco (literalmente!). Bicicletas compartilhadas pra dar um rolê sem poluir, ônibus elétricos que não soltam fumaça e incentivos pra galera usar carros elétricos. E a tecnologia ainda ajuda a planejar a cidade de um jeito mais inteligente, pra gente não precisar se deslocar tanto e diminuir a zoeira e a poluição.

Energia Limpa e Inteligente: O Coração Verde da Cidade ☀️💨💡

A energia é o que faz a cidade funcionar, e nas cidades inteligentes, essa energia tá ficando cada vez mais limpa. Usar o sol que brilha pra caramba e o vento que sopra forte pra gerar eletricidade diminui a nossa dependência daqueles combustíveis antigos que poluem tanto. E não para por aí! As cidades espertas também investem em tecnologias pra gente usar a energia de um jeito mais consciente, tipo iluminação pública que só acende quando precisa e prédios que economizam energia naturalmente.

Conectados e Vivos: Cidades Feitas Para as Pessoas 🌳📱🗣️

Mas não adianta ter só tecnologia se a gente não tiver qualidade de vida, certo? As cidades inteligentes também investem em áreas verdes pra gente relaxar, espaços públicos bacanas pra gente se encontrar e uma conexão entre a gente e a cidade que funciona de verdade. Dá pra usar aplicativos pra resolver coisas com a prefeitura, participar de decisões online e ter acesso a serviços públicos de um jeito muito mais fácil. É a tecnologia trabalhando pra gente!

Pra Concluir: O Futuro Urbano Já Bateu na Nossa Porta! 🚪

As cidades inteligentes e sustentáveis não são só uma ideia legal pro futuro, elas já estão acontecendo! Juntando a tecnologia com a preocupação com o meio ambiente, a gente pode criar cidades mais justas, eficientes e que são um lugar muito melhor pra viver. A gente precisa investir nessas ideias inovadoras pra construir um futuro mais bacana pra todo mundo. E aí, você tá pronto pra fazer parte dessa transformação?

E aí, curtiu essa visão do futuro das cidades? Quer saber mais sobre como a gente pode construir um mundo mais sustentável? Deixa sua opinião aqui nos comentários! E não esquece de compartilhar esse artigo com a galera pra gente espalhar essa ideia!

Drones no Céu para Auxiliar na Perícia Elétrica

O mundo da perícia elétrica, que sempre prezou pela precisão cirúrgica e pela segurança total, ganhou um reforço de peso (ou melhor, de leveza!): os drones. Aqueles “brinquedos” voadores que a gente via mais em filmes e em fotos aéreas agora estão invadindo o setor elétrico, trazendo uma visão totalmente nova e muito mais esperta para inspecionar e analisar instalações gigantescas e, às vezes, bem complicadas de chegar.
A seguir, veremos as principais utilidades dos drones para as perícias elétricas.

Drones: Mas Que Bicho Voador é Esse e Pra Que Serve na Perícia?

Pra botar em miúdos, um drone é tipo um aviãozinho sem piloto, que a gente controla de longe, aqui do chão. Mas não se engane pela aparência! Equipados com câmeras que filmam e fotografam em altíssima qualidade, sensores que sentem o calor e outros apetrechos tecnológicos, eles viram os olhos do perito lá no alto.


E pra que servem esses “olhos voadores”? A lista é grande e impressiona:
Raio-X Aéreo: Os drones conseguem capturar imagens e vídeos super detalhados de lugares que seriam um sufoco pra gente chegar perto, tipo no alto de uma torre de transmissão, em cima de uma subestação ou nos telhados cheios de painéis solares.


Visão Térmica de Águia: Com câmeras especiais, eles identificam pontos quentes em equipamentos elétricos, mostrando onde pode ter um problema antes que a coisa fique feia.


Mapa 3D na Mão: Eles criam modelos tridimensionais super precisos das instalações elétricas, facilitando a vida na hora de analisar o espaço e planejar qualquer intervenção.


Vigia Aéreo: Dá pra usar pra monitorar a segurança em áreas de risco e acompanhar obras em tempo real, garantindo que todo mundo esteja seguro e que as instalações não sofram danos.


Detetive de Estragos: Se rolar algum problema, tipo uma falha ou uma tempestade, eles conseguem avaliar os danos rapidinho, ajudando a gente a fazer um laudo bem certinho.


O Céu Não é o Limite: Como os Drones Estão Conquistando a Perícia Elétrica.

A verdade é que os drones estão ganhando cada vez mais espaço na perícia elétrica. No começo, rolava aquela desconfiança. No entanto, os benefícios em termos de segurança (adeus, escaladas perigosas!), rapidez (inspeções que levavam dias agora são feitas em horas!) e economia (menos gente em campo, menos equipamento pesado…) conquistaram a galera do setor.


Hoje em dia, é cada vez mais comum ver drones sobrevoando aquelas linhas de transmissão que cortam o país, procurando por falhas sem botar ninguém em risco. Nos parques solares, eles fazem um “check-up” nos painéis rapidinho, achando aqueles que não estão rendendo como deveriam. E nas subestações, eles filmam e fotografam tudo de pertinho, permitindo uma análise detalhada sem precisar desligar a energia de uma galera.


Exemplos Práticos

Pra você ter uma ideia do poder desses drones na perícia elétrica, vejamos esses casos hipotéticos:


Caso 1: A Torre de Transmissão “Casca Grossa”


O time da Energisa Sol tava quebrando a cabeça com uma torre de alta tensão que ficava num lugar complicado de chegar, cheio de perigo de cair e com um terreno instável. Pra subir lá, ia levar um tempo e botar a equipe em risco.


A Jogada de Mestre com o Drone: Um perito da empresa botou um drone com uma câmera top de linha para sobrevoar. Em poucas horas, o drone filmou e fotografou cada pedacinho da torre. Ele achou também uns pontos de ferrugem em parafusos importantes e um isolador quebrado que, a olho nu, ia passar batido. Com essas imagens super nítidas, a equipe de manutenção soube exatamente onde mexer, economizando tempo, dinheiro e, o mais importante, evitando um acidente sério.


Caso 2: O Mistério do Calor na Subestação


Numa inspeção normal numa subestação da Concessionária, os técnicos notaram que um transformador tava esquentando demais. Mas não conseguiam descobrir o que tava causando isso sem desligar tudo, o que ia deixar um monte de gente sem luz.


A Visão de Raio-X do Drone Térmico: Eles usaram um drone com uma câmera que enxerga o calor. Voando pertinho do transformador ligado, o drone mostrou um ponto super quente numa conexão interna, indicando que podia ter alguma coisa solta ou enferrujada. Com essa informação precisa, a equipe conseguiu arrumar o problema rapidinho, sem precisar cortar a energia de ninguém.


Caso 3: O Parque Solar com problema


A turma da Solar Bem Estar tava vendo que o parque solar deles não tava gerando tanta energia quanto devia. Mas com tantos painéis instalados, era impossível achar os que estavam com defeito rapidinho.


O Drone Detetive de Painéis: Eles botaram um drone com uma câmera térmica pra sobrevoar o parque durante o dia. As imagens mostraram vários painéis mais quentes que os outros, indicando que as células estavam com problema. Com um mapa certinho de onde estavam os painéis defeituosos, a equipe conseguiu trocar só eles, economizando tempo e voltando a gerar energia total rapidinho.


O Futuro é um Voo Solo: O Que Esperar dos Drones na Perícia Elétrica


O futuro da perícia elétrica com drones promete ser ainda mais incrível. Afinal, com a tecnologia avançando, podemos esperar drones cada vez mais espertos, que voam por mais tempo. Eles processam informações na hora e se conectam com softwares super avançados.

A tendência é que eles virem ferramentas essenciais, com o intuito de garantir que as inspeções e análises no setor elétrico sejam cada vez mais seguras, eficientes e precisas.
E por hoje é isso, pessoal! Espero que tenham curtido essa viagem pelo mundo dos drones na perícia elétrica.

Mitos e Verdades sobre a Energia Solar

Quando o assunto é energia solar, é natural que surjam dúvidas e, muitas vezes, mitos que acabam confundindo a gente. Será que é cara? Será que só funciona em dias ensolarados? E o lance de atrair raios? Calma, vamos esclarecer tudo isso agora de forma simples e descontraída.

Vamos juntos desmistificar a energia solar e entender por que ela é uma opção incrível para a sua casa, o seu bolso e o planeta!

Mito 1: “Energia solar é muito cara”

Esse mito já está ultrapassado! É verdade que, no passado, os sistemas de energia solar eram mais caros, mas a tecnologia evoluiu muito, e os preços caíram bastante. Hoje, o investimento inicial não só cabe no planejamento de muitas famílias, como também oferece um retorno rápido. Pense bem: economia na conta de luz e até a possibilidade de vender energia excedente? Parece ótimo, né?

E tem mais: existem vários programas de financiamento e incentivos governamentais para facilitar ainda mais o acesso. É uma solução acessível e inteligente!

Mito 2: “Só funciona em dias ensolarados”

Errado! Os painéis solares trabalham muito bem mesmo em dias nublados ou chuvosos. Claro, a produção pode ser um pouco menor, mas eles captam a chamada radiação solar difusa. E, com sistemas que armazenam energia em baterias, você ainda garante o uso durante a noite. Energia solar é sinônimo de eficiência e praticidade o tempo todo!

Mito 3: “Painéis solares atraem raios”

Esse aqui é clássico e totalmente sem fundamento. Os sistemas solares são superseguros. Eles têm aterramento projetado justamente para proteger sua casa, desviando descargas elétricas para o solo. E mais: em alguns casos, os painéis até ajudam a proteger sua residência de raios. Segurança nunca é demais, né?

Mito 4: “Os painéis ocupam muito espaço”

Hoje em dia, isso não é problema. Os painéis solares estão mais modernos, eficientes e até compactos. Existem soluções para diversos tipos de ambientes, desde telhados pequenos de casas até instalações maiores para empresas. O importante é adaptar à sua necessidade e aproveitar os benefícios.

Mito 5: “É prejudicial ao meio ambiente”

Muito pelo contrário! Energia solar é amiga do meio ambiente. Ela é limpa, renovável e contribui diretamente para a redução da emissão de poluentes. Ao optar por energia solar, você não só cuida do bolso, como também ajuda na preservação do planeta. É uma escolha com impacto positivo!

Conclusão

Agora que derrubamos os mitos, ficou mais claro como a energia solar é uma tecnologia acessível, eficiente e cheia de vantagens. Adotar essa solução é investir no futuro, economizar hoje e cuidar do meio ambiente.

Se ainda tiver dúvidas, procure um especialista e descubra como a energia solar pode transformar a sua vida. E lembre-se: investir em energia solar é investir em um amanhã mais sustentável e cheio de possibilidades!

Introdução aos CLPs: O Coração da Automação Industrial

Se você já se perguntou como as fábricas modernas funcionam como um relógio, com linhas de produção intrincadas e máquinas trabalhando em perfeita sincronia, prepare-se para conhecer um dos seus segredos: os Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Esses caras são verdadeiros maestros da automação industrial, dispositivos robustos e inteligentes que controlam e monitoram desde a montagem de um carro até a produção de alimentos.

O Que São CLPs e Como Funcionam?

Pensa num computador turbinado, feito sob medida para aguentar o tranco do ambiente industrial. É basicamente isso que é um CLP. Ele fica ali, recebendo informações de diversos “olhos e ouvidos” eletrônicos – os sensores e outros dispositivos. Com esses dados em mãos, ele pensa rapidinho, seguindo um programa que já foi carregado na sua memória, e manda um monte de comandos para os “braços e pernas” da fábrica: os atuadores, motores e outros equipamentos.

Pra entender como essa mágica acontece, o CLP segue um ciclo bem simples:

  • De Olho em Tudo (Entrada): Ele fica ligado nos sinais que chegam dos sensores, botões e outros dispositivos espalhados pela fábrica. É como se ele estivesse constantemente perguntando: “E aí, tudo certo por aí?”.
  • Pensando e Decidindo (Processamento): Com as informações que ele recebe, o programa que está guardado na sua memória entra em ação. É ali que a lógica de controle é executada: “Se o sensor X disser que tal coisa aconteceu, então manda o motor Y fazer aquilo”.
  • Botando Pra Fazer (Saída): Depois de processar tudo, o CLP envia sinais elétricos para os atuadores, motores e outros equipamentos, dizendo exatamente o que eles precisam fazer. É como se ele estivesse dando as ordens: “Motor Y, pode começar a girar!”.

Principais Programas Utilizados

Para “ensinar” um CLP a fazer o que a gente quer, existem algumas linguagens de programação que são as mais usadas no mundo da automação:

  • Diagrama de Contatos (Ladder Diagram – LD): Essa é uma linguagem bem visual, que lembra aqueles antigos diagramas elétricos com chaves e bobinas. É muito popular entre técnicos e engenheiros eletricistas porque facilita entender a lógica de controle.
  • Diagrama de Blocos Funcionais (Function Block Diagram – FBD): Aqui, a gente usa bloquinhos que representam diferentes funções lógicas e matemáticas, ligando uns aos outros para criar um fluxo de controle. É como montar um quebra-cabeça lógico.
  • Texto Estruturado (Structured Text – ST): Essa linguagem já é mais parecida com as linguagens de programação que a gente vê por aí, como o Pascal. Ela é poderosa para criar lógicas de controle mais complexas.

Aplicações Práticas na Automação Industrial

Os CLPs estão por toda parte na indústria, controlando uma variedade enorme de processos:

  • Nas Linhas de Montagem: Eles coordenam robôs, esteiras transportadoras e outros equipamentos para montar produtos de forma rápida e precisa.
  • Nos Sistemas de Embalagem: Eles controlam as máquinas que embalam, etiquetam e colocam os produtos em paletes.
  • Na Indústria Alimentícia: Eles supervisionam a produção, o envase e a embalagem dos alimentos que chegam à nossa mesa.
  • Na Indústria Química: Eles controlam as misturas, as reações químicas e a destilação de substâncias.
  • No Saneamento Básico: Eles monitoram o nível dos reservatórios e acionam as bombas para garantir o abastecimento de água.
  • Nos Sistemas de Segurança: Eles controlam portões automáticos, catracas e outros dispositivos para garantir o acesso seguro.

O Futuro dos CLPs na Automação Industrial

E o futuro dos CLPs na automação industrial é super promissor! Com as novas tecnologias surgindo e a busca por fábricas cada vez mais inteligentes e eficientes, a tendência é que os CLPs fiquem ainda mais poderosos. A integração deles com a Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT) vai permitir criar sistemas de automação muito mais flexíveis, que se adaptam às mudanças e até tomam decisões sozinhos.

Então, da próxima vez que você vir uma fábrica funcionando perfeitamente, lembre-se dos CLPs – os cérebros por trás dessa revolução tecnológica que está transformando a indústria!

Automação de Processos Administrativos: O Futuro da Eficiência

A Virada da Chave: Como a Automação Deu um Up na Nossa Rotina Administrativa

Hoje em dia, pensar em empresa de qualquer tamanho tocando o dia a dia sem uma boa dose de automação administrativa é quase impensável. Com a correria dos negócios e a gente sempre buscando um jeito de fazer mais com menos tempo e grana, essa tecnologia virou tipo um superpoder pra deixar tudo mais produtivo e funcionando redondinho.

A história da automação é bem interessante, começou lá no século XIX com a chegada da máquina de escrever (quem diria!), passou pela revolução dos primeiros computadores nos anos 40 e, nas últimas décadas, ganhou uma força absurda com sistemas cada vez mais espertos.

Os Momentos que Marcaram a Automação

Anos 80: A Era do “Plug and Play” Corporativo Com o computador pessoal virando febre nos escritórios, as empresas começaram a usar uns softwares pra simplificar a vida: editar texto rapidinho, fazer umas contas na planilha e organizar os dados. Foi o primeiro passo pra gente trocar a caneta pelo teclado de vez.

Anos 90: A Internet Chegou Pra Conectar Tudo A internet simplesmente virou o jogo na comunicação e nos negócios. De repente, tínhamos e-mail pra trocar ideia, as primeiras lojas virtuais e aqueles softwares de CRM pra cuidar dos clientes de um jeito mais organizado e dinâmico.

Anos 2000: Integrar Pra Dominar Aí vieram os sistemas de gestão integrada, os famosos ERPs. Imagina você conseguir juntar as finanças, o RH e a logística da empresa num único sistema? Uma baita mão na roda pra deixar tudo mais eficiente e organizado.

Anos 2010: A Inteligência Artificial Entra em Campo Com a chegada da inteligência artificial e dos robôs, a automação deu um salto quântico. Agora, os sistemas não só faziam o que a gente mandava, como também aprendiam com o tempo e otimizavam os processos sozinhos, ficando cada vez mais espertos.

Anos 2020: Automação Pra Todo Mundo! E a cereja do bolo foi a automação robótica de processos, o RPA. Essa ferramenta deixou a automação muito mais acessível, permitindo que até as pequenas empresas colocassem no automático aquelas tarefas repetitivas sem precisar de um programador gênio.

As Vantagens da Automação

Mais gás na produção: Com os processos rodando sozinhos, a galera fica livre pra pensar em coisas mais importantes, em criar, em bolar estratégias.

Uma grana extra no bolso: Menos trabalho manual significa menos gente fazendo a mesma coisa, o que se traduz em economia de custos.

Errar é humano, automatizar é quase perfeito: Sistemas automáticos minimizam as falhas e garantem uma qualidade muito maior no trabalho.

Decisões mais “liga”: Com informação fresquinha e organizada, fica muito mais fácil entender o cenário e tomar decisões que realmente fazem sentido.

Cliente feliz, vida longa pro negócio: Um atendimento rápido, eficiente e sem complicação deixa o cliente muito mais satisfeito.

Os Problemas da Automação

A automação também tem seus desafios:

🔸 O investimento inicial: Botar esses sistemas pra rodar pode pesar um pouco no começo, com a compra de softwares e o treinamento da equipe.

🔸 A galera que resiste à mudança: É normal ter gente que não curte muito novidade, com medo de perder o emprego ou ter que aprender um monte de coisa nova.

🔸 Precisa de um “mecânico” da automação: Os sistemas precisam de manutenção e atualizações pra funcionar direitinho.

🔸 A dependência da máquina: Se a tecnologia falha, a gente pode ter dor de cabeça. Por isso, ter um plano B é fundamental.

Com um bom planejamento e uma conversa clara com a equipe, dá pra superar esses desafios e aproveitar ao máximo os benefícios da automação.

O Que Vem Por Aí: O Futuro da Automação

A automação ainda vai longe! Com a inteligência artificial, os robôs e a internet das coisas cada vez mais presentes, os sistemas vão ficar ainda mais inteligentes e independentes, capazes de fazer coisas complexas e até de tomar decisões estratégicas.

Se antes a automação era um “algo a mais” pra se destacar, hoje virou peça chave pra quem quer crescer e brilhar num mercado que muda o tempo todo. A gente tá entrando numa nova era, e essa transformação vai mudar de vez a forma como a gente trabalha e pensa nos negócios.

Vou ficando por aqui! Saudações a todos e tudo de bom!

Automação e IoT: Como Dispositivos Conectados Estão Mudando Nossas Vidas

Tanto a automação quanto a Internet das Coisas (IoT) já não são mais papo de filme de ficção científica. Elas estão aí, no nosso cotidiano, transformando a maneira como a gente vive, trabalha e até como a gente interage com o mundo ao redor. Esses aparelhos espertos e conectados estão trazendo uma baita eficiência, uma comodidade que a gente nem imaginava e, de quebra, ainda dão um up na segurança das nossas vidas. Bora dar uma olhada em algumas dessas mudanças?

1. Lar, Doce Lar… Inteligente!

As casas inteligentes são um exemplo claríssimo dessa revolução da IoT. Sabe aquele termostato que aprende a temperatura ideal pra você? Ou as câmeras de segurança que você espia pelo celular? E os assistentes virtuais, tipo a Alexa ou o Google Assistente, que fazem tudo com um comando de voz? Pois é, eles permitem que a gente controle um monte de coisas em casa sem nem precisar levantar do sofá. Dá pra ajustar o ar, acender a luz, trancar a porta e até ligar a lava-louças, tudo na palma da mão ou com a voz.

As Vantagens:

  • Economia na Conta de Luz: Termostatos espertos ajustam a temperatura sozinhos, evitando gastos desnecessários de energia.
  • Segurança Reforçada: Câmeras e fechaduras inteligentes permitem monitorar e controlar tudo de longe.
  • Facilidade no Dia a Dia: Os assistentes virtuais quebram um galhão nas tarefas diárias.

2. Saúde e Bem-Estar na Era Digital

A automação e a IoT também estão dando um gás na nossa saúde e bem-estar. Aqueles relógios inteligentes e pulseiras fitness monitoram nossos batimentos, o quanto a gente se mexe e até como a gente dorme. Esses dados vão direto para aplicativos que nos ajudam a ter uma vida mais saudável e equilibrada.

Os Benefícios:

  • Raio-X da Saúde: Os rastreadores de atividades mostram em tempo real como está nossa saúde.
  • De Olho na Prevenção: Se algo estiver fora do normal, eles nos avisam, ajudando a evitar problemas maiores.
  • Seu Personal Trainer Virtual: Os aplicativos de saúde ajudam a gente a acompanhar as metas de exercícios e alimentação.

3. A Indústria no Ritmo da Automação

Lá nas fábricas, a automação e a IoT estão fazendo maravilhas, aumentando a produção e diminuindo os custos. As máquinas conectadas e os sensores ficam de olho em tudo o que acontece, detectando qualquer probleminha e otimizando o desempenho. O resultado? Uma produção mais rápida e com menos desperdício.

Os Ganhos:

  • Produção Turbinada: O monitoramento constante melhora a produtividade geral.
  • Grana no Bolso: Menos desperdício e custos operacionais mais baixos.
  • Segurança em Primeiro Lugar: Sistemas automáticos diminuem a necessidade de pessoas em áreas perigosas.

4. No Trânsito da Inovação: Transporte e Mobilidade Inteligentes

A IoT também está dando um toque especial no transporte, com carros que dirigem sozinhos, sistemas de trânsito inteligentes e aplicativos de carona. Os carros autônomos usam sensores e inteligência artificial para se guiar e evitar acidentes, enquanto os aplicativos de mobilidade encontram os melhores caminhos para a gente economizar tempo e fugir do congestionamento.

As Vantagens:

  • Menos Acidentes: Carros que dirigem sozinhos podem reduzir o número de acidentes.
  • Trânsito Mais Fluido: A otimização de rotas diminui o consumo de combustível e o tempo de viagem.
  • Um Planeta Mais Verde: Aplicativos de compartilhamento de viagens tiram mais carros das ruas.

5. Cidades que Pensam no Futuro: As Cidades Inteligentes

As cidades inteligentes usam a IoT para melhorar a vida de quem mora nelas. Iluminação pública que se adapta ao movimento, coleta de lixo automática e controle inteligente do uso da água são só alguns exemplos de como a tecnologia está criando ambientes urbanos mais eficientes e sustentáveis.

Os Benefícios:

  • Sustentabilidade em Ação: Uso inteligente dos recursos naturais.
  • Qualidade de Vida Upada: Melhorias nos serviços públicos e na infraestrutura.
  • Mais Segurança Pra Todo Mundo: Monitoramento e gestão da segurança em tempo real.

Pra Fechar a Conta…

Não dá pra negar que a automação e a IoT estão mudando nossas vidas de um jeito bem marcante. Desde a praticidade das casas inteligentes até os avanços na saúde, na indústria e nas cidades, essa conexão entre os aparelhos está trazendo mais eficiência, segurança e uma qualidade de vida melhor pra todo mundo. E o futuro promete ainda mais novidades que vão continuar transformando o nosso mundo.

E aí, curtiu o papo? Se achou interessante, compartilha com a galera e deixa seu comentário aqui embaixo! Fica ligado que sempre tem mais novidades sobre tecnologia e inovação por aqui!onteúdo interessante, não se esqueça de compartilhar e deixar seu comentário abaixo. Fique ligado para mais novidades sobre tecnologia e inovação!

O Prontuário de Instalações Elétricas não é para qualquer Pessoa

A cada ano, por incentivos fiscais ocasionados pelos tipos jurídicos como MEI (Micro Empreendedor Individual) e até mais recente Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), forte concorrente do EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), demonstra não só a receptividade do governo em facilitar na criação de pequenas empresas, como também na tendência natural das próprias pessoas cuidarem de seus negócios.

Porém, o que pode ser visto como uma grande oportunidade de uma nova vida, o caminho não é tão tranquilo, tendo em vista que não é somente em estar com a documentação da sua empresa em dia. Mais que isso, ela deve estar segura e habitável fisicamente falando.

Para que haja além da autorização de funcionamento, por exemplo a licença do Corpo de Bombeiros, devemos implementar a norma regulamentadora nº 10, Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade – NR-10. Essa norma visa a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a saúde e segurança de todos os trabalhadores que interajam em serviços de eletricidade tanto de forma direta quanto indiretamente.

Este artigo abordará apenas o ponta pé inicial que todos os empresários ou empreendedores deverão ao menos conhecer antes de construir uma empresa. Podemos afirmar, por exemplo, que dependendo do porte da empresa seja até necessário levantar todo o prontuário de instalações elétrica, a qual abordaremos a seguir.

Medidas a serem tomadas

De acordo com a norma, praticamente todas as empresas deverão adotar medidas que visem a segurança e bem estar do trabalhador que interajam na eletricidade. Abaixo, citamos todas as medidas exigidas com a respectiva descrição de sua ação.

Esquema Unifilar – Essa medida deve conter especificação do sistema de aterramento, bem como demais especificações de equipamentos e dispositivos de proteção.

Medida de Proteção Coletiva – Já essa medida visa nos procedimentos de desenergização elétrica e, na sua impossibilidade, o emprego da tensão de segurança.

Medida de Proteção Individual – devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR-6 – Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Prontuário de Instalações Elétricas para as “grandes empresas”

Para as empresas com capacidade instalada acima de 75 KW, além das medidas citadas acima, deverá também ser elaborado e mantido à disposição o prontuário de instalações elétricas. E nesse prontuário deverá conter os seguintes itens.

– conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e saúde, implantadas e relacionadas a NR-10 e descrição das medidas de controle existentes;

– documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos;

– especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental, aplicáveis conforme determina a NR-10;

– documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação, autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados;

– resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de proteção individual e coletiva;

– certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;

– relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas e adequações, contemplando todos os documentos anteriores, exceto os diagramas unifilares.

Responsabilidade de Cada Um

Toda documentação requerida pela NR-10 deve estar permanentemente à disposição dos trabalhadores que atuam em serviços e instalações elétricas, respeitadas as abrangências, limitações e interferências nas tarefas.

Caso sejam verificadas situações perigosas nas instalações elétricas, quer pelo seu uso inadequado, pela aproximação indevida, construções vizinhas ou ação de terceiros, as empresas devem exercer o controle dos riscos originados em suas instalações elétricas e oferecer, quando cabível, denúncia aos órgãos responsáveis.

Cabe às empresas – em caso de acidentes de trabalho envolvendo instalações e serviços em eletricidade, propor e adotar medidas preventivas e corretivas. Os contratantes são responsáveis em manter os trabalhadores informados sobre os riscos a que estão expostos e instruindo-os quanto aos procedimentos necessários.

Cabe aos empregados

1) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho;

2) responsabilizar-se, junto com a empresa pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares, inclusive quanto aos procedimentos internos de segurança e saúde;

3) comunicar, de imediato, ao responsável pela execução do serviço as situações que considerar de risco para sua segurança e saúde e a de outras pessoas.

E ainda tem…

A NR-10 não se atém apenas em instalações e serviços elétricos. Ela abrange inclusive em todas as sequências e consequências nas instalações direta e indiretamente envolvida. Ou seja, a norma compreende também:

– Segurança em projeto, construção, montagem, operação e manutenção;

– Segurança nas Instalações tanto energizadas quanto desenergizadas;

– Trabalhos envolvendo Alta Tensão (AT);

– Proteção contra incêndio e explosão;

– Sinalização de segurança;

– Situações de emergência.

Vemos, portanto, que não é simples estar dentro da norma tendo em vista de tantos detalhes que ela se preocupa em abordar para a saúde e segurança da própria empresa e de seus colaboradores.

É recomendável sempre em ter ao menos uma pessoa com formação elétrica e que tenha o curso de NR-10 para ser responsável em incluir todas as obrigações solicitadas.

Para os que necessitam de mais informações sobre o tema ou queiram uma consulta mais detalhada por mim, deixo o link abaixo onde possam saber mais sobre a minha pessoa, além dos meus conhecimentos através dos cursos e experiências que adiquiri com perícias elétricas.

Irregularidades no TOI – Termo de Ocorrência e Inspeção

Você chega em casa após um dia cansativo e verifica na sua caixa de correio um aviso da sua concessionária referente ao TOI, ou na fatura da sua concessionária esteja debitando uma cobrança de multa ou mora do mesmo TOI.

Se por acaso nem você e nem ninguém da sua família não sabe nada sobre essa cobrança, já vou lhe dar um pequeno spoiler de que essa cobrança é indevida.

Mas antes de informar os trâmites para desobrigar dessa cobrança, convém fazer uma descrição por menorizada do TOI.

Resolução 414/10 da Aneel

O Termo de Ocorrência e Inspeção – TOI – é o termo dado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel – para os casos em que a concessionária, durante uma inspeção ou vistoria na unidade consumidora, documente qualquer irregularidade nessa unidade.

Esse termo vem descrito no Capítulo XI – Dos Procedimentos Irregulares, Art 129 da Resolução 414 de 2010, da Aneel.

Resumindo, caso haja indício de irregularidades, a concessionaria poderá inspecionar essa unidade e se ficar comprovado, ela colherá provas, como fotos por exemplo, e efetuará o termo de ocorrência dessa irregularidade, para que possa se exercida a devida equiparação através de cobrança de multa, conforme os artigos 130 e 131.

As Principais Irregularidades

Há dezenas de irregularidades em que os técnicos da concessionária poderão encontrar no local, independente ter sido executado pelo próprio consumidor quanto por terceiros.

Podemos dividir essas irregularidades em 2 tipos: irregularidades administrativas e criminais.

Abaixo listaremos algumas irregularidades administrativas, tendo em vista que as mesmas serão analisadas apenas pela resolução 414/10. As irregularidades crininais fugirá o propósito deste artigo, justamente pelo fato de acionar leituras do Código do Processo Civil – CPC, entre outros códigos. No entanto, poderemos abordar esse assunto nos artigos posteriormente.

Rompimento de selos ou lacres – De acordo com o artigo 75 da 414/10, somente os técnicos da concessionária poderão violar o lacre do medidor. Mesmo que não tenha sido o próprio morador que violou o lacre, ele responderá por essa irregularidade.

Fornecimento de energia a terceiro – O artigo 169 da resolução proíbe essa prática podendo inclusive suspender o fornecimento da unidade cedente, independente de quem fez o gato.

Avaria ou Danificação do medidor – O artigo 167 deixa claro que o estado de conservação do medidor é responsabilidade do consumidor.

Religação a Revelia – Caso o consumidor esteja registrado na concessionária no estado de sem fornecimento e na visita ao local constatar a auto religação, a concessionaria adotará a pratica contida no artigo 175 , que permite o corte de energia e a aplicação do TOI.

Mas eu não fui notificado sobre esse TOI

Voltando ao “X” da questão, vou transpor a leitura do artigo 129 parágrafos 2º e 3º.

§ 2o Uma cópia do TOI deve ser entregue ao consumidor ou àquele que acompanhar a inspeção, no ato da sua emissão, mediante recibo.


§ 3o Quando da recusa do consumidor em receber a cópia do TOI, esta deve ser enviada em até 15 (quinze) dias por qualquer modalidade que permita a comprovação do recebimento.

Ou seja, caso o consumidor não tiver ciência do porquê estarem cobrando esse TOI, o mesmo deverá correr atrás de seus direitos, ainda mais se nem foi o próprio cliente que adulterou a instalação.

É possível que os técnicos terem pulado etapas para cumprir as metas exigídas em tempo hábil e acabam prejudicando não só o consumidor como a própria concessionária, tendo em vista que a mesma poderá ser acionada em processos judiciais e não ter como comprovar que o cliente havia sido notificado devidamente.

A quem devo recorrer desse TOI?

Eu sempre indico que entrem em contato com a concessionária informando a situação e abrindo o número do protocolo referente a essa reclamação.

Sugiro também abrir reclamação na ouvidoria da sua concessionária e até mesmo na Aneel.

Caso não haja regressão da cobrança e na possibilidade de virem a suspender o consumo, o melhor é procurar imediatamente um advogado para que possa judicializar o caso e evitar um corte de luz ou até mesmo colocar o seu nome no Serasa / SPC.

O juiz, para elucidar o caso, poderá nomear um perito judicial para apurar os fatos, enquanto que as partes (autor e réu) poderá contratar os seus respectivos assistentes técnicos para acompanhar a análise do perito e elaborar quesitos no intuito de elucidar totalmente esse caso para que o magistrado tenha embasamentos suficientes para setenciar esse TOI.

Ressarcimento de Danos Elétricos – Que os Raios Não os Partam

O Brasil é campeão mundial de incidência de raios. Não à toa, uma vez que vivemos num país tropical, com climas propícios a chuvas e trovoadas, incide mais de 80 milhões de raios anuais.

Imaginando que todo o sistema elétrico brasileiro é uma manta de eletricidade, como uma superfície de um oceano, quando cai um raio, acarretará uma oscilação nessa manta. E como toda oscilação, dependendo da posição que caiu o raio, a residência do consumidor pode sofrer maior ou menor intensidade dessa perturbação.

Por isso que é sempre recomendado tirar determinados aparelhos, principalmente os mais sensíveis ou caros, da tomada. Não adianta apenas desligar, convém tirar da tomada também.

Estabilizadores e Filtros de linha Salvam?

Sei que podemos colocar estabilizadores e filtros de linha para proteger os equipamentos do outro lado da ponta. A teoria é linda, mas já vi na prática de não proteger pequenos aparelhos como, por exemplo, os conversores de tv. Isso acontece devido a sua sensibilidade por uma determinada corrente e tensão. Quando vem uma perturbação, as vezes ele ainda é pequeno para o filtro de linha, mas prejudicial para esses aparelhos.

Sei que não deveria ser assim. E tanto não deveria ser que temos leis que nos garantem ressarcimento para caso isso ocorra. Trataremos disso mais pra frente. Por enquanto, vamos verificar o que devemos fazer para inibir do pior.
Aparelhos mais resistente e que não tem como tirar da tomada, como chuveiro elétrico e boiler, recomendo que apenas deixe de usar naquele momento. Já os aparelhos caros e que usam para trabalho ou estudo, como pcs, notebooks, tablets e smartphones, recomendo que não os deixe na tomada. Mesmo com estabilizadores, a maioria não protege. Se quiser manter pc e notebook na tomada, terá de investir em nobreaks.
Em próximos artigos poderei abordar melhor a usabilidade de filtros de linha, estabilizadores e nobreaks. Mas agora não é o propósito desse artigo.

Tarde demais, só que não

Para os que tiveram a infortúnio de terem perdido os aparelhos eletroeletrônicos devido aos intemperes da rede elétrica, independentemente de ter colocado ou não filtros de linha e estabilizadores, ainda não é momento para pânico.

Antes de qualquer coisa (e isso inclui em NÃO mandar o aparelho para o conserto), tem que ligar para a sua concessionária e abrir um protocolo de ressarcimento por danos em equipamentos eletroeletrônicos. Provavelmente, agendarão uma visita para averiguar o ocorrido e darem continuidade no ressarcimento.

É importante salientar que a concessionária deverá garantir a entrega da energia em nossas casas em perfeitas condições. Isso está em conformidade com a resolução normativa da ANEEL 414 de 2010. Lógico que eles agendarão uma visita para constar se realmente foi falha da proteção dela ou se, por exemplo, um aparelho foi queimado por mau uso do consumidor.

Não fui ressarcido e me sinto injustiçado

Se por a caso eles não aderirem ao ressarcimento por justificativas que o consumidor não concorde, sugiro que procure a ouvidoria da concessionária. Se ainda assim não tiverem resolvido satisfatoriamente o ressarcimento, o consumidor tem todo o direito de reclamar na Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e, por fim, poderá entrar na justiça para que se cumpra os seus direitos.

Isso porque a resolução normativa ANEEL 414/2010 prevê o ressarcimento pela concessionária ao consumidor nos casos de danos elétricos ocasionados na unidade consumidora atendida em tensão igual ou inferior a 2,3 kV.
Não recomendo que pule as etapas. Pois, caso for direto na justiça, por exemplo, irão logo perguntar se tem o número de protocolo e se já reclamou com a ouvidoria e com a ANEEL.
O caminho é penoso e demorado. Por isso escrevi as orientações acima. Convém evitar ao máximo os infortúnios que um dia de tempestade pode acarretar. Mas caso ocorra o inevitável, aí não tem jeito. Além de não poder mandar concertar logo, ainda deverá esperar a visita e a avaliação da concessionária.

E não se preocupe se não te ressarcirem depois de ter seguido todo o tramite. Procure a ouvidoria e a ANEEL. Só vamos a justiça em último caso, e juntando todos os protocolos.

Na justiça, o juiz encaminhará o perito judicial para avaliar e informar o ocorrido, e as partes (autor e réu) os seus respectivos assistentes técnicos para acompanhar e esclarecer todas as dúvidas para que assim a justiça seja feita.

Energia Eólica de Vento em Popa

Além do Nordeste, Empresas Multinacionais estão investindo em diversos Energia Eólica em outros Estados do Brasil. Descubra e Surpreenda.

Segue o link livros recomendados referentes a Energia Eólica para uma boa leitura.

Incluo também link de cursos com professores renomados ao tema.

Bons Ventos no Nordeste

Ótimas notícias da Aneel e da Engie sobre os parques eólicos no nordeste, tanto os que já estão em operação quanto os que estão nos projetos.

Mais informações relevantes a energia eólica, seguem os links: – Cursos e Treinamentos – Livros

Não Tenho Energia Solar e a Conta de Luz Chegou

Se você é um dos que sofreu um aumento de mais de 50% na conta de luz e não tem energia solar em sua residência, elaborei esse vídeo que dá 5 grandes dicas para economizar no consumo e reduzir na conta de luz, sem que seja necessário interferir na sua qualidade de vida.

Chegada da Internet 5G no Brasil

Depois de tantos anos de adiamentos, finalmente foi lançado a tão aguardada internet 5G no Brasil.

A Claro deu o ponta pé inicial na liberação da Internet 5G no dia 14 de julho.
E antes mesmo do Leilão da Agência Nacional de Telecomunicações, mais conhecida como ANATEL.

As operadoras não querem ficar pra trás e já avisaram que lançarão a internet 5G ainda em Julho.

Nesse vídeo saberemos como que as operadoras conseguiram lançar a internet 5G dispensando o leilão da ANATEL.
Saberemos também o que acontecerá com a internet que conhecemos.

O Ciclo Vicioso entre Postos e Carros Elétricos

O Brasil ainda engatinha quanto a produção de carros elétricos. Se perguntarmos aos especialistas e executivos, uma das razões será dita referente aos abastecimentos escassos por toda as rodovias por esse país. E se perguntássemos porque não temos postos de abastecimentos de veículos elétricos, adivinha a resposta. Isso aí! Por haver pouquíssimos veículos rodando por aí.

Parabéns, Alemanha

Não é só no Brasil que temos esse entrave. Diversos países também vêm tendo problemas com o progresso da tecnologia, principalmente dos receios que essa pandemia ocasionou no mundo. Mas algo tinha que ser feito para tirar o carro elétrico desse atoleiro de preocupações.

E foi aí que a Alemanha criou uma lei inusitada. Ela obriga que os postos germânicos tenham ao menos um ponto para carregamento de carros elétricos. A ideia é aumentar a demanda de carros elétricos, minimizar a emissão de gás carbônico e, de quebra, se tornar o país com a maior frota e circulação de carros elétricos do mundo.

A França, inclusive, pretende adotar medida semelhante. Essas medidas estão sendo tomadas também ocasionadas pela pandemia.

O Brasil Precisa disso?

Não sabemos a posição do governo sobre essas medidas. Mas há outras propostas já sendo efetivadas.

Em Curitiba, Paraná, já estão fazendo postos de carros elétricos alimentados por energia solar fotovoltaica. Esse projeto terá pontos de recarga por toda a via que liga Paraná ao Rio de Janeiro, atravessando por São Paulo.

Esperamos que esse projeto se multiplique por todas as vias do Brasil, uma vez que um dos embates tratados entre carros elétricos e a combustão é justamente a sua autonomia.

Inclusive, deixo o link abaixo onde há um embate entre o carro elétrico e a combustão.

O Futuro da Energia Solar pós Pandemia

Para quem não sabe, dia 29 de maio é marcado no calendário como o Dia Mundial da Energia. Essa data foi criada para que a população mundial lembre de minimizar a emissão de gases carbônicos na atmosfera e se conscientizar em economizar o consumo da energia elétrica com eficiência. Ironicamente, com a pandemia, o mundo reduziu não só os emissores de gás carbono, como também diminuíram o consumo de energia solar.

E não é só no consumo de energia do mundo todo foi afetado pelo coronavirus. Analisaremos os impactos que essa quarentena ocasionou e o que poderemos avaliar o futuro do mercado de energia solar para os próximos meses.

Apertar o cinto

Não é nenhuma novidade que o confinamento prejudicou vários empregadores e empregados.

É muito triste ver que muitas empresas com pouca ou sem nenhuma grana extra para aguentar o tempo de quarentena sejam obrigados ou dar férias coletivas ou decretar falência.

Uma Energia Solar no fim do Túnel

Mas haverá muitas empresas, tanto grandes quanto pequenas, que olharão para si, vendo aonde poderá reduzir gastos para que possa se readaptar. Levantarão consumos que possam cortar, bem como métodos para que possa reduzir gastos ou até mesmo economizar consumos com eficiência.

Aí que vários integradores enxergam oportunidades no meio da crise.

O momento que vemos é de prospectar clientes. Procurar por eles, dialogar, mostrar soluções. Entre elas:

  • Automação – Automatizando as luzes, ar condicionados, eletrônicos, entre outros equipamentos, funcionando somente nos horários determinados minimizará os gastos da sua empresa;
  • Energia Solar / Eólica – Elaborando um bom projeto com orçamento bem suave convencerá o cliente a migrar o consumo de energia convencional para micro ou mini geração distribuída.

Mesmo com a crise, a energia fotovoltaica é visto como uma oportunidade tanto para empresas poderem reduzir os gastos, quanto para os que estão a procura de trabalho e veem possibilidades boas para regressar ao mercado de trabalho. Mesmo aqueles que não tem conhecimento técnico, poderá se instruir e capacitar para esse setor. O link a seguir lista cursos de acordo com a área pretendida.

Segundo o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurría, se não houvesse a pandemia do Novo Coronavírus, a previsão estimada de crescimento do PIB Mundial era de 2,5%. Porém, ele estima, atualmente, a projeção de um crescimento do PIB Mundial de 1,5%.

É importante lembrar que em 2015 / 2016 o Brasil estava com o PIB de -3,5%, e mesmo assim o setor fotovoltaico cresceu mais de 300%. Vide link abaixo para maiores detalhes sobre esse período.

Em Suma

Apesar do coronavirus ter amargurado a vida de muitos funcionários e empresários, ele não prejudica o setor de energia solar ou eólica, sendo necessário apenas rever a abordagem e focando nas instalações das empresas, tendo em vista que os proprietários de residências provavelmente aguardarão normalizar financeiramente para voltar a procurar migração para geração distribuída.

O importante agora é o retorno gradual a sociedade com responsabilidade.

Internet 5G – Rápido

Antes de adentrarmos no tema de internet 5G, comentarei o que ocorreu comigo, alertando que usara internet 4G.

Num desses dias mandei um “zap” e fiquei sabendo que levou em torno de meia hora para chegar ao seu destino. Muito estranho a tamanha demora. Notei também que os vídeos do Youtube estavam “picotando”.

Obviamente, como estavamos no começo do confinamento causado pela pandemia do coronavirus, muitas pessoas estão usando a internet para ver as notícias, para trabalhar em home office e até para manter o assunto das redes sociais em dia.

Tivemos sorte da estrutura da internet ter suportado, mas nota-se que ela está praticamente no seu limite de entrar em colapso.

É primordial que o Brasil recupere o atraso que tivera na liberação da internet 5G para que possamos desfrutar com maior eficiência e comodidade as informações e dados transferidos na web. Isso mesmo! Já eramos para ter internet 5G no Brasil. E se não ficarmos atentos e cobrar agilidade, pode ser que adiem ainda mais a entrada na internet 5G.

O Adiamento do Leilão

Como todos devem saber, atualmente o Brasil está adotando a tecnologia 4G nos celulares, tablets, smartphones, e até notebooks.

Há aqueles que dirão que no Brasil já está na tecnologia 4.5G. Já digo resumidamente que essa tecnologia na verdade é um”4G melhorado” efetuado pela Claro. Futuramente poderemos debater melhor essa tecnologia.

Voltando ao 4G, o que muitos ainda não sabem é que a tecnologia 5G já é uma realidade em diversos países. Abaixo podemos ver um ranking de cidades de cada país onde os habitantes já usufruem dessa tecnologia.

O Brasil está aguardando o agendamento do Leilão praticado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que há anos estão adiando esse evento. Atualmente está aberta consulta pública para levantar comentários e indagações até 17 de abril. Após será definido uma data para o leilão que está previsto para o final de 2020. Porém, a data para iniciar a liberação ainda é incerta. Esperamos que não seja prolongada ainda mais.

Quais os Benefícios?

Só para ter uma ideia da velocidade, demonstro abaixo o tempo de download de um filme de 2 horas para cada tecnologia.

Além do aumento vertiginoso da velocidade, ainda veremos um salto tecnológico em nossas vidas. Entre elas:

  • Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) – Cada aparelho que se conecta na internet necessita de um MAC que é uma espécie de RG. Atualmente a nossa internet já está trabalhando no limite ao comportar aparelhos como computador, notebook, tv, tablet e smartphone. Com a chegada da internet 5G, alterará o sistema de endereçamento de tal forma que outros objetos como relógios, geladeiras e até ar condicionados estarão também conectados. Qual a vantagem? Você pode do trabalho ligar o ar condicionado da sua casa e perguntar para geladeira se precisa comprar mais algum produto antes de voltar para casa.
  • Cidade Inteligente (Smart City) – Assim como os objetos poderão estar conectados, a cidade inteira estaria conectada. Imagina uma cidade sabendo que produtos estão em falta ou excesso. a taxa de consumo de determinados produtos. a quantidade de carros passando por cada hora. A logística seria feita com muito mais eficiência, evitando o desperdício.

E não Para por aí…

Não é só a velocidade que importa com a entrada da internet 5G. E sim a entrada para o futuro, junto de países que já vem utilizando dessa tecnologia. Todos nós merecemos uma qualidade maior. Isso sem falar na agilidade e eficiência nas informações transmitidas tanto pela gente quanto pelo estrangeiro, que saberá que o nosso país está na mesma geração que a dele.

Triplicam Instalações de Energia Solar a cada Ano

Sabemos que a procura por energia solar cresce anualmente. Até o ano 2016 a procura era pequena. No entanto, diversos analistas previam que o crescimento exponencial iria ocorrer em breve. E ocorreu!

Em 2019, de acordo com os dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), os registros de instalações de centrais fotovoltaicas triplicaram em comparação ao quantitativo de 2018.

Nota-se, pelo gráfico 1, um aumento de 313,89% em 2019, comparado a 2018. Inclusive, nesse mesmo gráfico, houve um aumento de 274,47% entre 2017 e 2018. Se continuar essa frequência anual de 300%, possivelmente teremos 429.288 instalações fotovoltaicas em 2020, e com 644.272 no acumulado.

É claramente perceptível que essa exponenciação ocasionará um aumento de milhões de consumidores a ingressarem nas centrais fotovoltaicas nos próximos anos.

E por que houve esse boom de pessoas a aderirem em energia solar? Onde está ocorrendo a maior procura? O que isso impactará na nossa vida?

Principais Fatores

  • Recursos hídricos insuficientes

Em diversos países, por não terem as condições hídricas que nós temos, estão há dezenas de anos na nossa frente em matéria de energia solar e eólica.

Porém, na virada do século, presenciamos o quão tênue estava o crescimento do consumo versus a disponibilidade das hidrelétricas.

No link abaixo abordo com maior profundidade sobre esse fator.

  • Aumento dos custos tarifários

A Aneel exige que as concessionárias de energia ajustem as contas de energia de acordo com os gastos de demanda e consumo. Diversas razões da Aneel solicitar esse ajuste. Mas a principal razão são as ativações das termoelétricas. Esse acionamentos são dadas nas ausências das chuvas em determinados períodos do ano. Nesses períodos são ocasionados as cobranças extras chamadas Bandeiradas.

Com aumento do consumo, terá de aumentar o número de ativações das termoelétricas. E com isso, gradualmente, elevará o aumento das bandeiradas, aumentando consecutivamente a insatisfação do consumidor e proporcionando a vontade de minimizar os gastos nem que para isso seja necessário investir em kits fotovoltaicos.

  • Queda no custo dos materiais fotovoltaicos

Os custos dos materiais fotovoltaicos vem caindo anualmente. Entre 2015 e 2017 o custo desses materiais ficaram rentáveis economicamente a tal ponto de se pagar em 5 ou 8 anos. Bem menos tempo que antigamente, quando levava mais de 10 anos para se pagar.

Espalhadas por Todo o Brasil

Podemos ver no gráfico 3 que apesar de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul terem a maior procura, outros Estados brasileiros não ficam muito atrás. Inclusive, estão praticamente empatados entre si, mostrando que a procura não está ocorrendo prioritariamente em uma região geográfica, está ocorrendo sim de forma generalizada.

O que está por vir?

  • Novas fábricas e empresas

Com todo esse aumento é inevitável que será mais vantajoso os investidores abrirem novas fábricas e empresas de serviço focadas em energia solar tanto de instalação quanto de manutenção.

Atualmente as empresas exportam os seus produtos para cá. Mas a tendência é de abrirem fábricas para minimizar os gastos de transportes.

Até antes era inviável abrir fábricas para tão pouca procura por kits fotovoltaicos, nos próximos anos será bastante rentável abrir fábrica no Brasil.

E o interesse de montar fábricas no nosso país não só será de empresas focadas diretamente com energia solar como também haverá interesse advindo das empresas que atuam indiretamente, como o caso da Tesla. Uma vez que trabalha com carros elétricos, tendo aumento de unidades fotovoltaicas em todo o país aumentará o interesse do CEO Elon Musk em abrir uma fábrica no Brasil.

  • Multiplicação de usinas fotovoltaicas por todo o país

Além das fábricas, muitos empreendedores estão vendo uma oportunidade gigantesca. Criar fazendas solares. Ou seja, instalar módulos fotovoltaicos em grandes terrenos e, com permissão da Aneel, CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e EPE (Empresa de Pesquisa Energética), vender energia para os consumidores interessados.

  • Procura por integradores e instaladores de energia solar fotovoltaica

Tanto pelas fábricas ou usinas solares, quanto pela demanda de consumidores interessados, a procura por integradores e instaladores de energia solar fotovoltaica será praticamente triplicada. E, nos próximos anos, aumentará exponencialmente a procura de gente capacitada.

Lembrando que, não havendo esse profissional aqui no Brasil, os mesmos serão convocados em outros países a trabalhar aqui. Por isso há a necessidade pra aqueles que não estão capacitados a se instruírem nesse assunto.

Abaixo, deixo o link tanto de cursos quanto livros para que possam dominar esse setor que está em franca expansão.

Viver pra Contar

Como podem ver ao longo de todo o artigo, estamos sendo honrados em viver a grande mudança no Brasil.

Há muitas unidades consumidoras a migrarem para energia solar fotovoltaica. E mesmo que todos tenham as instalações concretizadas, não podemos esquecer que continuaremos a atendê-los através de manutenções reguladas. Ou seja, um ciclo sem fim.

E para aqueles que ajudaram a tornar esse país mais sustentável e eficiente poderá contar orgulhosamente aos seus filhos e netos que fizemos parte dessa transformação.

2020 – O Marco Legal da Energia Solar

Quem vem acompanhando as notícias nos últimos meses de 2019, com certeza ficou estarrecido e ao mesmo tempo preocupado com a possibilidade, mesmo que remota, de o Brasil parar de avançar e engatar na marcha ré na questão de “subsidiar” ou não os encargos referentes a energia solar.

Para aqueles que querem recapitular o caso deixo abaixo o link do artigo que descreve todo o repertório que ocorreu sobre a taxação solar em 2019.

Durante os últimos meses do ano de 2019 a polêmica foi tão acirrada, que a ANEEL chegou a adiar a consulta de 30/11/19 para o dia 30/12, deixando-nos apreensivos com o que virá para o futuro da energia solar em 2020.

Cabo de Guerra

Logo na virada do ano, quando a ANEEL revelara a sua posição de taxar, digo, reduzir os subsídios da geração distribuída, mesmo contra todas as manifestações de repúdio de todas as entidades envolvidas.

O ano de 2020 iria iniciar com o fim da conservação e da sustentabilidade quando o Presidente da República Jair Bolsonaro, junto com o Presidente da Câmara Rodrigo Maia e o Presidente do Senado Davi Alcolumbre, se opuseram a proposta da ANEEL e suspenderam qualquer atitude enquanto criarem projeto de lei para definição dos subsídios das micro e mini geradoras.

Enquanto o projeto de lei não estiver pronto, a ANEEL (e as concessionárias) não poderão fazer nada além de aguardar. Rodrigo Maia já solicitara celeridade a esse processo.

Dias no Limbo

Assim como o ano termina em dezembro de um ano e começa depois do carnaval, ou seja em março, os meses de janeiro e fevereiro ficarão justamente para a elaboração do projeto de lei.

O Deputado Federal Lafayette de Andrada está encarregado na elaboração desse projeto de lei.

O Deputado se comprometeu que ainda no mês de fevereiro irá apresentar algumas resenhas do projeto, mas já adiantou que aqueles que já produzem energia fotovoltaica está com seus direitos garantidos. A discussão paira sobre as novas contratações.

O Marco Legal da Energia Solar

O novo projeto de lei apagará de vez qualquer ideia referente a taxação do sol, e esse projeto definirá o marco legal para o o setor da energia solar fotovoltaica no país.

O Deputado Lafayette já esteve com algumas entidades relacionadas ao setor, inclusive com o Presidente da ABGD ( Associação Brasileira de Geração Distribuída ) Carlos Evangelista, e com a Analista em Conservação do WWF Brasil Alessandra Mathyas.

Fico feliz em saber e comunicar que o governo está empenhado para que o Brasil prospere. Mas temos que ficar de olho. Vários lobbistas estarão querendo travar e regredir a prosperação da energia solar no Brasil.

Temos que nos unir e defender o que é mais que evidente, os benefícios que a energia solar trará não só para o integrador de energia solar e o consumidor como também para o meio ambiente.

E Finalizo o artigo com a força que o Movimento Solar Livre fez em 2019 protestando a taxação do Sol. Um exemplo que deveremos seguir ao longo de 2020.

Movimento Solar Livre

Retrospectiva Eficiente 2019

O ano está acabando. Muitas noticias boas e más ocorreram ao longo de 2019.

Vamos listar as principais notícias que impactaram tanto Brasil quanto o mundo.

Refletiremos o que aconteceu em 2019 e prepararmos (torcermos) para 2020 cheio de boas novas.

Primeiros meses do Ministro Marcos Pontes

Este artigo tratou dos primeiros meses do Ministro Marcos Pontes na pasta do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, por onde passou quase a totalidade das diretrizes da Tecnologia, Eficiência Energética e das Energias Renováveis (Energia Solar, Eólica,…).

Bicicletas e Patinetes Eficientes

Instalaram em diversos cantos das principais cidades pontos para Bicicletas e Patinetes Elétricos.

Residências Preparadas com Energia Solar

Prédios, Casas, Sítios,… Todos terão benefícios de economizar com a energia solar.

A História dos Primeiros Carros Elétricos

Como pode os carros a gasolina terem ultrapassado os carros elétricos se os mesmos já existiam há 5 décadas? E ainda por cima serem quase que dizimadas em todo o mundo.

As Usinas de Energia Solar que mais se destacaram em 2019

Estamos engatinhando no que se diz sobre Usinas acima de 5 MW. Ainda temos muito o que fazer. Vamos ver o que já temos de pronto para projetarmos mais usinas para 2020 em diante.

ANEEL Propondo Taxar o Sol

Isso mesmo. Pra terminar o ano com uma notícia desagradável.

A ANEEL colocou em consulta pública para diminuir os subsídios que ela havia dado a quem fosse criar micro / minigeração distribuída, que é praticamente em taxar o Sol.

Essa norma é tão polêmica que eles adiaram a consulta de 30/11/2019 para 30/12/2019. Ou seja, só no finzinho do ano que saberemos se entraremos em 2020 com o pé esquerdo ou com o direito.

Top 5 MW das Usinas de Energia Solar no Brasil

Depois da crise nos abastecimentos das hidrelétricas que culminaram nos blecautes de 1999 e 2009, conforme visto no artigo abaixo, o governo daquela época havia acordado para a necessidade de buscar novas fontes alternativas.

Com sucesso da energia solar em países não tão abundantes de irradiação como a Alemanha, a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL – estabeleceu condições para que empreendedores e integradores pudessem produzir energia fotovoltaica através das normas 482, de 2012, e 687, de 2015. Isso sem falar dos leilões de energia organizadas pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE, para contratação de usinas de energia solar acima de 5MW.

Desde então, o mercado de energia solar vem crescendo vertiginosamente no Brasil. Mas qual sistema de geração vem contribuindo mais ao Brasil? minigeração, microgeração ou as usinas de grande porte (acima de 5MW)? E quais Estados contemplam com projetos dessas usinas? Ainda há Estados sem usinas?

A Expansão da Energia Solar no Brasil

O gráfico abaixo mostra números tímidos tanto na unidades de sistemas fotovoltaicas quanto a demanda disponibilizada na rede, isso entre 2012 e 2014. Nessa época os materiais principais para montar as usinas fotovoltaicas eram caros e o tempo de se pagarem girava em torno de 12 anos.

Já em 2015, época que os preços dos módulos começaram a cair e também com uma nova atualização da norma da ANEEL, nota-se que os números anuais das unidades de sistemas fotovoltaicas estão quase que dobrando, mas o consumo deu um salto 200 vezes a mais. Isso é ocasionado pelo início da entrada das usinas acima de 5 MW no Brasil.

O gráfico a seguir nos mostra um retrato de 2018, na qual vemos que as usinas de grande porte, apesar de representar um pouco mais de 5%, elas disponibilizam quase 90% de demanda.

Diferente das mini e microgerações, as usinas de grande porte já foram projetadas e montadas para que houvesse o melhor posicionamento azimutal, os melhores equipamentos e materiais, entre outras medidas que as fizessem ter a melhor performance possível.

As 10 + e Únicas

Listamos, por Estado brasileiro, todas as usinas fotovoltaicas acima de 5MW. E, por incrível que possa parecer, até o leilão A4 de 2019, apenas 10 Estados do Brasil contemplam estas grandiosas usinas.

Nota-se que somente 5 Estados (Bahia, Ceará, Minas, Piauí e São Paulo) representam 84% das Usinas Acima de 5 MW.

Recordes que serão superados

Ainda há muitos Estados carentes de energia solar. E os que já contemplam as usinas, com certeza irão querer subir nesse ranking. O país acordou para a energia solar em 2012. E 7 anos depois é que começou a engatinhar.

Mesmo que a ANEEL (ou as Concessionárias, vide artigo abaixo) tente criar obstáculos no intuito de frear o avanço do crescimento da energia solar, agora já era. Volto a repetir, o país acordou. E com certeza a taxação absurda do Sol não irá se sustentar.

Muitas usinas serão criadas, pois o seu consumo é mais barato que o consumo advindo das hidrelétricas ou termelétricas. Os governantes de cada Estado necessitam desse consumo.

Mas ainda há tempo e oportunidade para aqueles que ainda não tem experiência ou formação. Anexo abaixo os cursos e treinamentos para que possamos aproveitar da melhor forma as oportunidades que estarão por vir.

Primeiro eles te ignoram, depois riem de você, depois brigam, e então você vence.

Mahatma Gandhi

Energia Solar sem Taxa, Aneel

Em 1999 fomos surpreendidos com o maior apagão da história. E como infelizmente só damos valor quando houver a falta, o governo percebeu que há décadas diversos especialistas já alertavam sobre o apagão. Fizeram o possível para que a conta fechasse, inclusive multavam pessoas que ultrapassassem as suas “metas” de consumo. Quem quiser saber mais, anexo o link abaixo.

E além de anualmente houvesse aumento de consumo, em 2015 entraram as bandeiras tarifárias, para pagarmos a má gestão do sistema elétrico pelos governos anteriores.

O Raiar do Sol

Com todos esses aumentos e impostos é que foi ficando cada vez mais interessante instalar mini geração distribuídas nas casas. E isso é bom para o consumidor, que paga menos e ainda devolve o excedente para a rede de distribuição. É bom para o governo que afasta o fantasma do apagão. E é bom para empreendedores, instaladores, entre outros que estão conseguindo se empregar no meio dessa crise.

É bom para todo mundo. Só que não!

Alguns grupos, como por exemplo as concessionárias de energia elétrica, sai perdendo.

E creio que elas não iriam ficar assistindo a migração dos clientes, de boa, sem reclamar? E ainda tendo que continuar fazendo o atendimento com presteza, sem faltar com a isonomia.

Elas podem estar obrigando com a Aneel para que coloque freios. Isso ia ocorrer cedo ou tarde.

No começo as concessionarias não se preocupavam muito, pois era quase inviável, uma vez que a mini usina em cima do telhado iria levar mais de 15 anos para se pagar.

Só que foi se estruturando uma cadeia de energia solar, desde a fabricação até a instalação, na qual foi se minimizando os custos. Além disso, novos equipamentos e tecnologias foi se adentrando no mercado, barateando ainda mais o preço dos equipamentos. Com isso, o custo de se pagar foi reduzindo, e é possível de se pagar em 5 ou no máximo 8 anos.

Isso justificaria a consulta pública. Com ela, aumentará o payback e levará de 8 a 12 anos para se pagar. Isso desestimulará o interesse na convenção.

Retroceder? Jamais

O que estamos passando é uma evolução. As concessionárias de telefonia, por exemplo, estavam no monopólio há décadas até aparecerem os celulares, smartphones, e atualmente mensagens como Whats App.

Vemos que têm diversos parlamentares manifestando contra a proposta da Aneel.

Inclusive, o diretor da BYD no Brasil (fabricante Chinesa de placas fotovoltaicas), Adalberto Maluf, aproveitou a passagem do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, na China para solicitar seu auxílio, que prontamente mostrou contra a proposta da Aneel e que apoia o nosso setor.

Mas isso ainda não é o suficiente. Temos que mostrar a nossa indignação.

Não estou falando de isentar de qualquer cobrança. É valido a cobrança de assinatura, disponibilidade de rede e iluminação pública. Qualquer outra cobrança ou minimização de subsídios já é abuso do poder econômico.

O que podemos fazer?

A norma está em consulta pública até o dia 30/11/2019. Vamos manifestar o repúdio e a revisão dessa proposta.

  • E-mail: cp025_2019@aneel.gov.br 
  • ou por correspondência para o endereço da Agência: SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70830-100), em Brasília-DF.

O que não podemos fazer é ficar parado de braços cruzados. Por isso, peço que repliquem ao máximo de pessoas envolvidas.

É da Bahia!! Primeira Usina de Energia Solar Flutuante do Brasil

No dia 05 de agosto foi dado um grande passo para a história da energia solar no Brasil. Foi inaugurada a 1ª etapa da Usina de Energia Solar Flutuante no reservatório de Sobradinho, na Bahia.

São 3.792 módulos fotovoltaicos com capacidade de gerar uma demanda de 1 MW pico de Demanda. E isso é apenas um começo de uma série de projetos de parques solares flutuantes que o governo pretende executar até 2022.

Mas, pra que colocar essas placas no meio de reservatórios? Não era melhor em terra firme?

Sem Sombra de Dúvidas

Uma das vantagens de se instalar um parque solar em lagos e reservatórios é por terem horizontes com poucas ou nenhuma elevação, morros ou relevos. Inibindo chances de sombrear em cima dos módulos.

Outra vantagem está na própria irradiação que as águas do reservatório refletem, contribuindo ainda mais a eficiência nas placas.

Também não podemos esquecer as possíveis vandalismos, sujeira de animais, folhas de árvores, entre outros, que minimizarão as chances de prejudicar o desempenho justamente por estarem afastados da terra.

Como estão os Outros Países?

Obviamente, estamos há alguns anos atrasado quando falamos em parques solares flutuantes.

No Japão, inaugurado em 2018, a Kyocera Floating Solar Plant. Localizada no reservatório da represa de Yakamura, em Ichihara. Ela contempla  50.904 módulos com capacidade de atender 4.970 residências japonesas. Fora outras unidades flutuantes instaladas por lá.

Em 2017, a China inaugurou a maior usina solar flutuante do mundo, com 40 MW e 116 mil módulos, atendendo 15 mil residências. Isso demonstra o interesse da China em minimizar os efeitos poluidores que ocorrem em sua república.

E estamos apenas começando…

Convém, portanto, os profissionais de instalação fotovoltaicos a pensarem em se atualizarem em montagens flutuantes. Mas mesmo que ainda não saibam instalar, incluo abaixo um link dos cursos de instalação fotovoltaica.

É um marco, uma vez que além de ser considerada a primeira usina de energia solar do Brasil. É também o inicio do crescimento de novas usinas flutuantes pelo Governo Federal, como, por exemplo, o planejamento para 2020 a instalação de 1,25 MWp de energia fotovoltaica flutuante no reservatório da Boa Esperança, no Piauí.

A tendência para os próximos anos (mas estimo que seja em meses) é do governo inaugure novas usinas flutuantes, tendo em vista das quantidades de oportunidades de espaço de campo, quer dizer, de barragens que temos em todo o território brasileiro.

Energia Solar? Cadê as placas?

Não é de hoje que uma grande ideia se renova e atualiza dia a dia, no intuito de ficar mais cômodo e manuseável. E para aqueles que sempre remetem energia solar com as “placas solares”, já vou dando spoilers. Já temos materiais saindo fresquinho do mercado que se alimentam e distribuem energia solar que não sejam mais as placas fotovoltaicas.

Obviamente, as placas fotovoltaicas ainda dominam o mercado, e tão cedo elas não serão substituídas devido a sua eficiência e durabilidade. Mas não podemos deixar de notar que em alguns locais e residências, essas placas por mais que sejam eficientes e sustentáveis, elas não harmonizam com a arquitetura do local. E na ideia de fatiar os propensos interessados na energia solar sem que queiram “poluir” a sua residência com as placas de energia solar, o mercado disponibiliza materiais e técnicas demonstrados a seguir.

Aqui está!

Criado em 2015 / 2016, o OPV (Painel Fotovoltaico Orgânico) passou em diversos testes, e inclusive já vem sendo instalados não só em prédios, como também em diversos ambientes arquitetônicos. Por ser flexível e tendo até 50% de transparência, eles podem ser postos em qualquer ambiente que tenha janela, como:

Coberturas

Fachadas

Brises

Praças

Menção Honrosa

Não poderia deixar de lembrar diversos aparelhos criados e renovados há várias décadas, desde as calculadoras alimentadas por energia solar, até as tomadas que são instaladas na janela de nossas casas.

Para traçarmos uma linha reta basta termos apenas 2 pontos. E justamente ao vermos o que os apetrechos nos trouxe no passado e nos dias atuais, temos a convicção do que as novas tecnologias nos trarão no futuro.

E tenho muito orgulho de vivenciado tudo isso.

Carro Elétrico X Gasolina – A Luta dos Séculos

A gente se depara com a empolgação que as empresas do setor automobilístico estão se empenhando em dominar o mercado do setor de carro elétrico, mas parou para se perguntar quando surgiu os primeiros veículos elétricos no mundo?

Alguns podem lembrar e dizer que foi o Toyota Prius, lançado pelos japoneses em 1997. Na verdade, o Toyota Prius foi o primeiro carro híbrido elétrico. Ou seja, ele pode ser alimentado tanto por gasolina quanto por eletricidade, pois dentro dele há um motor de combustão e um motor elétrico. Modelo deveras interessante para termos maior autonomia. Este conceito vem sendo adotado até os dias de hoje.

Os mais saudosistas lembrarão-se do Gurgel Itaipu, em 1975. Sim, mas ele foi o primeiro automóvel de motor elétrico desenvolvido no Brasil, e também na América Latina.

Os primeiros carros elétricos do mundo

Pois é, muitos podem nem acreditar. Mas o primeiro projeto de motor elétrico foi desenvolvido pelo húngaro Ányos Jedlik, em 1828. E em 1835 foi construído o primeiro veículo movido a motor elétrico, por Thomas Davenport. Em 1899 foram produzidos uma série de carros elétricos que andavam a mais de 100 km/h.

É provável que esteja a essa altura tentando se lembrar quando que surgiu o automóvel a gasolina. O primeiro veio o veículo a vapor, em 1769. Em 1807 começaram a surgir carros movidos a motor com gás de combustível. A introdução da gasolina ocorreu somente em 1885.

Isso mesmo. Quando o carro a gasolina surgiu, os carros elétricos já estavam rodando por aí há mais de 50 anos.

A Teoria da Conspiração – Só que Não

Como pode os carros a gasolina terem ultrapassado os carros elétricos se os mesmos já existiam há 5 décadas? E ainda por cima serem quase que dizimadas em todo o mundo. Não era para ter sido ao contrário? Os carros elétricos terem dominados os séculos e os de combustão virarem peças de museu?

Com essas perguntas é que começou a surgir a teoria que grandes empresas petrolíferas, com medo de terem a sua matéria prima desvalorizada, resolveram boicotar ou até mesmo propagar calúnias e difamações nos carros elétricos.

Antes de entendermos o que realmente ocorreu, devemos nos situar. Na virada do século XIX para o século XX, o mundo não tinha problemas de poluição e nem camada de ozônio. As estradas foram pavimentadas mais para charretes. E carros eram artigos de luxo.

O maior registro quantitativo de carros elétricos alcançou 30.000 unidades em circulação em todo o mundo.

O início do declínio dos carros elétricos começou com a produção em série de veículos de combustão, em 1900, por Henry Ford, que fizeram o custo de produção ficar bem mais barato que a montagem individual. Mas isso foi só o começo.

Carro Elétrico x Combustão

Como dito anteriormente, temos que nos ambientar naquela época, onde não se falava em poluição e nem camada de ozônio. Com isso em mente, vamos nos ater aos quesitos que os clientes mais se preocupavam.

  • Autonomia: Nesse quesito, é ponto para o carro a gasolina, que tinha autonomia bem maior que o carro elétrico. Os carros elétricos não aguentavam longas viagens, sendo ainda mais prejudicados com a construção de estradas, uma vez que se evidenciava das grandes distancias que o carro a gasolina percorria.
  • Custo: A produção em massa do Henry Ford reduziu o custo em um terço. Além disso, os carros elétricos começaram a perder o valor venal e a preferência devido ao aumento de postos de gasolina.
  • Poluição Sonora: Para esse quesito o carro elétrico entra em vantagem. São bem mais silenciosos que os de combustão, que naquela época nem tinha equipamentos que abafavam os barulhos que faziam. Inclusive, por uma jogada de marketing, insinuaram que os carros elétricos eram perfeitos para mulheres, por não serem barulhentos, não ter cheiro de gasolina e nem precisar rodar a manivela. Deixando os homens inibidos em adquiri-los. Ou seja, tecnicamente é um ponto favorável, mas na prática os homens franziam a testa.
  • Combustível: Esse quesito pode ter sido o precursor da teoria da conspiração. Além dos carros a combustão rodarem mais, o preço do petróleo começou a diminuir. Fora a descoberta de petróleo no Texas, na década de 1920. Isso sem falar na dificuldade de reabastecer as baterias naquela época.

Resultado

Vitória do carro a gasolina, por 3 a 1. Como dito anteriormente, quesitos como sustentabilidade e poluição ambiental não eram preocupantes naquela época, do contrario estaria empatado.  E nesse empate, talvez a concorrência desses dois carros prolongaria por décadas, ao invés de terem extinto os carros elétricos entre as décadas de 1920 e 1930.

O carro elétrico nasceu no século errado. Não tinha como ele competir com os carros a gasolina com a tecnologia que existia naquela época.

Atualmente a autonomia e desempenho estão bem melhores e podendo competir de igual por igual. E nesta era, todos estão preocupados com o meio ambiente e com a sustentabilidade. Fora o fato da criação e do barateamento das placas de energia solar, podendo espalhar postos de carga de bateria em qualquer lugar do mundo.

E a revanche já começou. Em breve teremos um novo vencedor. E creio que todos sabemos quem sairá vencedor.

O Futuro da Eficiência Energética e Tecnologia em 10, 9, 8,…

Energia Solar em Prédios – A Grana do Vizinho é mais verde

Você deve estar cansado de ver folders, outdoors, e até propagandas na internet e na TV de clientes felizes com seu painel de energia solar em sua casa, tanto montado no quintal quanto no telhado. E você se sente desanimado por morar em apartamento, achando que não tem possibilidade alguma de estar entre os brasileiros dando adeus as contas de luz das concessionárias e… Espera um pouco. “Achando”?!?

Quer dizer que podemos instalar kits fotovoltaicos de energia solar em prédios comerciais e residenciais? Independente do andar, espaço, vizinho e síndico?

Nota-se que mesmo a resposta sendo positiva, há muitos entraves que devemos avaliar.

Claro. Sem sombra de dúvidas. Um morador de uma grande casa com telhado e terreno vasto é mais do que perfeito para se tornar uma Central Geradora Fotovoltaica (UFV para Aneel). A resolução 687 de 2015, da Aneel, faz definições bastante claras para as UFVs, dando total liberdade tanto para prédios quanto o condomínios  integrarem a nova forma de consumo.

Energia Solar instalada x Prédios Residenciais

Apesar de não termos relatórios de quantidades de prédios com Placas Fotovoltaicas, podemos notar pelos gráficos de pizza abaixo a quantidade de unidades residenciais com UFV diante da quantidade de prédios residenciais habitados.

É bastante perceptível que apesar de já terem instalado mais de 52 mil UFVs, isso é insignificante perto dos 6 milhões de prédios  domiciliares que ainda recebem a conta de luz elevada.

Abaixo, temos o levantamento de 8 Estados e Metrópoles que representam 80% da quantidade total de prédios concentrados.

A Resolução 687

A resolução 687 ainda é recente. Alguns prédios aderiram, mas ainda há um imenso oceano a ser explorado. É óbvio que à medida que o vizinho do outro prédio se vangloriar que reduziu a conta de luz, que ele e os moradores do prédio vivem em uma nova era, entre outras gabações, acarretará motivação mais que suficiente para que haja um aumento exponencial de clientes interessados em mudar o seu consumo.

E essa é uma oportunidade única para quem quer entrar no mercado de energia solar. Pois haverá uma procura muito grande, e quem estiver preparado para projetar e instalar kits fotovoltaicos serão aproveitados.

Mesmo que até este momento não estejam preparados para esse inevitável boom da procura por energia solar, ainda há tempo para se instruírem e se capacitarem. Uma vez que as pessoas ainda estão acordando para esse novo horizonte.

Abaixo  encontra-se o link para página de cursos e treinamentos para quem deseja iniciar ou aprimorar na carreira. Há cursos para instalador, empreendedor, projetista, entre outros.

Cursos & Treinamentos – Energia Solar

As definições da Aneel

A resolução 687, de 2015, vem para atualizar a resolução 482, de 2012, a qual esta estabelece condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuídas. E aquela, além de alterar, inclui e normaliza novas definições.

Definições que sofreram apenas atualização.

  • microgeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 kW e que utilize cogeração qualificada;
  • minigeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW para fontes hídricas ou menor ou igual a 5 MW para cogeração qualificada;
  • sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa.

Definições que foram incluídas para quem necessite de manutenção.

  • melhoria: instalação, substituição ou reforma de equipamentos em instalações de distribuição existentes, ou a adequação destas instalações, visando manter a prestação de serviço adequado de energia elétrica;
  • reforço: instalação, substituição ou reforma de equipamentos em instalações de distribuição existentes, ou a adequação destas instalações, para aumento de capacidade de distribuição, de confiabilidade do sistema de distribuição, de vida útil ou para conexão de usuários.

Definições incluídas para aqueles que moram em condomínios ou em coletividade.

  • empreendimento com múltiplas unidades consumidoras; 
  • geração compartilhada;
  • autoconsumo remoto.

A definição Autoconsumo Remoto só é usado para aqueles que tem duas propriedades e uma delas tem Geração Distribuída on Grid (Kit fotovoltaico integrado na rede de concessionária). Nesse caso, há um medidor de energia bidirecional. Isso! O medidor que mede o lado do cliente e o lado da concessionária. Se por acaso esse medidor  registrar o lado do cliente, significa que ele está alimentando a rede e é abatido na conta de luz.

Mas se ele alimentar mais que recebe da concessionária? Aí ele avisa a concessionária a creditar na outra propriedade dele que ele for escolher. Por isso o nome Autoconsumo Remoto.

Vamos nos ater às definições empreendimento com múltiplas unidades consumidoras e geração compartilhada. São elas que foram criadas para os condomínios e prédios. A primeira é mais focada ao prédio em si, como exemplo o salão de festas, garagem, portaria,… Já a segunda é individualizada para cada morador interessado.

Onde são instalados os kit fotovoltaicos?

Eles podem ser instalados na laje de cobertura, na fachada, na sacada da varanda ou no próprio terreno / espaço do prédio.

Geralmente, o melhor lugar é no alto do prédio (laje de cobertura), pois pegará radiação solar o dia todo. As outras áreas descritas anteriormente podem ser instaladas, mas não terão uma radiação tão aproveitosa.

Um projetista terá de ir ao local, fazer levantamento de todas as posições e sombreamentos em cada horário para fazer estimativas do quanto que a placa será alimentado pelos raios solares, em cada posição indicado pelo proprietário ou síndico do prédio. Podendo, então, informar quanto de energia terá e se irá valer apena a sua instalação.

E o síndico?

É possível a instalação. E a Aneel deu definições claras quem é quem. Agora caberá o cliente conversar com o síndico do prédio, e dependendo das normas e convenções do prédio, poderá haver uma reunião para poderem discutir o que é melhor para todos.

Claro que poderá haver resistência. Os moradores por desconhecerem os benefícios, podem ver que isso vai prejudicar de alguma forma. Que vai custar caro. Que já viram má instalação cair o telhado. Enfim.

Aí que começa o primeiro passo do cliente ou até mesmo da empresa que está oferecendo o serviço. Explicar a cada morador os benefícios que terão. Que além de estarem diminuindo drasticamente na conta de luz, estarão aproveitando a energia solar. Isso sem falar na valorização do imóvel.

Energia Solar – A Luz no fim do Apagão

Patinete Elétrico – Sustentabilidade e Segurança andando lado a lado

Após o surgimento das bicicletas elétricas, estamos vivendo uma nova mania que está tomando as maiores cidades. Os patinetes elétricos.

As pessoas podem estar andando na intenção de cativar a sustentabilidade, saudosismo, comodidade ou por pura moda. Não importa. O que importa é que estamos vivendo uma nova fase para esse acontecimento. E a sociedade terá de se adaptar para essa realidade, uma vez que pode ser que não seja uma moda passageira. Pode ser que os patinetes vieram para ficar. E teremos que reavaliar os prós e contras. Tem “contras”? Sim. E muito.

Dando a Partida

Para usufruirmos os patinetes como os da empresa Grin, temos que baixar o aplicativo no smartphone e localizar através do seu mapa o patinete mais próximo. E visualizando o código Qrcode que fica próximo ao guidão, ela será desbloqueada e pronta para brinc… digo, andar.

Até aí não tem nada de mais. Até tem. Mas vamos comentar daqui a pouco.

O problema maior está na forma como a empresa solicita a forma (ou a falta da forma) de estacionar os patinetes.

É solicitado que, ao terminar a viagem, deixe em um canto da área demarcado no mapa em  azul e tire uma foto dela estacionada. Isso acarretava em que as pessoas largassem em qualquer lugar sem um mínimo de bom senso.

Outro ponto. Quando eu vi esses patinetes pela primeira vez, achei uma ideia muito interessante, mas estava estranhando que só via os patinetes, mas não via as estações ou algum ponto para pegar. A resposta era óbvia.

Porque não tinha.

Há poucos dias é que colocaram nas paredes de alguns estabelecimentos uma logo da Grin para deixarem os patinetes.

Pronto. Resolvido – Só que Não

Mesmo que estejamos aos poucos tomando as regras de tirar e deixar os patinetes, para que estejamos  todos coniventes, sem atrapalhar a vida do próximo, ainda somos pegos sobre problemas de mobilidade. Por serem de tração elétrica elas devem andar na calçada? Na rua? Em qual velocidade?

Ainda não temos uma lei de trânsito específico para veículos como o patinete elétrica. Mas há regulamentos específicos para veículos desse tipo. O Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) os qualifica equipamentos de mobilidade autopropelidos (tipo de motorização com dimensões de largura e comprimento iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas).

Com essa caracterização já podemos ver que eles não podem andar em meio a carros e motos. Mas não significa que estão isentos de andar em qualquer velocidade. Aliás, eles são obrigados a ter velocímetro, entre outras sinalizações.

  • Velocidade máxima na calçada – 6 km/h
  • Velocidade máxima na ciclovia ou ciclo faixa – 20 km/h

Além disso, é sempre bom lembrar que o veículo maior deve atentar ao veículo menor. É o princípio básico de segurança.

Agora vamos ao lado bom

Sim. Resolvi começar a descascar todos os pontos negativos. Perceba que o problema principal está apenas na forma de criarmos regras e termos o bom senso.

Alguns já foram resolvidos, como o caso da demarcação dos estacionamentos. Mas outros ainda dependem de leis municipais e de trânsito.

No entanto, após ajustarmos conforme a nossa sociedade e inserirmos na nossa cultura e no nosso cotidiano, aí sim teremos vantagens.

As principais vantagens são:

  • Não emitem poluentes;
  • Práticas e compactas;
  • O aluguel não é caro;
  • Fáceis de pegar e manusear;
  • A cidade aparenta mais auto sustentável.

O que podemos tirar de conclusão?

As nossas cidades cresceram desenfreadamente durante décadas. Há cidades que não aguenta mais tanto carro.

A vontade de muitos em integrar ideias sustentáveis para reduzir a poluição sonora, a emissão de gases, entre outras, é mais que bem vinda. É necessário.

Porém, como tudo na vida, temos que planejar e educar a cidade e o povo. Sem isso estaremos praticamente saindo de um problema para cair em outro . Sustentabilidade e segurança devem sempre andar juntos. Jamais separados.

Pedalando com Energia Solar

Pedalando com Energia Solar

Em 2011, a Prefeitura do Rio unido com o Banco Itaú criaram a Bike Rio. Um projeto em que se espalham as bicicletas laranja (cor do Itaú e da Prefeitura do Rio) em vários cantos da cidade. Essa ideia não é nova. Ela se originou em projetos que haviam dado certo em diversos países do mundo, iniciando desde 2008 no Rio, sem o patrocínio do Banco Itaú, na época, e contemplando, atualmente, com Estações de bikes contendo placas para captar Energia Solar para abastecer bicicletas elétricas.

O conceito era bem simples, tudo que tinha que fazer era baixar um aplicativo, se cadastrar e alugar qualquer bicicleta por 60 minutos ou por mês. A finalidade principal era a redução da circulação de carros na cidade, e reduzindo também, por conseguinte, a poluição sonora e a emissão de gás carbônico na atmosfera.

Fora que uma cidade recheadas de ciclistas por todos os lados causa uma sensação de bem estar e tranquilidade, uma vez que denota um ar de sustentabilidade.

Mas não Parou por aí

O projeto deu tanto certo que de 600 bicicletas distribuídas em 60 estações, em 2011, foi para mais de 2600 distribuídas em 254 estações, em 2017. Isso sem falar em outros Estados desenvolveram a mesma ideia. Mas vamos continuar focando com a Bike Rio.

Outra mudança foi na própria Estação que agora vem com placas fotovoltaicas, tornando-se autossuficiente uma vez que se alimenta de energia solar, bem como se preparando para abastecimento de futuras bicicletas elétricas. Isso sem falar que o layout das Estações ficou mais clean, sem muita poluição visual.

E as Bikes?

Não só as Estações foram remodeladas, como também as bicicletas vieram repaginadas.

  • Pneus com bandas refletivas aro 24;
  • Geometria inclusiva, permitindo uso por pessoas de todas estaturas;
  • Canote regulável com grande variação de altura;
  • Sistema de freios rollerbrake;
  • Câmbio Shimano Nexus com três velocidades;
  • Iluminação dianteira e traseira acionada por dínamo;
  • Cesto adaptável para qualquer tamanho de bagagem;
  • Tecnologia anti-roubo;
  • Pára-lamas dianteiro e traseiro;
  • Proteção de corrente para evitar sujar as roupas do ciclista

E as Bikes Alimentadas por Energia Solar?

Apesar do Rio de Janeiro ainda não terem bicicletas a bateria para serem alimentadas pela energia solar,  bem provável que em breve tenhamos essas bicicletas elétricas rodando por todo o Rio.

E provavelmente deverá aumentar ainda mais a quantidade de bicicletas e estações. É bom para todos, uma vez que haverá transporte com pouco esforço, sem prejudicar o ambiente, e ainda por cima apreciar a paisagem da Cidade Maravilhosa.

O Futuro da Eficiência Energética e Tecnologia em 10, 9, 8,…

Como se diz por aí, o ano começa depois do carnaval. E agora que já passou a virada do ano, a posse do Presidente da República Jair Bolsonaro, a escolha de seus ministros, o levantamento de informações e gastos no passado, entre outros, o governo poderá traçar melhor planos e estratégias para o país sair da crise o mais breve possível e, em paralelo, desburocratizar e incentivar aos acionistas e empresários tanto estrangeiros quanto brasileiros a investirem em setores como eficiência energética e tecnologia.

Obviamente iremos focar esse artigo na pasta do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, por onde passará quase a totalidade das diretrizes da Tecnologia, Eficiência Energética e das Energias Renováveis (Energia Solar, Eólica,…). Mas o que fiquei surpreso foi a divulgação de outras propostas do próprio Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Marcos Pontes que, se cumpri-las, colocará o Brasil em um ótimo patamar nos próximos anos.

Quem é Marcos Pontes?

Engana-se quem disse ou pensou que é apenas um astronauta.

Militar da reserva, o Tenente Coronel da FAB (Força Áera Brasileira) Marcos Cesar Pontes, além de ter se formado na Academia das Forças Aéreas (AFA), ele se formou também em Engenharia da Aeronáutica no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Fez também Mestrado em Engenharia de Sistemas na Califórnia. Isso sem falar que o Senhor Ministro possui Bacharelado em Administração Pública na AFA. Esqueci de alguma coisa? Ah sim! Foi o primeiro e único astronauta brasileiro.

Adoraria adentrar nos projetos e missões que ele fez na NASA (National Aeronautics and Space Administration), mas vamos nos ater apenas a sua bagagem de formação.

Não é a toa que foi nomeado Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Por todas as qualificações supracitadas, é um cargo mais do que merecido. E vamos torcer para que seus esforços se tornem em vitórias e faça desse país um exemplo de progresso de tecnologia e eficiência energética.

Como estamos

Nos últimos anos não houve investimentos em ciência e nem tecnologia, ocasionando em um PIB (Produto Interno Bruto) de 1,3%.

A consequência disso foi o deságio na ciência e na tecnologia. E com isso, os maiores cientistas, mestres e doutores não tiveram outra escolha que não seja sair do país, onde são bem reconhecidos e remunerados.

Por isso que países como Alemanha, Japão, Estados Unidos, entre outros estão dezenas de anos a nossa frente. Tanto na matéria de Tecnologia, quanto na Eficiência Energética, ou até mesmo na Energia Solar ou Eólica. E olha que nós temos o melhor clima e espaço geográfico para compor usinas eólicas e solares.

Em diversas entrevistas, o Ministro Marcos Pontes já pronunciou que teremos como meta que o PIB aumente para 2% ou mais, utilizando a participação do setor privado. Muitos especialistas estão animados por ver que é passível de chegarmos próximos ao PIB da Alemanha e do Japão, por exemplo.

O problema é que a solução não vai ser rápida, e sim gradual. E quem atua no setor energético ou de tecnologia, pode aproveitar o período da alavancada e já ficar preparado quando novas oportunidades surgirem, pois muito provavelmente vários investidores e empresários voltarão a investirem no Brasil. Isso se é que já não estão investindo, uma vez que a Bolsa de Valores, nas últimas semanas, deu uma guinada positiva e animadora.

O que vem por aí

Para não alongarmos muito, irei citar e fazer breves comentários de algumas propostas inseridas na pasta do Ministro. Alguns já até fiz artigos sobre o tema e colocarei os respectivos links. Os demais, farei artigos posteriormente.

Tecnologia da Informação

O pessoal de TI deve ficar atento e se especializarem. Na conferência Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, Pontes afirmou da necessidade de integração do Brasil nos seguintes temas:


• Big data – Concentração de diversos dados, estruturados ou não, com a idéia de cruzar informações gerando insights relevantes a cada segundo.


• Internet das Coisas – Além de Computadores e celulares, outros aparelhos (e até apetrechos) serão compartilhados em rede, e conversando entre si. O exemplo clássico é da geladeira avisando que um determinado alimento acabou ou venceu e sugerindo a compra. E poderia, inclusive, informar o mercado mais próximo e barato. Isso está relativamente conectado a automação residencial.


• 5G – Obviamente com a internet das coisas, será extremamente importante migrarmos do 4G para o 5G, deixando a internet mais ágil.


• Cidades Inteligentes / Inteligência Artificial – Cidades Inteligentes (Smart City) são cidades planejadas com auto sustentabilidade. Unir Cidades Inteligentes com Inteligência Artificial é o caso que havia citado da geladeira informar ao consumidor do produto que havia acabado e sugerir a compra no supermercado. Só que olhando fora da caixinha, imagina a logística da cidade poderia fazer ao saber da demanda de todos os produtos e serviços. Não haveria grandes estocagens. Tudo seria consumido de maneira adequada. Estados Unidos, China, Reino Unido, entre outros, já estão investindo nesse tema.


• Cibersegurança – Obviamente uma cidade conectada é fundamental a segurança de a informação sofrer uma atualização.

Dessalinização no Nordeste

O Ministro foi enviado à Israel para que pudesse trazer planos de dessalinização para o Nordeste. Como todos sabemos, o Nordeste é tomado por secas e faltas de chuva. O plano será em criar usinas pilotos para dessalinizar e purificar as águas dos mares para que sejam levadas em lugares que necessitem de irrigação na agricultura bem como para hidratação aos nordestinos.

Energia Renováveis

O Presidente quando ainda era candidato a presidente, ele havia mostrado interesses em incentivar investimentos em energias renováveis. O Ministro já sinalizou as pretensões.


• Energia Eólica – Além da dessalinização, outra proposta será de incentivar usinas eólicas no Nordeste, uma vez que essa região tem uma geografia que trás potentes ventos. No link abaixo menciono um projeto grandioso da Petrobrás em fazer a primeira usina eólica offshore (em alto mar) no Brasil.

Energia Eólica – Ventos Sopram a Favor nos Mares do Brasil


• Energia Solar – Outra preocupação do atual governo será de ampliar a Energia Solar no país, inclusive também no Nordeste. Segue o link onde trato das projeções da energia solar no Brasil.

Energia Solar – A Luz no fim do Apagão

Grafeno

Entre outros benefícios, será no desenvolvimento de uma super bateria que poderá estar alimentando, por exemplo, ao carro elétrico, bem como ser atrelado diretamente as placas fotovoltaicas (vulgo placas solares), diminuindo ainda mais o custo de aquisição de energia solar. Segue o link onde falo mais sobre os benefícios do grafeno.

Grafeno – A Revolução do Século

Nióbio

Ele foi divulgado desde o tempo de Enéas Carneiro, e poucas mídias têm noticiado sobre o assunto. E as características que ele nos traz deixar-nos-á intrigados no porque que ele foi sempre sub-utilizado no Brasil. No link a seguir o nióbio é abordado com mais detalhe.

Yes, Nós temos Nióbio

E Agora Vai?

Apesar de parecermos otimistas, não podemos deixar de esquecer que essa é a primeira vez em décadas que a composição de ministros é estritamente técnico. E a pessoa quem vai administrar a pasta é mestre em Engenharia de Sistemas, além de ser cientista e pesquisador da NASA. É evidente que haverá esforço para que suas idéias saiam do papel.

E não falo isso por viés política, e sim com olhar clínico das pessoas que estão lá e se interessam na ciência e tecnologia, que fizeram no passado, e o que poderão fazer ainda pelo nosso país.

O Ministro Marcos Pontes, por exemplo, era um menino pobre de Bauru que tinha um sonho de ser astronauta. Passou em primeiro lugar na AFA.

O que move o país são pessoas. E sabendo da idoneidade e a sua força de vontade para vencer com garra, honestidade e hombridade já é mais que suficiente do interesse e esforço que o novo governo empenhará na Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação.

Urna Eletrônica – Aperte a Fiscalização e Confirme

Com mais de 20 anos de existência, a urna eletrônica sempre foi o centro de discussões sobre a sua veracidade, principalmente nas suas duas últimas eleições presidenciais. Também, não é para menos. Ela define os rumos da nação. Por isso muitos se perguntam. Ela é segura? Há algum jeito de fraudar as eleições? Como um cidadão pode fiscalizar?

Como acontece nas próprias eleições, aqui nós temos um debate:

  • De um lado, o TSE e sua equipe que montou toda a estrutura e logística que afirma  está a prova de falhas, alegando que nunca houve fraude em nenhuma eleição. Isso sem contar que eles afirmam que é mais seguro agora do que era antes, quando era impresso;
  • Do outro lado, especialistas em segurança da informação e acadêmicos, os quais lembram que nada é inviolável. E alertam das fragilidades. Caso não tomarem as devidas providências, a democracia será derrotada, não só por hackers como também pessoas internas no processo.

Aqui é que começa a fogueira das vaidades. Os representantes do TSE detestam a cogitação de duvidarem da honestidade e probidade deles. Mas podemos apagar essa fogueira com apenas uma metáfora. Basta uma maçã podre no meio do cesto para infectar todas as maçãs. Sim. Isso mesmo. Basta um cara lá dentro para comprometer a democracia.

Mas nós, cidadãos em busca do nosso direito de transparência e integridade, podemos não só fiscalizar como também podemos denunciar as fraudes. E mostrarei a seguir como é estruturado o processo das urnas eletrônicas, e como poderemos colaborar enfaticamente.

A Urna Eletrônica Modelo 2011 / 2013

As urnas eletrônicas já passaram por diversas revisões ao longo dos anos. Mas a versão mais atual são os modelos UE 2011 e UE 2013.

Seu sistema Operacional é em Linux e, além do seu terminal ser de LCD, os componentes de entradas são: o leitor biométrico (em alguns estados) e o teclado.

Como componentes de entrada e saída, a urna contém:

  • um pen drive chamado de Mídia de Resultados, para gravar resultado final da votação;
  • dois cartões de memória, um interno e outro externo. Os dados de ambos são idênticos. Nelas estão gravados o sistema operacional, os dados dos candidatos e os programas e aplicativos. Durante a eleição, os votos são registrados nos dois cartões, na intenção de dificultar possíveis fraudes ou manipulações nas contagens de votos.

Cabe ressaltar que as urnas não vêm com softwares instalados de fábrica. Elas saem das fábricas vazias, justamente para que os seus programas (daqui por diante vamos chamar de códigos) sejam instalados nas urnas eletrônicas pelos próprios técnicos do TSE.

  1. Mídia de resultado (pen drive): é removida e enviada, em um envelope lacrado, para a apuração da Justiça Eleitoral.
  2. Memória externa (cartão de memória): também guarda os votos já computados e serve para abastecer uma nova urna em caso de substituição.
  3. Impressora térmica: imprime a “zerézima” e os boletins de urna, com a quantidade votos por candidatos e partidos.
  4. LEDs indicadores: mostram o estado de abastecimento de energia.
  5. Botão liga/desliga.
  6. Bateria externa: entra em funcionamento em caso de falta de energia e se a bateria interna parar de funcionar.

O passo a passo para Democracia

A justiça eleitoral, na intenção de comprovar que o sistema de votação eletrônica é seguro, convidará, em edital, especialistas em segurança da informação e acadêmicos, entre outras entidades, para que possam efetuar ataques em ambiente controlado.

O objetivo é de invadir e alterar os códigos, bem como encontrar outras fragilidades, sendo as mesmas reportadas ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE – para conhecimento e acerto de todas as falhas e vulnerabilidades levantadas.

6 meses antes das eleições

O TSE convocará os partidos políticos ou seus representantes, o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras entidades, para inspecionar o código do programa, testar os registros (votos) e verificar a contagem final. Os mesmos poderão opinar e dar sugestões para melhorias no sistema.

Nesse ponto, para participar o cidadão tem que ser filiado a um partido político e ter conhecimento na tecnologia da informação.

Entre 30 e 20 dias antes das eleições

TSE marcará cerimônia pública para assistir à compilação do código citado anteriormente, bem como a assinatura digital e sua hash (chave criptográfica), que lacrará todos os programas e arquivos.

O programa compilado em cartões de memórias será encaminhado do TSE aos TREs para que os seus técnicos conectem e instalem cada cartão em sua respectiva urna até uma semana antes do pleito.

Os Tribunais Regionais Eleitorais deverão formar a Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica. Após isso, os mesmos terão de informar, em edital e na internet, o local onde será realizada a auditoria da votação eletrônica.

2 dias antes das eleições

Entre 8 e 17 horas, poderá ser realizada a validação da assinatura digital, bem como a autenticação do hash (chave criptográfica) para o Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica.

No Sábado antes das eleições

A Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica irá sortear algumas urnas que serão submetidas à auditoria.

As mesmas serão encaminhadas em áreas determinadas para o teste público, escoltadas pela Policia Federal. Como exemplo, no Rio de Janeiro, o TRE-RJ encaminhará essas urnas para o Centro Cultural da Justiça Eleitoral (CCJE).

Esse também será o último dia para validação da assinatura digital, e também para autenticação do hash.

No dia das eleições

Serão convidados representantes dos partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e auditores contratados pelo TSE. Todas essas entidades presentes para assistir à instalação das urnas sorteadas anteriormente, para testar votação em paralelo entre a urna comum com a eletrônica, comprovando que a contagem delas estarão equivalentes.

As demais urnas serão encaminhadas para as zonas eleitorais.

Ao chegar em seus respectivos destinos, os técnicos instalarão os códigos nas urnas e imprimirão relatórios comprovando as urnas estarem zeradas.

Ao longo do pleito, os votos serão registrados paralelamente em duas memórias: uma interna e a outra no cartão removível, nos casos de necessidade de substituição da urna.

Caso houver problemas técnicos antes ou durante a votação, mediante autorização do juiz, as urnas serão substituídas, acompanhadas por representantes dos partidos políticos, Ordens dos Advogados do Brasil e do Ministério Público.

A Viagem, dos Votos

Após o encerramento, serão emitidos os boletins de urna, contabilizando todos os votos da seção.

Os dados serão gravados em Mídias de Resultados (pen drives), e retirados para serem lacrados em envelope, junto com duas cópias do boletim, para serem encaminhados até o centro de transmissão. Esses centros podem ser: cartório eleitoral, local de votação, ou sede do TRE.

Ao chegar no centro de transmissão, as Mídias de Resultados serão plugados nos terminais e transmitidos para o TSE, geralmente numa rede privativa da Justiça Eleitoral.

Em locais que não houver boa conexão, as Mídias de Resultados serão encaminhadas às cidades mais próximas onde tiver cartórios eleitorais ou no Tribunal Eleitoral do Estado em que essa cidade se encontra.

Caso a localidade seja mais remota, como algumas cidades da Amazônia, serão usados computadores com acesso à internet via satélite, usando conexão VPN (Virtual Private Network – Rede Virtual Privativa), aumentando ainda mais a segurança.

Após a recepção, os arquivos serão descriptografados e os votos estarão sendo totalizados e divulgados, no TSE para presidente, e no TRE para deputados, senadores e governadores.

Pra Evitar Roubo, Faz um BU

Uma outra forma de um cidadão poder fiscalizar na votação é ficar no ambiente de votação antes das 17 horas e aguardar o encerramento da votação e a impressão / exposição do BU. O que é BU?

A urna eletrônica tem um módulo impressor embutido. Ele serve para fazer duas verificações: a primeira é para imprimir o relatório “zerézima” para mostrar que a urna está zerada; e a segunda é para imprimir o Boletim de Urna (BU), após o encerramento das votações. O BU contém a soma de votos de todos os candidatos naquela urna eletrônica.

Em toda seção / zona, eles são obrigados a emitir e divulgar lá dentro os BUs. Existem aplicativos que você pode baixar no seu celular e tirar uma foto. Para esse ano, 2018, criaram o aplicativo Totalização Paralela das Eleições 2018. Esse aplicativo centraliza todos os BUs encaminhados e fará a sua própria contagem.

Compartilhe e Multiplique

Apesar do TSE bater de pé junto que a urna eletrônica é segura, não podemos ficar parado e deixar o sistema rodar sem ao menos a gente possa averiguar. A final, nós pagamos impostos, e é fundamental que tenhamos a certeza que os nossos candidatos escolhidos para nos representar sejam escolhidos de fato.

Por isso, peço que, mesmo que não tenhas tempo ou interesse de ir até a urna e fiscalizar a votação, pelo menos divulgue ou compartilhe essa informação às outras pessoas. Para que elas saibam que a cidadania não se restringe somente em votar e ser votado.  A gente pode também fiscalizar e acompanhar. Pois eu prefiro garantir que vivemos em uma democracia a fingirmos que vivemos em uma.

Energia Eólica – Ventos Sopram a Favor nos Mares do Brasil

Até pouco tempo atrás, estávamos construindo usinas de energia eólica no Brasil, não só para termos mais uma fonte alternativa de energia, como também no intuito de ajudar a suprir as hidrelétricas no período de seca (período de poucas chuvas, mas com bastante vento), uma vez que a força dos ventos nesse período é mais potente. Sendo o Nordeste o foco maior de projetos, não por acaso, ele detém uma área geográfica excelente para formação de ventos fortes e contínuos. E isso, estou me referindo à terra firme.

É importante ressaltar que a medida que distanciamos da terra e, consequentemente, beiramos no mar, os ventos vão ficando cada vez mais fortes e constantes. Mas… E se construíssemos parques eólicos no meio do mar? Estarei delirando? Isso é possível? Isso não só é possível como já é realidade em muitos países. E a Petrobrás está com projeto de construir as primeiras usinas de energia eólica em alto mar no Brasil. Vamos entender o porquê dessa proposta tão arrojada e quais as vantagens de se construir energia eólica fora da costa (offshore) em comparação a de terra firme (onshore).

Os Primeiros Parques Eólicos Onshore

Em 2002, houveram incentivos do governo federal para investimentos em energias limpas e renováveis. A energia eólica começou a ganhar força, preferencialmente no Nordeste, onde os ventos são mais intensos e frequentes, de acordo com os registros. Sendo os ventos dessa região previsíveis e calculáveis, foi possível a construção de diversos parques eólicos onshore ao longo dos anos.

De acordo com os dados levantados pela ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), o Brasil já demonstrava um excelente aumento da potência instalada entre 2006 e 2017. Além de prever um significativo crescimento até 2023.

Em 2017, a energia eólica abasteceu 10% da população brasileira. Desta, 84% pertence ao Nordeste.

A Energia Eólica Offshore em outros Países

Atualmente, mais de 90% da geração de energia eólica offshore se encontra na Europa. Desta, mais da metade vem do Reino Unido. Essa imensa receptividade se deve, entre outras razões, pelo fato deles não terem muitas opções de fontes de energia. Em seus projetos, percebe-se que o êxito foi tão grande que há previsão de crescimento da instalação de energia eólica offshore em 11,1% entre 2017 e 2022.

Em 2017, a Holanda inaugurou o maior parque eólico offshore no mundo. Com 150 turbinas distribuídos em 68 km2 mar a dentro, uma potência instalada de 600 MW e gerando 2,6 TWh (2.600 MWh) ao ano. Com isso, a Holanda deixará de produzir 1,25 Milhões de toneladas de CO2 por ano.

Os Impasses para Construir Energia Eólica nos Mares do Brasil

Ainda há alguns obstáculos para que haja geração de energia eólica no mar. Como o Ibama elaborou leis e diretrizes focado na energia eólica onshore, ainda será avaliado tratativas para o caso de geração offshore para que possa impor as condições de projeto e a Petrobras possa alinhar com o Ibama com fins de conseguir o licenciamento para o projeto e iniciar a empreitada.

A pretensão é de instalar torres de aerogeradores próximos das regiões costeiras do Nordeste. Mais especificamente, no Rio Grande do Norte. Se tudo ocorrer dentro do cronograma, em 2022 assistiremos à inauguração das primeiras turbinas offshore no país. E se tudo ocorrer conforme o esperado, a iniciativa será a primeira de uma série de projetos de parques eólicos no mar.

Os Benefícios da Energia Eólica Offshore em comparação com a Onshore

Você deve estar se perguntando se realmente vale apena o esforço e custo para instalação de energia eólica em alto mar, tendo em vista de ser mais fácil, mais prático e mais barato instalar parques eólicos em terra firme. Abaixo, mostro-lhe as principais vantagens e benefícios de instalarem energia eólica no mar.

  • Fator Capacidade – Sem barreiras de relevos e sem o calor do solo, os ventos no mar se tornam mais fortes e contínuos. Portanto, tendo um fator de capacidade muito maior que na terra. Cabe ressaltar que o fator de capacidade de muitos países é em torno de 25%. No Brasil, em terra firme, é de 60%. Isso mesmo. Veja o tamanho de potencial de aproveitamento desperdiçado tanto em terra quanto em mar aberto.
  • Poluição Sonora e Visual – Particularmente, eu acho muito bonito as torres com os seus aerogeradores. E aposto que muitos turistas devem estar indo ao Nordeste também para ver de perto esses aerogeradores. Mas, alguns consideram que as torres e as pás poluem visualmente determinados ambientes. Quanto à poluição sonora, obviamente, no mar não escutaríamos o barulho das turbinas e pás trabalhando, sendo isso sim realmente uma vantagem.
  • Meio Ambiente – Colocando em áreas estratégicas, ou seja, que não haja uma transição costumeira de aves no local, haverá menos impactos de incidentes de pássaros que em ambiente terrestre, lembrando que há pouquíssimas espécies de aves que voam pelo mar.
  • Turbinas maiores – Instalando aerogeradores gigantescos em terra firme, além de não ter ventos tão potentes, teríamos que nos respaldarmos de todos os acidentes plausíveis de acontecer, tanto aos funcionários, quanto aos residentes e transeuntes. Já em alto mar, não haveria tamanha preocupação, apenas o cuidado com a segurança dos funcionários na instalação e manutenção.

Um Oceano de Oportunidades

Mesmo que os europeus terem todo o know-how, acredito que seja uma ótima oportunidade para entrar nesse mercado, pois muito em breve a Petrobrás deverá terceirizar serviços, e geralmente ela dará preferência em contratar serviços de brasileiros.

Para aqueles que não conhecem e nunca trabalharam com energia eólica, mas têm vontade de entrar no ramo, recomendo que se profissionalize em quanto a Petrobras aguarda a autorização do Ibama. Pois assim que concederem a autorização, a Petrobrás iniciará o projeto e contratará serviços.

Entre os cursos no mercado, o que conheço e compartilho são os cursos Princípios da Energia Eólica e A Tecnologia das Grandes Turbinas Eólicas. O curso Princípios da Energia Eólica é para os iniciantes nesse setor. Já o curso A Tecnologia das Grandes Turbinas Eólicas é para quem já tem conhecimento do assunto e necessita se aprofundar mais. Para conhecer mais e se inscrever, é só clicar nos links destacados ou nas imagens abaixo: Princípios da Energia Eólica e A Tecnologia das Grandes Turbinas Eólicas.

Qualquer que seja a sua pretensão de curso, é fundamental que obtenha o certificado o quanto antes, independente de ser onshore ou offshore. Se as empresas terceirizadas da Petrobrás não encontrarem ninguém no Brasil que possa trabalhar nos parques eólicos offshore, eles serão obrigados a contratar gente de fora. E será uma lastima, na situação que o nosso país está passando, perder oportunidade de emprego para os estrangeiros.

O Brasil tem soberania não só na terra como no mar. E ela é delimitada no chamado de Zona Econômica Exclusiva (ZEE), mais conhecida como Amazônia Azul (por ter uma área equivalente a Amazônia, e com a mesma importância na sua biodiversidade). São 3,5 milhões de quilômetros quadrados mar a dentro. Lembrando, é claro, que partes da ZEE que contiver a biodiversidade não pode ser construída parques eólicos e, portanto, sendo preservadas.

Por isso a necessidade da intervenção do Ibama.  Mesmo assim, temos um campo, digo, um mar enorme para criarmos parques eólicos e, consequentemente, gerarmos energia o suficiente para suprir todo o Brasil. E se não bastasse em termos uma geografia que nos beneficia, os custos de peças para a energia eólica offshore caíram, dando ainda mais oportunidade de navegarmos nesse oceano azul.

Energia Solar – A Luz no fim do Apagão

Eram 22 horas do dia 11 de março de 1999, dia típico de verão. Você se lembra onde estava e o que estava fazendo naquele exato momento? Acredito que vai me dizer que não se lembra nem do que almoçou ontem, quanto mais o que estava fazendo há 20 anos atrás.  Mas se você for um dos 60 milhões de brasileiros que estava em um dos estados do Sul, Sudeste e Centro Oeste do Brasil que sofreu por 4 horas o apagão mais longo da história do Brasil, provavelmente você vai lembrar onde estava, com quem estava e o que estava fazendo naquele momento.

Engraçado! Nós temos muita dificuldade de lembrar do que fazíamos há dias atrás, mas se formos lembrar daquele apagão, a gente se recorda até a roupa que estava usando naquela hora. Por que será?

Uma das principais razões de nunca esquecermos de uma noite de blackout, além de ter sido considerado um evento histórico para o Brasil, você naquele momento estava consumindo a eletricidade de alguma forma. Luz acesa, Televisão ligada, usando computador, subindo de elevador, refrescando na frente do ventilador ou ar condicionado, … Quando cessa a energia é que percebemos o quanto ela nos faz falta.

Apesar de ter pego quase todo mundo de surpresa, nós, engenheiros eletricistas, além dos especialistas do setor elétrico, já alertávamos da tragédia. Mais que isso, nós tentávamos evitá-la desde a década de 90, avisando às autoridades o aumento do consumo que estava a cada ano mais próximo da capacidade que as usinas estavam dispostas a oferecer. E se não investirmos em novas fontes de energia, de preferência limpas e renováveis, que é o caso da energia solar e eólica, o sistema elétrico iria entrar em colapso.

As Causas Divulgadas x Possíveis para o Blackout

No dia seguinte após o apagão, o ministro de Minas e Energia alegou que a razão para o Blackout foi um raio que caiu na Subestação em São Paulo. Com isso as linhas foram cortadas automaticamente. As outras linhas não suportaram a demanda e foram também abrindo gerando o efeito dominó.

Pode ser verdade. Mas creio que não foram divulgados em sua totalidade os outros fatores ocorridos para que chegasse naquele estágio.

  • Hidrelétricas Sobrecarregadas – As principais Hidrelétricas, Usina de Itaipu, no Sul, e a Chesf, no Nordeste, desde aquela época, já estavam suprindo no limite.
  • Falta de chuvas – Naquela época as chuvas no Sul estavam escassas.
  • Não Havia um Plano B – Houve uma desorganização e falta de investimentos para o setor elétrico.
  • Pouca ou Nenhuma orientação de Conservação / Eficientização – O governo ao invés de ter ao menos orientado antes ou após o incidente a conservar ou eficientizar a nossa energia, eles nos obrigaram a reduzir o nosso consumo.

Como Consequência: O Racionamento de Energia

Após o Blackout o governo percebeu que havia uma fragilidade no sistema elétrico desde a geração até o fornecimento. A curto prazo, eles criaram, em 2000, o Plano de Racionamento de Energia que, conforme tinha dito anteriormente, exigiram aos consumidores a reduzirem o consumo de energia. Isso mesmo, fomos penalizados pela falha de gestão do governo naquela época. Essa imposição foi finalizada em 2002, quando as chuvas haviam normalizado os reservatórios.

Mas ainda havia o problema de as usinas hidráulicas não suprirem os consumidores, sendo obrigado a acionar as termoelétricas, que são mais caras. Foram avaliados investimentos em fontes alternativas, inclusive energia solar e eólica, mas infelizmente eram muito custosos a aquisição, instalação e manutenção.

Os especialistas voltaram a alertar que se algo não for feito para melhorar o setor elétrico, em breve teremos um novo apagão.

10 Anos Depois…

Na noite de 10 de novembro de 2009, houve um novo Apagão, e desta vez afetou 90 milhões de pessoas. Só retornou entre 1 e 2 horas da manhã, dependendo do estado. E novamente o ministro de Minas e Energia teve que dar explicações.

No intuito de compreendermos o cenário da energia no nosso país no passado para que possamos entender e antever o que está por vir, elaborei dois gráficos: no gráfico 1, demonstro a capacidade de geração anual de cada Fonte / Usina. No gráfico 2, informo o consumo anual de cada classe de consumidor. Podemos notar no gráfico 1 que até 2011 a geração era predominantemente hidráulica. E no gráfico 2, o consumo total de cada ano ficava bem próximo da disponibilidade de consumo da hidráulica. Em 2012, o nosso consumo superou a hidráulica, sendo necessário acionar as termoelétricas para compor a falta.

Nos anos seguintes novamente foram acionadas as termoelétricas, obrigando a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) a rever os custos, criando assim em 2015 a Cobrança Extra (Bandeirada), que é a contabilização dos custos no acionamento das termoelétricas.

Observa-se que as indústrias recuaram em 2012 o consumo, e foi mais acentuado nos anos posteriores devido a redução de gastos, mais a falência / crise. Mas isso é assunto para um outro artigo.

A Solução para o Apagão é a Energia Solar

Novamente foram revistos os projetos de instalação tanto de energia solar quanto energia eólica, e como os equipamentos começaram a ficar mais baratos e, consequentemente, a ficar bastante interessantes tantos aos empresários quantos aos consumidores instalarem energia solar nas residências e nas indústrias. No gráfico 3, podemos observar que de 2010 (após o 2º maior apagão) até 2017, houve uma redução nos preços dos módulos fotovoltaicos de $1,80/Watt para $0,35/Watt, representando uma queda de 80,6% em 7 anos.

Com a queda do preço dos equipamentos fotovoltaicos combinados com as cobranças extras (bandeiradas) começou a provocar no consumidor interesse em investir na instalação de células fotovoltaicas em suas residências. O Investimento na aquisição e instalação, em poucos anos, esses consumidores estarão com os seus gastos amortizados. Por exemplo, se uma família de 4 pessoas gasta uns R$ 250,00 por mês de conta de luz, em 7 anos ela terá gasto R$21.000,00. Se essa família resolver investir R$20.000,00 em energia solar, em menos de 7 anos já estará no lucro.

Isso é um exemplo hipotético. Depende de caso a caso. Mas como eu disse, os custos diminuíram muito. No link a seguir, temos diversos kits fotovoltaicos a qual entrando em cada kit teremos todo o detalhamento e seu preço total.

Energia Solar – Kit Fotovoltaico

A tendência é de aumentar exponencialmente a procura. Estimo que nos próximos anos, talvez até nos próximos meses, a tendência desse mercado aumente ainda mais. E para um país que está em crise é uma grande oportunidade para aproveitar um nicho que está em franca expansão.

Para aqueles que se interessarem nesse mercado, mas não têm especialização na área, aconselho a procurarem bons cursos para esse mercado. Abaixo deixo o link de excelentes cursos que ensinam e treinam para serem profissionais, tanto de instalador quanto especialista fotovoltaico.

Cursos & Treinamentos – Energia Solar

É importante se destacar no mercado, uma  vez a tendência é que a energia solar cresça e desenvolva, e com isso o Brasil se torne referência em Energia Solar. E com isso, evitamos de haver novamente aquela desorganização do passado, ou pior, que busquem profissionais de fora.

Abaixo também deixo o link de livros que aprofundam bem temas como eficiência, sustentabilidade e energia solar.

Livros

Vemos que no gráfico 4 a quantidade de consumidores que aderiram a mini ou micro geração. Nota-se que os números estavam modestos até 2015, época em que entrou a cobrança extra. Na primeira metade de 2018 a quantidade de consumidores que entrou foi 18 vezes a mais que em 2015.

Com certeza nos próximos anos entrarão não mais dezenas de milhares, mas centenas de milhares. Não me espantaria se em uma década chegarmos a ter milhões de consumidores aderindo à energia solar. E essa migração não só beneficiará o consumidor, como também aliviará as usinas hidrelétricas. Isso sem falar que estaremos contribuindo para o bem estar do meio ambiente, tendo em vista que essa fonte de energia é limpa e renovável.

Grafeno – A Revolução do Século

Grafeno – A Revolução do Século

Quem não lembra dos filmes de ficção científica, em que os personagens interagem com o espelho da mesma forma que nós interagimos com um celular ou tablet. De repente, ele “empurra” os dados que estava lendo para parede, e da parede à mesa para que o nosso personagem possa tomar um café enquanto lê as notícias. E quando ele tira um print, ele “empurra” a mídia para uma espécie de uma folha transparente, mas na verdade é um computador dobrável em forma de uma película.

Você deve estar pensando que isso irá demorar para acontecer. Felizmente, isso tudo poderá acontecer em poucos anos. Isso mesmo. O smartphone dentro e breve virará uma folha dobrável, e isso é apenas o começo. Esse milagre da tecnologia já tem o nome do santo: O Grafeno.

Para os que associaram o nome grafeno com o grafite, acertou. O grafeno advém do grafite. E o melhor disso, mais uma vez o nosso Brasil foi contemplado. Das 230 milhões de toneladas de grafita (nome dado ao minério do grafite), 72 milhões de toneladas (31%) são em terras tupiniquins.

O mundo que conhecemos será transformado por um material advindo de uma lapiseira?

Não podemos esquecer que o grafite é composto pelo carbono. E o carbono sendo pressurizado e aquecido terá a sua estrutura molecular realinhada para virar um diamante, que é considerado o material mais duro que existe. Portanto, não precisaremos nos impressionar tanto que um novo realinhamento poderá criar novas características.

Mas antes de explorarmos o assunto, convém entendermos como surgiu o grafeno.

Em 1947, o físico Philip Russel Wallace foi um dos primeiros a descobrir e a pesquisar do que nós conhecemos atualmente como grafeno. Porém, não podia explorar mais devido as limitações tecnológicas daquela época.

O grafeno pôde ser isolado em 1962, pelos químicos alemães Ulrich Holfmann e Hanns-Peter Boehm. Inclusive, foi o próprio Boehm quem batizou o grafeno, que é uma junção de grafite com o sufixo “eno”.A ideia consiste em esticar a estrutura do grafite até virar uma espécie de uma folha plana de átomos de carbono estruturado em forma hexagonal. Esse formato bidimensional ocasionará uma resistência e maleabilidade incrível. Fora também que o carbono alinhado torna-se excelente condutor. O único problema consiste em desenvolvê-lo, pois teria de alinhá-lo no formato bidimensional.

Este problema foi solucionado em 2004 quando os cientistas Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, faziam a limpeza de resíduos do grafite em uma fita adesiva. Viram que nessa fita, através de um microscópio atômico, a estrutura cristalina hexagonal do grafite. Com esse feito, além de ganharem o prêmio Nobel de física em 2010, as pesquisas começaram a propagar.

Principais Características do Grafeno

Abaixo, listo as principais características do grafeno:

  • Fino – Não é à toa que o grafeno é considerado o primeiro material bidimensional. possui a espessura de um átomo. Com 1 grama de grafeno, é possível cobrir uma superfície de 2700 m2. Pra termos uma ideia da dimensão, com 3 gramas cobriríamos um campo de futebol.
  • Super-resistente – Cerca de 200 vezes mais resistente que o aço. É até mais resistente que o diamante.
  • Flexível – Pode ser curvado e até dobrado.
  • Alta condutividade térmica e elétrica – O grafeno tem uma condutividade elétrica 100 vezes maior que a do cobre. Tem menor perda de energia na forma de calor ao conduzir os elétrons.
  • Impermeável – Inibe a passagem inclusive do gás hélio.
  • Transparente – Transmite 97,5% da luz.
  • Barato – A matéria prima, o grafite, não é cara.

Utilidades do Grafeno

Muitos de nós já tivemos o azar da tela do tablet ou smartphone ter arranhado ou quebrado por causa de uma queda ou por estar no bolso de trás da calça. Com o grafeno, nós teremos telas sensíveis ao toque (touch screen), flexíveis, transparentes e inquebráveis. Poderemos dar adeus ao fantasma do estilhaço. E isso é uma das centenas de utilidades. Elenquei abaixo as que mais impactarão em nossas vidas.

  • Cabos de fibra ótica de alta velocidade – Estudos demonstram, através do grafeno associado com a fibra ótica, tornará a internet até cem vezes mais rápida. Será o grafeno o sucessor do 5G?
  • Bateria de carro e de celular – Os cientistas estão conseguindo em testes reduzir o tempo de carga das baterias de celular em até 30 segundos. E o tempo de duração de uma semana. Para os carros elétricos, teremos uma bateria que carregará em poucos minutos e que poderá andar por 300 ou 500 km.
  • Energia solar – As placas solares atualmente são caras. Sua substituição por grafeno barateará no investimento. Associado aos estudos de eficientização das suas baterias, beneficiará ainda mais o pacote. Posteriormente aprofundarei mais nesse tema.
  • Tinta sustentável – A película de grafeno associado com a tinta pintado nas paredes de edifícios tornará essas paredes mais resistentes e duráveis às intempéries do tempo, bem como reterá o calor.
  • Camisinhas – Devido a sua impermeabilidade, o grafeno estará sendo testado em preservativos.
  • Isolar Tumores – Em testes realizados com animais, o grafeno teve bons resultados no combate ao glioma (tipo de tumor no cérebro e na espinha).
  • Saúde dos dentes – Estudo prevê a criação de um sensor de grafeno em formato de “tatuagem” para monitorar a saúde bucal.
  • Biomédica – Próteses flexíveis e leves, além de implantes.
  • Transmissão FM – Engenheiros usaram grafeno para desenvolver o menor transmissor de Frequência Modulada (FM) de que se tem notícia.
  • Dessalinizar água – Com o grafeno poderemos tornar a água do mar potável.
  • Acelerar chips – A IBM está usando grafeno e silício combinados para desenvolver um novo tipo de chip mais potente.
  • Dissipar calor – Eficaz para peças eletrônicas que se aquecem com frequência.
  • Sequenciar DNA – Pesquisadores da universidade de Harvad e do MIT desenvolveram um novo método para sequenciar o material genético usando água, grafeno e eletricidade.

Além das informações já citadas, há várias utilidades na indústria aeroespacial, naval, automotiva, civil e nas telecomunicações.

Com tantas utilidades, a substância vale ouro. Aliás, vale cerca de duas vezes e meia mais. Enquanto cada quilo de ouro custa US$ 40 mil, o do grafeno é comercializada em torno de US$ 100 mil no mercado internacional.

Quando o Grafeno chegará nas Prateleiras?

Uma das maiores dificuldades que os cientistas estão tendo é na diminuição de custos na produção, pois como as empresas estarão trabalhando com materiais em escalas atômicas ainda levará um tempo para desenvolverem projetos com custos de produção mais acessíveis. Ou seja, poderemos ver materiais a base de grafeno em 2 anos como também em 20 anos.

Investimentos do Grafeno no Brasil

Mais de 150 empresas em todo o mundo já estão correndo atrás em pesquisar e patentear ideias para o uso do grafeno. E no Brasil, já foram investidos inicialmente mais de 20 milhões de dólares para criar o primeiro (e até o momento deste artigo o único) laboratório para estudos e pesquisas no grafeno – o MackGrafe – instalado na Universidade Presbiteriana de Mackenzie, em São Paulo. Além de pesquisar o grafeno, os pesquisadores do MackGrafe se dedicam também em outros nano materiais bidimensionais que poderão surgir.

O MackGrafe se dividiu em 4 setores de interesse:

  • Fotônica – Geração, controle e detecção de luz, por exemplo, na fibra óptica, microchips, entre outros.
  • Energia – Armazenamento e produção de energia como baterias para carros e celulares.
  • Compósitos – Materiais plásticos como tintas e revestimentos.
  • Teoria – Modelagem e simulação tanto do grafeno quanto de novos materiais bidimensionais que poderão nascer.

Com toda essa estrutura e organização, o MackGrafe necessita de mais apoio do governo tanto para dar prosseguimento nos trabalhos em cada setor quanto em agilizar na conclusão de seus projetos. E infelizmente, os nossos governantes não estão dando o apoio que eles mereceriam. E para completar estamos perdendo gente especializada em grafeno e não estamos capacitando o nosso pessoal para trabalhar em nano material.

E não adianta falar da crise, pois é diante da crise que se busca oportunidades. E não há maior oportunidade do que investir em algo 100% garantido a médio e longo prazo.

Apesar do Brasil ter a maior reserva de Grafite e ser o 3ª maior produtor de grafite, nós estamos perdendo a grande oportunidade de criarmos e produzirmos os nossos próprios materiais a base de grafeno. Em breve outros países conseguirão e estaremos em um cenário de vender grafite e comprar materiais a base de grafeno. Ou seja, gastaremos mais que ganharemos ao longo do tempo. Isso poderá distanciar economicamente de nós para os demais países que investem no grafeno.

E se esse cenário se confirmar, estaremos dentro de uma nação que parou no tempo. E para viajarmos para o futuro teremos de pagar passagem para visitarmos um país que investiu no grafeno.

Yes, Nós temos Nióbio

Quem não conhece a famosa marchinha de carnaval “Yes, nós temos banana”? Como na música, o Brasil tem nióbio de sobra.

O que é o nióbio? Nióbio é um elemento descoberto em 1801 pelo químico inglês Charles Hatch. No início do século XX foi encontrado em Araxá, Minas Gerais, a maior mina de nióbio do planeta. Posteriormente, foi encontrado também em Goiás e no Amazonas. Por curiosidade, sua aplicabilidade foi uma das percursoras para a corrida espacial na década de 60.

Atualmente, 98% desse minério é encontrado no Brasil. Isso mesmo. Nós somos majoritariamente detentores da maior reserva de nióbio do mundo. Diversos países como a China, Estados Unidos e Japão (Depois te falo, mas podemos incluir França e Suíça), já exploram esse precioso minério por terras tupiniquins. E, por uma triste ironia, é vendido a preço de banana. Enquanto que o ouro é comercializado em média a U$ 40 mil o quilo, o Brasil vende o nióbio a U$ 36 o quilo. Isso mesmo, o nióbio está sendo vendido mil vezes a menos que o ouro.

Podemos comparar o nióbio com o ouro?

Talvez você deva estar se perguntando para que serve o nióbio. Resumidamente, o nióbio tem características no seu elemento que o torna leve e resistente. Se 100 gramas de nióbio for misturada a uma tonelada de ferro ou aço, teremos uma tonelada (e mais 100 gramas) de uma superliga. Essa superliga, por exemplo, tornará muito mais leve e resistente que o kevlar (colete a prova de balas). Sem falar que ele só entra em fusão a partir de 2.837 °C (só para situarmos, a lava de um vulcão gira em torno de 1.200°C). Também não podemos deixar de mencionar que ele é um supercondutor. Isso mesmo, conduz melhor que cobre. Fora outras vantagens que comentarei daqui a pouco, se não irei bagunçar o coreto.

Mas, se esse minério tem tantas propriedades e características positivas, porque ela não está sendo valorizada? A resposta é complexa e confesso que não me convenceu. Pra responder, primeiro vou esgotar (até aonde a ciência descobriu) todos os benefícios e aplicabilidades que esse minério nos traz. Em seguida, irei pontuar de forma econômica e política as razões que as mídias divulgaram porque ele é importado tão barato. E por fim, irei compartilhar a opinião de outros especialistas, focando pelo prisma da tecnologia, segurança e eficiência, o que esse elemento nos proporcionará, a médio e longo prazo.

Aplicabilidade

Para não ficar muito longo e cansativo, vou citar resumidamente as aplicações do nióbio.

  • Aplicações hipoalérgicas – Por não provocar alergias, pode ser usado como joias ou piercings no corpo, além também para a medicina, como exemplo o marcapasso.
  • Niobato de Lítio – Ferromagnético usado para celulares, nos moduladores ópticos e na fabricação de aparelhos de superfície de ondas acústicas.
  • Imãs Supercondutores – Utilizados nos instrumentos das máquinas de ressonância magnética, nas de ressonância magnética nuclear e também nos aceleradores de partículas. Para quem não se lembra, a França e Suíça criaram o acelerador de partículas, Grande Colisor de Hádrons, de 27 quilômetros de diâmetro.

  • Numismática – A Europa usa o nióbio para fazer moedas comemorativas.
  • Ligas metálicas – Na produção de componentes das turbinas a gás e nos metais líquidos dos permutadores de calor.
  • Produção de aço – Utilizadas nas indústrias automobilísticas e na fabricação de oleodutos.
  • Superligas – Para mim, que prezo à eficiência energética, é um dos maiores quesitos. Alguns compostos com o nióbio são utilizados para a produção de componentes de motores a reação, nas turbinas a gás, turbo compressores e equipamentos de combustão. O bocal do foguete que vão para o espaço, por exemplo, utiliza geralmente uma liga de nióbio e titânio.
  • Indústrias Nucleares.
  • Selos arcos voltaicos de lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão.
  • Supercondutor – Quando reduzimos a temperaturas criogênicas, a sua condutibilidade é excepcional.

Razões para vendermos tão barato

Eu também fiquei espantado das inúmeras utilidades que o nióbio nos beneficia. Mas agora vem a tentativa de compreendermos o porquê de ser vendido tão barato.

  • Pode ser substituído – Caso não existisse o nióbio, mesmo assim haveria outros elementos como o tântalo e o tungstênio que poderiam suprir a sua falta. A Rússia e a África, por exemplo, têm seus próprios minérios e não se interessam pelo nióbio.
  • Oferta e Demanda – Foi estimado que a concentração do nióbio no Brasil é de 840 milhões de toneladas. E como havia dito antes, basta algumas gramas para misturar em toneladas de ferro ou aço. Ou seja, pelo princípio da oferta e procura, quando temos muito nióbio e um punhado de uso, o seu valor venal tende a cair.
  • Os outros 2% – Até o momento, além do Brasil, só o Canadá e a Austrália detêm os outros 2% da reserva mundial. E como já havíamos dito, basta uma pequena quantidade de nióbio para as aplicabilidades ditas anteriormente.
  • Nós não vendemos nióbio puro – A CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) não vende o minério bruto, e sim uma liga chamada ferronióbio. Não refinamos o nióbio para vendê-lo.

Alguns Fatores Relevantes para Encarecer

Vou ser sincero. Pesquisei em todos os lugares para ver se achava mais argumentos que pudessem me convencer para o nióbio custar barato. A lista supracitada vence, mas não me convence. Enfim, agora vou mostrar o outro lado da moeda.

  • EUA está de olho no nosso nióbio – Em 2010, vazou pelo site Wikileaks que os Estados Unidos consideram as minas de nióbio no Brasil como estratégicos e imprescindíveis para o seu desenvolvimento. Ou seja, se aumentarmos o valor do nióbio ele irá deixar de comprar para ir nos 2% lá do Canadá ou da Austrália? Eu entendo que não.
  • Nós vendemos nióbio e compramos máquinas de ressonância magnética – Essa é uma triste realidade e podemos mudar. Se o governo fosse investir no consumo da própria matéria prima, seria mais uma razão de discutir o preço. Ao invés de vendermos ferronióbio, venderíamos os aparelhos prontos.
  • Produção de tecnologias para militares – O nióbio é muito útil para programas e projetos militares em qualquer lugar do mundo. Ao vender estamos fortalecendo esses países militarmente. Mesmo que não estejam interessados no preço que realmente valha, usaríamos para o nosso fortalecimento. Posteriormente, esses países voltariam atrás e iriam renegociar.
  • Eficiência Energética – Utilizando o nióbio nas usinas nucleares, nas turbinas e nos eletrodutos, estaremos melhorando o desempenho dos mesmos e com isso estaremos aumentando a efetividade das máquinas, bem como reduzindo gastos de consumo e reduziremos a emissão de gases. A ONU está solicitando que os países se tornem mais sustentáveis, e o nióbio é um dos elementos que poderá contribuir e muito. Havendo interesse, poderei aprofundar ainda mais nesse item.

O que podemos concluir?

Apesar de alguns “especialistas no assunto” justificarem da razão do baixo valor de venda do nióbio, há uma outra corrente – que eu considero – com argumentos de sobra que, a médio e longo prazo, demonstram que o nióbio é fundamental, tanto no militarismo, quanto para a eficiência / sustentabilidade. E o que mais me impressiona é: mesmo que consideramos os nossos governantes ingênuos ou com receio de perder clientes numa eventual renegociação, verificamos que países como os Estados Unidos, que fica do lado do Canadá, estão de olho sigilosamente no nosso minério.

Aparentemente o nosso país está desperdiçando uma oportunidade incrível em faturar mais com esse minério e, consequentemente, aumentar a sua arrecadação, que poderia ser revertida em benefícios para nossa população. Não quero me adentrar muito na política, mas creio que nós, brasileiros temos o direito e o dever de exigir em valorizar o que é nosso.

Eficiência ou Eficácia?

Como podemos ver, eficiência e eficácia não são a mesma coisa.

Eficácia é quando atingimos um objetivo, uma meta, um propósito.

Já a Eficiência vai além. Ela procura atingir a um objetivo da melhor forma possível, sendo mais rápido, menor custo, melhor benefício.

Por isso que dizem quando uma pessoa é eficiente e outra é eficaz.

Ser eficaz não é ruim. Ruim é ser eficaz quando você pode ser eficiente.

Em alguma era, andar a cavalo era eficaz, mas seria muito mais eficiente se andássemos em carruagens.

Depois de um tempo, andar de carruagem era eficaz, já que o carro com motor já estava rodando por aí, e era muito mais eficiente.

Creio que vocês sabem aonde quero chegar.

Hoje estamos novamente vivendo o momento da transição da eficácia para eficiência:

  • Da energia hidrelétrica / biomassa para energia solar / eólica;
  • Do carro a gasolina / álcool para carro a gás / elétrico;
  • Da internet como conhecemos para a internet das coisas.

Só depende de uma palavrinha para que isso aconteça – vontade. E isso é o que me preocupa.

Pois há muitos empresários / políticos que não querem que isso aconteça (assunto para um futuro post =D).

Por isso devemos nos informar para que possamos tomar a rédea da eficiência, se não, iremos continuar andando no lombo do jument… Digo, cavalo.

Últimas Postagens

  • On-Grid vs. Off-Grid: A Linha que Divide a Autonomia da Obrigação Regulatória

    27 maio, 2026

    Introdução — Quando a independência energética encontra a regulação do setor elétrico O crescimento da energia solar no Brasil trouxe não apenas avanços tecnológicos e econômicos, mas também debates importantes envolvendo regulamentação, segurança elétrica e responsabilidade técnica. Nos últimos anos, surgiram discussões públicas associando instalações solares irregulares a práticas clandestinas

    [...]
  • Além do Campo de Visão: O Uso de Drones Redefinem as Perícias em Subestações e Linhas de Energia

    22 maio, 2026

    Introdução - O Novo Horizonte da Engenharia Diagnóstica no Setor Elétrico A engenharia elétrica vive um momento de grande transformação tecnológica. Em um setor onde segurança, confiabilidade operacional e rapidez na tomada de decisão são fundamentais, o uso de drones, desde as susbestações até as linhas de energia, vem ganhando

    [...]
  • ⚖️⚡ O Papel da Perícia Elétrica nas Disputas entre Consumidor, Seguradora e Concessionária

    14 maio, 2026

    Em um cenário cada vez mais dependente de tecnologia, automação e equipamentos eletrônicos sensíveis, uma simples oscilação de energia pode desencadear prejuízos significativos. Servidores queimados, placas eletrônicas danificadas, sistemas industriais paralisados, equipamentos hospitalares comprometidos e linhas de produção interrompidas já fazem parte da realidade de muitas empresas e consumidores. Mas

    [...]
  • ICMS sobre energia: onde a análise técnica pode mudar o resultado da ação

    30 abril, 2026

    ⚡ Um tema jurídico que começa na fatura Em disputas envolvendo contas de energia elétrica — sobretudo de consumidores atendidos em média e alta tensão — é comum que o debate se concentre na incidência de ICMS sobre os valores cobrados. À primeira vista, trata-se de uma questão essencialmente jurídica.

    [...]
  • Apagões em Copacabana em 2026: Sobrecarga, Geradores e o Custo da Imagem Urbana

    25 fevereiro, 2026

    Os apagões em Copacabana no verão de 2026 reacenderam um debate relevante sobre planejamento da rede elétrica, crescimento da demanda e responsabilidade das concessionárias de energia diante da nova realidade urbana. Em menos de 60 dias, dois eventos de grande impacto expuseram fragilidades do sistema de distribuição: 4 de janeiro

    [...]
  • Quando Ignorar Laudos Técnicos Custa Vidas

    11 janeiro, 2026

    Introdução – Um alerta que não foi ouvido Em muitos casos, tragédias não começam no dia do acidente. Elas começam antes, em relatórios técnicos, em vistorias, em alertas que passam despercebidos ou são ignorados. O incêndio ocorrido no Shopping Tijuca é um desses casos que nos obriga a parar, respirar

    [...]
  • Retrospectiva Eficiente 2025 – 5 Fatos que Mais Impactaram a Perícia Elétrica no Brasil

    29 dezembro, 2025

    2025 foi marcado por mudanças regulatórias, eventos climáticos extremos e maior judicialização no setor elétrico. O ano de 2025 consolidou-se como um período de transição profunda para o setor energético brasileiro. A relação entre consumidores, concessionárias e o Poder Judiciário atingiu um novo patamar de complexidade, exigindo que a engenharia

    [...]
  • Lei nº 15.269/2025 e a Abertura do Mercado Livre de Energia no Brasil

    14 dezembro, 2025

    Por que essa lei merece sua atenção A Lei nº 15.269/2025 não é apenas mais uma norma do setor elétrico. Ela representa uma mudança prática na forma como a energia será contratada e paga no Brasil, com reflexos diretos na gestão de custos, nos contratos empresariais e até em disputas

    [...]
  • Super Baterias: a revolução no uso da energia

    1 junho, 2025

    Baterias estão em tudo hoje em dia. Estão nos nossos celulares, nos carros elétricos, nas casas com energia solar e até nas grandes usinas que aproveitam o vento para gerar eletricidade. Mas você já ouviu falar das super baterias? Elas vêm ganhando espaço como uma promessa real de transformação: mais

    [...]
  • Como Evitar Danos Elétricos Durante Tempestades ⚡

    25 maio, 2025

    O Brasil é um país de contrastes: ao mesmo tempo em que oferece paisagens naturais deslumbrantes, também enfrenta tempestades intensas e frequentes. E quando a natureza resolve mostrar sua força, os aparelhos eletrônicos costumam ser os primeiros a sofrer as consequências. Neste artigo, vamos te mostrar como proteger seus equipamentos

    [...]
  • Preparado para o Novo Mundo do Trabalho? A Automação Chegou pra Ficar

    18 maio, 2025

    O mercado de trabalho tá passando por uma baita transformação, e a culpa (ou seria o mérito?) é da automação. Robôs, inteligência artificial e softwares espertos tão fazendo um monte de tarefas que antes eram feita por nós, humanos. Mas e aí, como é que a gente fica nessa história?

    [...]
  • 🚁 Tecnologias Avançadas em Drones: O Futuro Já Está no Ar

    12 maio, 2025

    Os drones estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia — e não apenas como brinquedos ou ferramentas de filmagem. Eles estão ganhando espaço em setores como agricultura, segurança, logística, meio ambiente e muito mais. Mas o que está por trás dessa transformação? Neste artigo, você vai conhecer

    [...]
  • ☀️ Descubra as Últimas Novidades da Energia Solar 💡

    4 maio, 2025

    Já parou para imaginar um amanhã onde a energia jorra limpa, farta e ao alcance de todos? Um futuro com cidades mais respiráveis e um planeta mais verde? Pois essa visão não é mais utopia. Com as últimas novidades referente a energia solar, essa visão utópica está cada vez mais

    [...]
  • O Futuro sobre Rodas: A Saga dos Carros Elétricos 🚗⚡

    26 abril, 2025

    Hoje, a gente vai mergulhar de cabeça no universo dos carros elétricos. Sim, aqueles carros "modernos" e silenciosos, mas que prometem um futuro mais limpo e sustentável. 😉 A gente vê uns modelos estilosos rodando por aí, a galera comentando sobre a "energia limpa", mas a real é que essa

    [...]
  • Cidades Inteligentes e Sustentáveis: O Futuro Já Chegou

    18 abril, 2025

    Já parou pra pensar em como seriam as cidades do futuro? Imagina um lugar onde a tecnologia e a natureza dão as mãos pra criar um ambiente mais saudável, eficiente e que a gente realmente curta viver. Pois é, pode ir se acostumando com essa ideia, porque esse é o

    [...]
  • Drones no Céu para Auxiliar na Perícia Elétrica

    13 abril, 2025

    O mundo da perícia elétrica, que sempre prezou pela precisão cirúrgica e pela segurança total, ganhou um reforço de peso (ou melhor, de leveza!): os drones. Aqueles "brinquedos" voadores que a gente via mais em filmes e em fotos aéreas agora estão invadindo o setor elétrico, trazendo uma visão totalmente

    [...]
  • Mitos e Verdades sobre a Energia Solar

    30 março, 2025

    Quando o assunto é energia solar, é natural que surjam dúvidas e, muitas vezes, mitos que acabam confundindo a gente. Será que é cara? Será que só funciona em dias ensolarados? E o lance de atrair raios? Calma, vamos esclarecer tudo isso agora de forma simples e descontraída. Vamos juntos

    [...]
  • Introdução aos CLPs: O Coração da Automação Industrial

    16 março, 2025

    Se você já se perguntou como as fábricas modernas funcionam como um relógio, com linhas de produção intrincadas e máquinas trabalhando em perfeita sincronia, prepare-se para conhecer um dos seus segredos: os Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Esses caras são verdadeiros maestros da automação industrial, dispositivos robustos e inteligentes que controlam

    [...]
  • Automação de Processos Administrativos: O Futuro da Eficiência

    13 março, 2025

    A Virada da Chave: Como a Automação Deu um Up na Nossa Rotina Administrativa Hoje em dia, pensar em empresa de qualquer tamanho tocando o dia a dia sem uma boa dose de automação administrativa é quase impensável. Com a correria dos negócios e a gente sempre buscando um jeito

    [...]
  • Automação e IoT: Como Dispositivos Conectados Estão Mudando Nossas Vidas

    15 novembro, 2024

    Tanto a automação quanto a Internet das Coisas (IoT) já não são mais papo de filme de ficção científica. Elas estão aí, no nosso cotidiano, transformando a maneira como a gente vive, trabalha e até como a gente interage com o mundo ao redor. Esses aparelhos espertos e conectados estão

    [...]
  • O Prontuário de Instalações Elétricas não é para qualquer Pessoa

    25 outubro, 2021

    A cada ano, por incentivos fiscais ocasionados pelos tipos jurídicos como MEI (Micro Empreendedor Individual) e até mais recente Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), forte concorrente do EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), demonstra não só a receptividade do governo em facilitar na criação de pequenas empresas, como também na tendência

    [...]
  • Irregularidades no TOI – Termo de Ocorrência e Inspeção

    29 setembro, 2021

    Você chega em casa após um dia cansativo e verifica na sua caixa de correio um aviso da sua concessionária referente ao TOI, ou na fatura da sua concessionária esteja debitando uma cobrança de multa ou mora do mesmo TOI. Se por acaso nem você e nem ninguém da sua

    [...]
  • Ressarcimento de Danos Elétricos – Que os Raios Não os Partam

    30 junho, 2021

    O Brasil é campeão mundial de incidência de raios. Não à toa, uma vez que vivemos num país tropical, com climas propícios a chuvas e trovoadas, incide mais de 80 milhões de raios anuais. Imaginando que todo o sistema elétrico brasileiro é uma manta de eletricidade, como uma superfície de

    [...]
  • Energia Eólica de Vento em Popa

    31 outubro, 2020

    Além do Nordeste, Empresas Multinacionais estão investindo em diversos Energia Eólica em outros Estados do Brasil. Descubra e Surpreenda. https://youtu.be/ZbvwTtmy27A Segue o link livros recomendados referentes a Energia Eólica para uma boa leitura. https://www.canaleficiente.com/livros/livros-energia-eolica/ Incluo também link de cursos com professores renomados ao tema. https://www.canaleficiente.com/cursos-treinamentos/cursos-e-treinamentos-energia

    [...]
  • Bons Ventos no Nordeste

    30 setembro, 2020

    https://youtu.be/_EJfRMMlxvs Ótimas notícias da Aneel e da Engie sobre os parques eólicos no nordeste, tanto os que já estão em operação quanto os que estão nos projetos. Mais informações relevantes a energia eólica, seguem os links: - Cursos e Treinamentos - Livros https://www.canaleficiente.com/cursos-treinamentos/cursos-e-treinamentos-energia-eolica/ https://www.canaleficiente.com/livros/livros-energi

    [...]
  • Não Tenho Energia Solar e a Conta de Luz Chegou

    31 agosto, 2020

    Se você é um dos que sofreu um aumento de mais de 50% na conta de luz e não tem energia solar em sua residência, elaborei esse vídeo que dá 5 grandes dicas para economizar no consumo e reduzir na conta de luz, sem que seja necessário interferir na sua

    [...]
  • Chegada da Internet 5G no Brasil

    23 julho, 2020

    Depois de tantos anos de adiamentos, finalmente foi lançado a tão aguardada internet 5G no Brasil. A Claro deu o ponta pé inicial na liberação da Internet 5G no dia 14 de julho. E antes mesmo do Leilão da Agência Nacional de Telecomunicações, mais conhecida como ANATEL. As operadoras não

    [...]
  • O Ciclo Vicioso entre Postos e Carros Elétricos

    29 junho, 2020

    O Brasil ainda engatinha quanto a produção de carros elétricos. Se perguntarmos aos especialistas e executivos, uma das razões será dita referente aos abastecimentos escassos por toda as rodovias por esse país. E se perguntássemos porque não temos postos de abastecimentos de veículos elétricos, adivinha a resposta. Isso aí! Por

    [...]
  • O Futuro da Energia Solar pós Pandemia

    31 maio, 2020

    Para quem não sabe, dia 29 de maio é marcado no calendário como o Dia Mundial da Energia. Essa data foi criada para que a população mundial lembre de minimizar a emissão de gases carbônicos na atmosfera e se conscientizar em economizar o consumo da energia elétrica com eficiência. Ironicamente,

    [...]
  • Internet 5G – Rápido

    4 abril, 2020

    Antes de adentrarmos no tema de internet 5G, comentarei o que ocorreu comigo, alertando que usara internet 4G. Num desses dias mandei um "zap" e fiquei sabendo que levou em torno de meia hora para chegar ao seu destino. Muito estranho a tamanha demora. Notei também que os vídeos do

    [...]
  • Triplicam Instalações de Energia Solar a cada Ano

    17 março, 2020

    Sabemos que a procura por energia solar cresce anualmente. Até o ano 2016 a procura era pequena. No entanto, diversos analistas previam que o crescimento exponencial iria ocorrer em breve. E ocorreu! Em 2019, de acordo com os dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), os registros de instalações

    [...]
  • 2020 – O Marco Legal da Energia Solar

    20 fevereiro, 2020

    Quem vem acompanhando as notícias nos últimos meses de 2019, com certeza ficou estarrecido e ao mesmo tempo preocupado com a possibilidade, mesmo que remota, de o Brasil parar de avançar e engatar na marcha ré na questão de "subsidiar" ou não os encargos referentes a energia solar. Para aqueles

    [...]
  • Retrospectiva Eficiente 2019

    26 dezembro, 2019

    O ano está acabando. Muitas noticias boas e más ocorreram ao longo de 2019. Vamos listar as principais notícias que impactaram tanto Brasil quanto o mundo. Refletiremos o que aconteceu em 2019 e prepararmos (torcermos) para 2020 cheio de boas novas. Primeiros meses do Ministro Marcos Pontes Este artigo tratou

    [...]
  • Top 5 MW das Usinas de Energia Solar no Brasil

    22 novembro, 2019

    Depois da crise nos abastecimentos das hidrelétricas que culminaram nos blecautes de 1999 e 2009, conforme visto no artigo abaixo, o governo daquela época havia acordado para a necessidade de buscar novas fontes alternativas. https://www.canaleficiente.com/eficiencia-energetica/energia-solar-a-luz-no-fim-do-apagao/ Com sucesso da energia solar em países não tão abundantes de irradiação como a Alemanha,

    [...]
  • Energia Solar sem Taxa, Aneel

    26 outubro, 2019

    Em 1999 fomos surpreendidos com o maior apagão da história. E como infelizmente só damos valor quando houver a falta, o governo percebeu que há décadas diversos especialistas já alertavam sobre o apagão. Fizeram o possível para que a conta fechasse, inclusive multavam pessoas que ultrapassassem as suas "metas" de

    [...]
  • É da Bahia!! Primeira Usina de Energia Solar Flutuante do Brasil

    31 agosto, 2019

    No dia 05 de agosto foi dado um grande passo para a história da energia solar no Brasil. Foi inaugurada a 1ª etapa da Usina de Energia Solar Flutuante no reservatório de Sobradinho, na Bahia. São 3.792 módulos fotovoltaicos com capacidade de gerar uma demanda de 1 MW pico de

    [...]
  • Energia Solar? Cadê as placas?

    31 julho, 2019

    Não é de hoje que uma grande ideia se renova e atualiza dia a dia, no intuito de ficar mais cômodo e manuseável. E para aqueles que sempre remetem energia solar com as "placas solares", já vou dando spoilers. Já temos materiais saindo fresquinho do mercado que se alimentam e

    [...]
  • Carro Elétrico X Gasolina – A Luta dos Séculos

    6 maio, 2019

    A gente se depara com a empolgação que as empresas do setor automobilístico estão se empenhando em dominar o mercado do setor de carro elétrico, mas parou para se perguntar quando surgiu os primeiros veículos elétricos no mundo? Toyota Prius, 1997 Alguns podem lembrar e dizer que foi o Toyota

    [...]
  • Energia Solar em Prédios – A Grana do Vizinho é mais verde

    26 abril, 2019

    Você deve estar cansado de ver folders, outdoors, e até propagandas na internet e na TV de clientes felizes com seu painel de energia solar em sua casa, tanto montado no quintal quanto no telhado. E você se sente desanimado por morar em apartamento, achando que não tem possibilidade alguma

    [...]
  • Patinete Elétrico – Sustentabilidade e Segurança andando lado a lado

    22 abril, 2019

    Após o surgimento das bicicletas elétricas, estamos vivendo uma nova mania que está tomando as maiores cidades. Os patinetes elétricos. As pessoas podem estar andando na intenção de cativar a sustentabilidade, saudosismo, comodidade ou por pura moda. Não importa. O que importa é que estamos vivendo uma nova fase para

    [...]
  • Pedalando com Energia Solar

    28 março, 2019

    Em 2011, a Prefeitura do Rio unido com o Banco Itaú criaram a Bike Rio. Um projeto em que se espalham as bicicletas laranja (cor do Itaú e da Prefeitura do Rio) em vários cantos da cidade. Essa ideia não é nova. Ela se originou em projetos que haviam dado

    [...]
  • O Futuro da Eficiência Energética e Tecnologia em 10, 9, 8,…

    17 março, 2019

    Como se diz por aí, o ano começa depois do carnaval. E agora que já passou a virada do ano, a posse do Presidente da República Jair Bolsonaro, a escolha de seus ministros, o levantamento de informações e gastos no passado, entre outros, o governo poderá traçar melhor planos e

    [...]
  • Urna Eletrônica – Aperte a Fiscalização e Confirme

    28 setembro, 2018

    Com mais de 20 anos de existência, a urna eletrônica sempre foi o centro de discussões sobre a sua veracidade, principalmente nas suas duas últimas eleições presidenciais. Também, não é para menos. Ela define os rumos da nação. Por isso muitos se perguntam. Ela é segura? Há algum jeito de

    [...]
  • Energia Eólica – Ventos Sopram a Favor nos Mares do Brasil

    13 setembro, 2018

    Até pouco tempo atrás, estávamos construindo usinas de energia eólica no Brasil, não só para termos mais uma fonte alternativa de energia, como também no intuito de ajudar a suprir as hidrelétricas no período de seca (período de poucas chuvas, mas com bastante vento), uma vez que a força dos

    [...]
  • Energia Solar – A Luz no fim do Apagão

    31 agosto, 2018

    Eram 22 horas do dia 11 de março de 1999, dia típico de verão. Você se lembra onde estava e o que estava fazendo naquele exato momento? Acredito que vai me dizer que não se lembra nem do que almoçou ontem, quanto mais o que estava fazendo há 20 anos

    [...]
  • Grafeno – A Revolução do Século

    21 agosto, 2018

    Quem não lembra dos filmes de ficção científica, em que os personagens interagem com o espelho da mesma forma que nós interagimos com um celular ou tablet. De repente, ele “empurra” os dados que estava lendo para parede, e da parede à mesa para que o nosso personagem possa tomar

    [...]
  • Yes, Nós temos Nióbio

    17 agosto, 2018

    Quem não conhece a famosa marchinha de carnaval “Yes, nós temos banana”? Como na música, o Brasil tem nióbio de sobra. O que é o nióbio? Nióbio é um elemento descoberto em 1801 pelo químico inglês Charles Hatch. No início do século XX foi encontrado em Araxá, Minas Gerais, a

    [...]
  • Eficiência ou Eficácia?

    10 julho, 2018

    Como podemos ver, eficiência e eficácia não são a mesma coisa. Eficácia é quando atingimos um objetivo, uma meta, um propósito. Já a Eficiência vai além. Ela procura atingir a um objetivo da melhor forma possível, sendo mais rápido, menor custo, melhor benefício. Por isso que dizem quando uma pessoa

    [...]